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Ufam abre edital para recomposição da Comissão Geral de Heteroidentificação (CGH) entre os dias 11 e 18 de maio

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A CGH atua na garantia das políticas de ações afirmativas e reforça combate a fraudes em cotas raciais

A Universidade Federal do Amazonas (Ufam) publicou edital para a seleção de novos integrantes da Comissão Geral de Heteroidentificação (CGH), órgão responsável por validar o acesso às políticas de ações afirmativas na Instituição. As inscrições ocorrerão entre os dias 11 e 18 de maio, exclusivamente por meio de formulário eletrônico, e visa recompor os integrantes após o encerramento do mandato de parte dos atuais membros, ocorrido em abril deste ano. 

Acesse o edital completo AQUI 

Acesse o formulário de inscrição online AQUI

O edital prevê a oferta de 12 vagas titulares, distribuídas igualmente entre docentes, discentes e técnicos-administrativos, além da formação de cadastro reserva. Para participar, é necessário ter experiência comprovada na área de promoção da igualdade racial e enfrentamento ao racismo, seja por atuação em movimentos sociais, produção acadêmica ou participação em bancas de heteroidentificação. O processo seletivo será feito em etapa única, por análise documental e curricular dos candidatos. 

A CGH é vinculada à Reitoria e possui mandato de dois anos, com possibilidade de recondução por igual período. Entre suas atribuições estão a supervisão das comissões setoriais, a apuração de denúncias de fraudes em cotas e a promoção de ações formativas sobre relações étnico-raciais. Além disso, os membros selecionados deverão participar de um curso de formação obrigatório antes de iniciarem suas atividades, previsto para os dias 8 e 9 de junho, conforme o cronograma do edital.

Sobre a CGH

A Comissão Geral de Heteroidentificação da Ufam foi criada em 2021 com o objetivo de assegurar a efetividade das políticas de ações afirmativas na Universidade. É responsável pela realização das bancas de aferição de candidatos indígenas e quilombolas e pela heteroidentificação de pessoas negras (pretas e pardas) que concorrem às cotas raciais em processos seletivos de graduação, pós-graduação e concursos públicos.

Atualmente, a Comissão conta com cerca de 30 integrantes e reúne representantes de diferentes segmentos da comunidade acadêmica, como estudantes, docentes e técnicos-administrativos, além de membros de pró-reitorias, unidades fora da sede e instituições ligadas à luta por ações afirmativas.

 

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