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Ufam e SiDi formalizam aditivo a protocolo de intenções para acompanhamento da execução de ações conjuntas

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A Ufam formalizou, no último dia 29 de abril, um termo aditivo ao Protocolo de Intenções nº 023/2025 firmado com o SiDi. O documento foi publicado na edição de 30 de abril de 2026 do Diário Oficial da União e acrescenta ao acordo uma cláusula específica sobre o acompanhamento da execução das atividades previstas entre as instituições.

O aditivo estabelece a inclusão da cláusula “Do acompanhamento da execução do protocolo de intenções”, medida que passa a disciplinar de forma mais objetiva o monitoramento das ações desenvolvidas no âmbito da parceria. A atualização administrativa contribui para o registro e a observação sistemática das iniciativas pactuadas entre a universidade e a instituição parceira.

O Protocolo de Intenções nº 023/2025 havia sido celebrado anteriormente entre as partes e integra as estratégias institucionais voltadas à cooperação técnica e ao desenvolvimento de atividades de interesse comum. Com o termo aditivo, o instrumento passa a contar com dispositivo formal que orienta o acompanhamento da sua execução.

O documento foi assinado pela reitora da Ufam, professora Tanara Lauschner, na condição de presidente do Conselho Diretor da Fundação Universidade do Amazonas, e pelos representantes do SiDi, Carlos Henrique Craveiro da Fonseca, gerente executivo, e Hie Yeol Chae, diretor financeiro.

Sheila Cordeiro, da Assessoria de Relações Internacionais e Interinstitucionais (ARII) da Ufam, explica que a parceria tem o propósito de promover uma aproximação institucional capaz de viabilizar ações conjuntas de pesquisa, de desenvolvimento, de inovação tecnológica e de extensão, criando condições para a realização de atividades extensionistas, como cursos, treinamentos, eventos técnico-científicos e outras iniciativas de interesse comum de interesse da comunidade acadêmica.

“A comunidade acadêmica poderá perceber benefícios significativos com a ampliação das oportunidades de participação em projetos de pesquisa, inovação e extensão. De modo geral, o protocolo reforça a integração entre ensino, pesquisa, extensão e inovação, criando um ambiente mais favorável à qualificação institucional e ao desenvolvimento de soluções tecnológicas de interesse público.”, afirmou.

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