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Gremplexa (Letras) convida para o Seminário Indígena Vermelho Urukú de 24 a 27/03, no auditório Rio Negro, do IFCHS/UFAM

Publicado: Quarta, 25 de Março de 2026, 14h08 | Última atualização em Quarta, 25 de Março de 2026, 14h14 | Acessos: 34

O Seminário indígena Vermelho Urukú é uma ação integrada dos grupos de pesquisa Tupiabá (Universidade Federal do Espírito Santo) e Gremplexa (Universidade Federal do Amazonas), sob a coordenação dos professores doutores Marina Rodrigues Miranda (UFES) e Carlos Guedelha (PPGL/UFAM). O Seminário realiza-se em duas etapas: o circuito amazônico “Março indígena 2026”, no período de 24 a 27 de março de 2026, no campus da UFAM, em Manaus; e o circuito capixaba “Abril indígena 2026”, ressaltando a potência orgânica das culturas dos povos do Espírito Santo, das comunidades Aldeadas Guaranis e Tupiniquins e outros povos indígenas que habitam espaços urbanos

No circuito amazônico (Março indígena), participarão pesquisadores da Universidade Federal do Espírito Santo, Universidade Federal do Amazonas, Instituto Federal do Espírito Santo, Universidade Federal do Amapá, Universidade do Estado do Amazonas, Editora Valer, Seduc Am, Semed Manaus, ente outros convidados.

Os encontros ocorrerão no auditório Rio Negro, do IFCHS/UFAM, das 14h às 21h. O Seminário propiciará reflexões sobre os seguintes temas:

• Cosmopercepção e espiritualidade indígena;

• Território, identidade e pertencimento;

• A tradição oral como forma de preservação do conhecimento;

• Cultura material e simbólica;

• Educação indígena e saberes tradicionais;

• Experiências de pesquisas com os povos indígenas de diferentes etnias

Fará parte da programação a exposição integradora MIRÁ-SÁ IAURETÊ: mitos e encantados indígenas em experiências educativas mediadas por artefatos literários e artísticos, com a proposta de dar visibilidade aos saberes originários dos povos indígenas a partir das suas representações estéticas por meio de cestaria, sementes, pedras, fibras, pinturas, penas, grafismos, grafias de palavras em obras distintas - configurando mitos e encantados.

Também fará parte da programação a Mostra Fotográfica de Territórios “URUKU ANCESTRAL”, que propiciará a apreciação de representações imagéticas de territórios de conhecimentos de povos indígenas, evocando histórias de vida, rituais de passagem, processos de transformações identitárias, lutas no território, pertencimento de identidades fortalecidas no vínculo com a terra-mãe.

No último dia do evento, dia 27 de março, um grupo de pesquisadores, professores e estudantes participarão de uma visita à comunidade indígena Terra Preta, às margens do Rio Negro / AM, na RDS Puranga Conquista, que é uma unidade focada na valorização da cultura e identidade do povo Baré. Ali será desenvolvida a atividade “Aprender com os indígenas”. Serão momentos de escuta e aprendizado sobre os saberes ancestrais dos povos originários. 

O seminário Vermelho Urukú pretende contribuir para dar protagonismo às vozes indígenas, reconhecendo sua importância histórica e contemporânea, ajudando a combater invisibilizações e reforça o respeito à diversidade cultural. Ao apresentar a complexidade das culturas indígenas, o evento desconstrói visões simplistas e estigmatizadas, muitas vezes perpetuadas pela mídia e pelo senso comum. Para participantes indígenas, o seminário pode atuar como espaço de reafirmação identitária, valorizando saberes ancestrais, línguas e tradições; promover o diálogo entre saberes tradicionais e científicos, estimulando pesquisas em áreas como antropologia, literatura, educação e meio ambiente.

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