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Pace divulga parques de Manaus nas redes sociais e promove valorização de áreas verdes

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O projeto é vinculado ao Grupo de Pesquisa Árvores do Asfalto. Em 2025, os extensionistas produziram vídeos sobre o Parque dos Bilhares, o Parque Senador Jefferson Peres, o Parque Municipal do Mindu e o Parque Cidade da Criança

Localizada no coração da Floresta Amazônica, Manaus possui diversos parques e áreas verdes que fazem parte da paisagem urbana. Buscando promover o conhecimento e a valorização desses espaços pela população, o Projeto Atividade Curricular de Extensão (Pace) Parques Urbanos atuou na divulgação desses espaços ao longo de 2025. O Pace é uma ação de extensão do Grupo de Pesquisa Arborização Urbana e suas Aplicações da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), conhecido como Árvores do Asfalto.

 Segundo a coordenadora do projeto, Yêda Arruda, professora do Instituto de Ciências Biológicas (ICB) da Ufam, o Pace buscou valorizar os parques e as áreas verdes, inseridos na capital amazonense, como espaço de lazer e de cultura, além de promover a conscientização ambiental.

“O objetivo desse projeto de extensão é divulgar os parques urbanos da cidade de Manaus com intuito de promover a preservação ambiental e a qualidade de vida para os manauaras. O propósito também é de integrar o manauara aos espaços verdes como um local de prática de exercício, de socialização e valorização da flora local”, explica a coordenadora.

Parques nas redes

Para realizar a divulgação dos parques de Manaus, os extensionistas inicialmente realizaram um levantamento para identificação dos espaços que são devidamente reconhecidos por lei nos documentos disponibilizados pela prefeitura da cidade. A equipe identificou 12 locais ao todo.

Em seguida, os estudantes integrantes do projeto participaram de uma oficina de audiovisual visando a produção de vídeos curtos e acessíveis para serem divulgados no perfil do Instagram do Árvores do Asfalto (@arvoresdoasfalto). Após o treinamento, os alunos, organizados em duplas, realizaram a gravação dos vídeos nos parques e depois a edição do material. “Esses vídeos foram validados, na parte técnica de imagem e de vídeo, pelo professor Lúcio Cavalcanti, e, na parte de conteúdo, por mim e pela professora Ângela Mendes, para que depois fossem disponibilizados na rede social”, complementa Yêda Arruda.

Em 2025, o Pace Parques Urbanos divulgou quatro vídeos no perfil do Árvores do Asfalto. Foram apresentados o Parque dos Bilhares, o Parque Senador Jefferson Peres, o Parque Municipal do Mindu e o Parque Cidade da Criança. Os vídeos abordam o histórico de cada parque, formas de acesso, atividades desenvolvidas no ambiente e espécies da flora que podem ser encontradas nos locais.

Além de divulgar os parques, Yêda Arruda acredita que o Pace contribui para a ressignificação desses espaços na cidade: “São áreas onde os manauaras podem adquirir mais conhecimento, tanto histórico quanto da questão do ambiente natural, da nossa região, para que com isso promova a consciência ambiental para o uso racional dos ambientes sociais, permitindo que assim se tenha uma ideia de preservação e conservação do nosso ambiente natural. É uma forma de ressignificar os espaços verdes nas áreas urbanas da cidade de Manaus”, avalia.  

Equipe 

O Pace Parque Urbanos conta com uma equipe interdisciplinar de professores, colaboradores externos e estudantes. A vice-coordenação do projeto é exercida pela servidora técnico-administrativa em educação Brenna Cavalcanti, da Faculdade de Educação da Ufam. Colaboram também com o Pace a professora Ângela Mendes, da Faculdade de Ciências Agrárias da Ufam, e Lúcio Cavalcanti, analista de comunicação da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

Atuam no Pace 10 discentes. Os estudantes são vinculados aos cursos de Engenharia Florestal e Arquitetura da Ufam. Há também alunos voluntários da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e da Faculdade Martha Falcão.

 

Árvores do Asfalto

O Grupo de Pesquisa Árvores do Asfalto, ao qual o Pace está vinculado, foi credenciado em 2019 na Ufam e no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). No entanto, Yêda Arruda explica que o seu trabalho com arborização iniciou em 2010 quando atuou como professora substituta na UEA. “Lá eu orientei os primeiros alunos de iniciação científica, num trabalho de inventário e qualificação das praças das cidades de Manaus. Em 2011, quando eu passei a integrar o quadro de professora efetiva da Universidade Federal do Amazonas, no Departamento de Biologia, eu dei continuidade aos trabalhos de arborização. Esse trabalho foi crescendo, foi tomando um volume com o tema de arborização urbana e comecei a trabalhar com outros colegas e professores tanto da Ufam como de outras instituições”, explica a professora.

O Árvores do Asfalto possui duas linhas de pesquisa: “Saúde humana e qualidade de vida” e “Silvicultura urbana”. O grupo desenvolve trabalhos de avaliação de questões técnicas de arborização e estudam a indicação de espécies nativas do bioma amazônico para o plantio em logradouros.

Continuidade

Segundo a coordenadora, a equipe vai solicitar a continuidade do Pace para o desenvolvimento da segunda etapa do projeto, em que serão divulgados os demais parques de Manaus identificados pelos extensionistas.

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