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Instituto de Ciências Biológicas completa 50 anos

Publicado: Segunda, 29 de Junho de 2020, 15h11 | Última atualização em Terça, 30 de Junho de 2020, 11h33 | Acessos: 566

Atual diretora e ex-diretores relembram momentos marcantes do ICB e as contribuições científicas da Unidade Acadêmica. Eventos comemorativos serão realizados depois da retomada das atividades presenciais na Universidade Federal do Amazonas

Por Márcia Grana
Equipe Ascom Ufam

 

Com uma trajetória de contínuo crescimento, o Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal do Amazonas (ICB/UFAM) completa 50 anos. Instalado em uma área de mais de aproximadamente 12 mil metros quadrados, distribuídos entre os prédios ICB I e ICB II, parte do Prédio BioAgro, Prédio da Anatomia, Prédio do Projeto Sauim de Coleira e Casa de Vegetação, o ICB é composto pelos cursos de Licenciatura em Ciências Biológicas, Licenciatura em Ciências Naturais, Bacharelado em Ciências Biológicas, Tecnólogo em Biotecnologia e pelo curso de Licenciatura em Ciências Biológicas na modalidade EaD.

ICB - estrutura a serviço da comunidade

O ICB atende ainda o ciclo básico de 12 cursos: Agronomia, Educação Física, Enfermagem, Engenharia de Alimentos, Engenharia Florestal, Engenharia de Pesca, Farmácia, Geologia, Fisioterapia, Medicina, Odontologia e Zootecnia. Conta com uma estrutura de 86 laboratórios didáticos e de pesquisa nas diferentes áreas: Anatomia, Biofísica, Bioquímica, Botânica, Ecologia, Ensino, Embriologia, Farmacologia, Fisiologia, Genética, Histologia, Imunologia, Microbiologia, Parasitologia, e Zoologia.

Destaque na área de pesquisa

O ICB tem um corpo docente formado por 112 professores e 37 técnico-administrativos em Educação (TAE) e 1.526 discentes matriculados atualmente. O ICB conta com um corpo de servidores qualificados e com produção científica de altíssimo nível, como o Projeto SISBIOTA (Rede BIOPHAM), realizado no período de 2011 a 2016, desenvolvido por vários servidores do ICB e o Projeto “Kit para diagnóstico de COVID-19”, ambos realizados nos laboratórios do Instituto.

A professora Izeni Pires Farias, docente titular do Departamento de Genética (DGEN/ICB) e bolsista de pesquisa do CNPq é uma das pesquisadoras com maior número de produções científicas da Ufam na atualidade. Mestre em Biologia de Água Doce e Pesca Interior (INPA) e doutora em Genética Molecular pela UFPA, ela já orientou mais de 90 trabalhos de pesquisa. Ao cumprimentar o ICB pelas cinco décadas, ela também comenta suas mais significantes contribuições científicas. “Vejo o ICB atual como um Instituto  mais maduro em termos de sua composição docente e discente. O corpo docente abrange uma malha de professores super engajados com ensino, pesquisa e extensão, do que me orgulho muito em fazer parte. Seus discentes são nossas sementes que vemos brotar e crescer como pesquisadores, professores e de grande envolvimento social. Quanto as minhas contribuições científicas, coordenei o projeto em Rede do SISBIOTA, com financiamento do CNPq e da Fapeam, de 2010 a 2016, o qual envolveu a colaboração de pesquisadores de inúmeras instituições do Norte. Esse projeto foi, e ainda está sendo, uma das mais significantes contribuições científicas em minha trajetória na Ufam, uma vez que nos faz ver que a biodiversidade da Amazônia ainda é muito subestimada para vários grupos de vertebrados. A contribuição para as Coleções científicas, para a formação de recursos humanos qualificados, para o incremento da infraestrutura e para a conservação da fauna amazônica, está ainda sendo muito significante. Vários trabalhos científicos, dissertações e teses ainda estão se beneficiando com as seis grandes expedições científicas realizadas durante o projeto, e essa contribuição ainda vai perdurar por bastante tempo. Sinto orgulho de, como pesquisadora da Ufam, ter coordenado esta Rede que teve tal impacto nas pesquisas da diversidade amazônica”, ressalta a professora Izeni, docente titular do ICB e bolsista de pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

O professor emérito Spartaco Astolfi Filho é outro pesquisador do ICB com uma valiosa contribuição educacional e produção técnico-científica do ICB/UFAM. Bacharel em Ciências Biológicas pela UnB (1975), mestre em Biologia Molecular pela UnB (1978) e doutor em Ciências pela UFRJ (1987) realizou, entre 1988 e 1989, pós-doutorado na área de Engenharia Genética no Instituto de Ciência e Tecnologia da Universidade de Manchester (UK). Orientou dezenas de estudantes: PIBIC - PIBIT, mestres e doutores. Idealizou juntamente com outros docentes do ICB, de outras unidades da UFAM e de outras instituições do Amazonas cursos de biotecnologia de diferentes níveis: Técnico de Nível Superior, Graduação, Especialização, Mestrado e Doutorado. Coordenou a Rede da Amazônia Legal de Pesquisas Genômicas (REALGENE) quando foi descoberto o cariótipo do guaraná e o transcriptoma de seus frutos, além de difundir-se técnicas de biologia molecular e genômicas aos nove Estados da Amazônia Legal.
Nesse momento de pandemia de Covid-19, o pesquisador tem procurado, juntamente com outros pesquisadores da UFAM (ICB, FCA e QUI) e FIOCRUZ, desenvolver metodologias de diagnóstico do novo coronavírus baseadas tanto em métodos imunológicos como de biologia molecular. Ele cumprimenta o ICB pelas cinco
décadas. “Quero parabenizar o ICB e todos seus integrantes nesse momento que completa 50 anos. Desde que cheguei à Ufam, há 25 anos, eu me integrei ao ICB via o Grupo de Genética do Departamento de Biologia. Fui extremamente bem recebido e com o CAM pudemos criar cursos de biotecnologia de todos os níveis desde especialização até doutorado. O ICB cresceu fisicamente com seus novos prédios e também em recursos humanos qualificados, amadureceu e tem tudo para contribuir muito para a formação de profissionais altamente qualificados e para o desenvolvimento sustentável da Amazônia”, ressaltou doutor Spartaco. 

ICB - trajetória de conquistas 

Diretora do ICB/ Ufam, professora doutora Rozana GalvãoO Instituto de Ciências Biológicas já formou mais de 2.500 profissionais, entre eles, a atual diretora, a professora do Departamento Genética (DGEN), Rozana de Medeiros Sousa Galvão. Mestre em Genética e Evolução pela Universidade Federal de São Carlos (1998) e doutora em Biotecnologia, pela Universidade Federal do Amazonas (2008), ela ressalta as principais conquistas do Instituto ao longo dessas cinco décadas. “Estou no ICB desde 1985, como discente e há 30 anos como docente. Atualmente estou à frente da gestão ‘Viva ICB’, com o professor José Fernando Marques Barcellos. Só temos a agradecer a todos os servidores do ICB por nos darem a oportunidade de gerir o Instituto e continuarmos a consolidação de um Instituto promissor. O ICB vem desenvolvendo atividades de ensino, pesquisa, extensão e administração no decorrer desses 50 anos e destacamos o empenho dos gestores anteriores do ICB, em conjunto com os gestores anteriores da Administração Superior da Universidade para a aquisição de recursos para a construção dos prédios do ICB e seus anexos, assim como compras de novos equipamentos e contratação de novos docentes, principalmente com a criação de cursos de graduação para o período noturno, via REUNI, e a criação e consolidação dos cursos de Pós-Graduação, os quais fortalecem cada vez mais o Instituto, com a capacitação de seus discentes, técnico-administrativos em educação e docentes. O ICB continua crescendo a cada dia e só temos a agradecer pelo empenho de todos para, juntos, formarmos um ICB com excelência. Agradecemos a todos pela construção e consolidação da família ICB”, ressaltou a diretora.

 Desafios virais 
Com eventos comemorativos adiados em virtude da pandemia de Covid-19, ela também aponta os principais desafios que o Instituto enfrenta atualmente. “A equipe do ICB (discentes, docentes, Taes e egressos) vem trabalhando desde o início da pandemia participando efetivamente do Comitê de enfrentamento à COVID-19 da UFAM; do Subcomitê de enfrentamento à COVID-19; do Comitê de Biossegurança da UFAM e de Grupos de trabalhos de biossegurança e de atividades pedagógicas. Além disso, vem colaborando com projetos de pesquisa sobre a COVID-19, e de atividades conjuntas com as outras unidades para testagem de COVID-19”, destaca a gestora.

O reitor da Ufam, professor Sylvio Puga, cumprimenta o Instituto pelas cinco décadas de contribuições para a ciência. “O ICB, ao longo de sua exitosa trajetória, formou grandes profissionais para a região e para o Brasil,  renovando, nos 50 anos de atividades, o compromisso de continuar a atuar com excelência no ensino, na pesquisa e na pós-graduação, na extensão, no empreendedorismo, na inovação tecnológica e na internacionalização, elevando o nome da Ufam”, declarou o gestor.

Gestões anteriores


Desde o início de suas atividades, o ICB foi gerenciado por dez gestores, a saber: professor Luiz Alberto Franco de Sá (
in memoriam), professor Mauro Guimarães Brandão, professora Wânia Lúcia Stelling Chaves, professor José Odair Pereira, professor Francisco Naílson Santos Pinto, professor José das Neves Falcão, professor Luiz Alberto dos Santos Monjeló, professor Eduardo Ossamu Nagao e professora Sônia Maria da Silva Carvalho. Confira as mensagens que alguns deles deixaram em alusão aos 50 anos do ICB.

Professora Wânia Lúcia Stelling Chaves – “Fico feliz em poder vivenciar essa comemoração de cinco décadas do Instituto de Ciências Biológicas da Ufam. Dediquei ao ICB os melhores anos de minha vida ao lado de alunos, professores e funcionários em prol do ensino de Histologia. Sou grata a Deus por todos os momentos vividos no ICB”.

Professor José Odair Pereira “Tenho muito orgulho de ter sido o primeiro diretor do ICB escolhido pela comunidade, por eleições diretas, em 1985. Nesse período, o ICB foi a pedra fundamental que deu origem à Faculdade de Ciências Agrárias e à Faculdade de Educação Física. O ICB é sólido, ao mesmo tempo que dinâmico, e inovador”.

Professor Francisco Naílson  Santos Pinto - “Parabéns ao ICB! Unidade da UFAM, que, nesses 50 anos, foi e continua sendo muito importante na formação de inúmeros e competentes profissionais nas áreas biológicas, de educação e saúde. É justa a comemoração e agradeço muitíssimo a todos pelo convite para participar desse momento tão especial”.

Professor José das Neves Falcão - “Este momento de celebração dos 50 anos do ICB é, para mim, uma grande honra. Fui o primeiro aluno formado pelo curso de Ciências Biológicas do ICB/Ufam, em 1977. Em 1978 fui contratado como professor do Instituto, onde exerci vários cargos, inclusive de diretor. Minha gestão como diretor foi no período de setembro de 1993 a setembro de 1997. A primeira conquista durante minha gestão foi manter o PET do curso de Ciências Biológicas que eu havia implantado em 1992, tendo permanecido como tutor do grupo até me aposentar em 1998. Outra importante conquista durante minha gestão foi a implantação do Mestrado Institucional na área de Genética, possível devido a um convênio entre a Ufam e Universidade Federal de São Carlos. Trabalhar no ICB foi uma experiência maravilhosa, principalmente, pelo trabalho integrado que desenvolvi com todos os segmentos, além das amizades que conquistei. Atualmente aposentado, sinto saudade de todos os momentos vividos, mas fico muito feliz em saber que o ICB se desenvolveu muito, criando novos cursos de graduação e pós-graduação, dando continuidade ao desenvolvimento de pesquisas e à formação de profissionais altamente competentes e conquistando um bom espaço físico. Todas essas conquistas só ocorreram graças à competência, dedicação e compromisso dos professores e demais integrantes do ICB. Parabéns ao ICB e a todos que fizeram e fazem parte dessa história de muitas lutas e realizações”.

Professor Luiz Alberto dos Santos Monjeló - “Eu me lembro de quando o ICB  foi transferido de uma casa alugada em frente ao auditório Doutor Zerbini, na rua Afonso Pena, na Praça 14, para o Campus Universitário e ficamos com os laboratórios em instalações temporárias. Durante minha gestão, foi construído o auditório Paulo Friederick Bührnheim do ICB, o Instituto foi totalmente ligado por fibra óptica e apresentamos o projeto de construção das instalações definitivas da nossa Unidade Acadêmica, para a qual conseguimos verba unificada de deputados federais. Na época, a administração superior da Universidade priorizou a construção da área definitiva da Faculdade de Estudos Sociais (FES) para que a Universidade não pagasse mais aluguel do prédio que abrigava os cursos da FES. Depois, outras prioridades também foram colocadas antes da construção das instalações do ICB. Tempos depois, tudo deu certo, os prédios foram construídos nas gestões seguintes e o ICB desfruta hoje de uma estrutura à altura das contribuições científicas que dá para a sociedade”.

Professor Eduardo Ossamu Nagao - “Minha gestão foi um período de transição entre o antigo e o novo.  Naquela época conseguimos, a partir de uma ementa parlamentar, os recursos financeiros para construção dos blocos do Instituto de Ciências Biológicas, recursos que chegaram com a luta dos diretores anteriores e que, no final do mandato do reitor Hidembergh Frota, fomos contemplados, juntamente com o ICE. A elaboração do projeto arquitetônico do ICB demorou mais de um ano para ser concluída. Outro fato importante da construção dos blocos do ICB foi onde eles seriam construídos. Pelo plano de expansão da Ufam, o ICB seria construído no setor Norte. Porém, a direção tomou a decisão de ficar no setor Sul, vez que no Setor Norte não teria para onde expandir mais. Também nesse período, o ICB entrou no REUNI e, com a adesão, foi possível criar os cursos de licenciatura noturno de Ciências Biológicas e Ciências Naturais e concretizar o curso de Tecnólogo em Biotecnologia, além de contratar docentes e TAEs. Foi nesse período também que oferecemos o primeiro curso a distância da Ufam: o curso licenciatura em Ciências Biológicas na modalidade a distância, cujo primeiro coordenador foi o professor Edinbergh e, posteriormente, a professora Maria Linda Flora, além dos cursos de licenciatura em Ciências Biológicas e Ciências Naturais pelo PARFOR”.

Professora Sônia Maria da Silva Carvalho  “Durante minhas gestões, todos os cursos, via REUNI, com vagas noturnas, foram ampliados dando novas oportunidades aqueles que trabalham, assim como os três cursos de Pós-graduação se consolidaram- PPGBIOTEC, PPGIBA, PPGZoo. As novas instalações prediais, com estruturas maiores e melhores condições para o desenvolvimento das atividades de ensino, pesquisa e extensão, possibilitaram o recebimento de prêmios em nível nacional como o Selo de Qualidade do CFBio para o Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas e, em nível internacional, ganhamos de 2013 até 2019, em competição internacional de Biologia Sintética - IGEM, 1 medalha de ouro, 2 de prata e 1 de bronze, com pesquisas que trazem  alternativas para problemas ambientais e da saúde. Parabenizo o ICB em seus 50 anos, pelo marcante compromisso de oferecer sempre um ensino de qualidade e oferecer para a sociedade profissionais, engajados com as questões sociais, econômicas e ambientais. Agradeço ainda a oportunidade que me foi dada como discente, em 1985, quando fui aluna do Básico do Curso de Ciências Farmacêuticas, de me inserir na pesquisa em Micologia, o que me despertou o interesse em contribuir também como docente, nesta área, neste Instituto, pelo qual tenho muito amor e carinho”.
Para saber mais sobre a história do ICB, acesse o site do ICB/Ufam .

Confira a lista dos integrantes da comunidade ICB/Ufam

 

 

Adna Wally de Melo Gomes

 

Adriana Araujo Pompeu Piza Santos

 

Adriana Gonzaga Dantas

 

Adriana Malheiro Alle Marie

 

Aldeniza Cardoso de Lima

 

Alessandra Alves da Silva Magalhães

 

Aline Marinho Picanço

 

Ana Lúcia Silva Gomes

 

Ana Maria Vieira de Souza Vital

 

Ana Paula de Araújo

 

Andréa Belém Costa

 

Andréa Viviana Waichman

 

Antônio Luiz Ribeiro Boechat Lopes

 

Asafe Lopes de Senna

 

Aya Sadahiro

 

Bruno Mendes Tavares

 

Carlos Eduardo Faresini e Silva

 

Carlos Gustavo Nunes da Silva

 

Cinthya Iamille Frithz Brandão de Oliveira

 

Cíntia Cornelius Frische

 

Cleverson Agner Ramos

 

Cristina Motta Bührnheim

 

Daiane Martins Ramos

 

Daniele Aparecida Matoso

 

Débora Clivati Faria Pereira

 

Deisy Pereira Saraiva

 

Denilson da Silva Veras

 

Deomício Nogueira Nonato

 

Diego Sotero de Barros Pinangé

 

Doriane Picanço Rodrigues

 

Edinbergh Caldas de Oliveira

 

Edmar Vaz de Andrade

 

Edson Augusto Brazão Castro

 

Edson Junior do Carmo

 

Eduardo Ossamu Nagao

 

Elder Nascimento Pereira

 

Elias Cristiano Cândido da Silva

 

Elizandra Rêgo Vasconcelos

 

Erico Macedo Polo

 

Erilene Santos do Carmo

 

Eva Maria Alves Cavalcanti Atroch

 

Ewerton Santos de Lima

 

Fabiana dos Santos e Souza Frickmann

 

Fábio Siqueira Pitaluga de Godoi

 

Fabrício Beggiato Baccaro

 

Flávia Regina Almeida Campos Naief Moreira

 

Flávio Romero Beckman Moura

 

Geane Antiques Lourenço

 

Gildázio Costa Ferreira

 

Grazyelle Sebrenski da Silva

 

Guilherme Peixoto Tinoco Âreas

 

Helenires Queiroz de Souza

 

Ígor Luís Kaefer

 

Ilia Gilmara Carvalho dos Santos

 

Irlane Maia de Oliveira

 

Isabelle Bezerra Cordeiro

 

Italo Thiago Silveira Rocha Matos

 

Ivens Sampaio Siqueira de Jesus

 

Ivone Maria Viana Pereira

 

Iza Marineves Almeida da Rocha

 

Izeni Pires Farias

 

Jarbas Pereira de Paula

 

Jardel Claudino Pereira Santos

 

Jaydione Luiz Marcon

 

Jean Charles da Cunha Peixoto

 

Jefferson da Cruz

 

Jerusa Araújo Quintão Arantes Faria

 

Jessica Vanina Ortiz

 

Jessica Souza da Costa

 

João Anderson Fulan

 

Jocilene Guimarães Silva

 

José Antonio da Silva Colares

 

José Fernando Marques Barcellos

 

José Milton de Araújo Conde

 

José Renato Pereira Cavallazzi

 

José Rufino Vinhoti de Oliveira

 

José Wilson Nascimento Corrêa

 

Josiane Baccarin Traldi

 

Juliana de Souza Araújo

 

Juliana Schietti de Almeida

 

Kirley Michelly Marques da Silva

 

Kleber Prado Liberal Rodrigues

 

Kleist Praia Mendonça

 

Lidiomar Freitas de Farias

 

Lorena Nacif Marçal

 

Lucia Tereza Tapajós Makaren

 

Luciana da Silva Brito

 

Luiz Frederico Mendes dos Reis Arruda

 

Maiza Conceição Ferreira da Cunha

 

Marcela dos Santos Magalhães

 

Marcelo Gordo

 

Marcelo Menin

 

Marcia Neiva

 

Marco Aurélio Sartim

 

Maria Anália Duarte de Souza

 

Maria Cristina dos Santos

 

Maria das Neves da Silva Viana

 

Maria do Carmo Queiroz Fialho

 

Maria Ermelinda do Espirito Santo Oliveira

 

Maria Francisca Simas Teixeira

 

Maria Gracimar Pacheco de Araújo

 

Maria Inês Braga de Oliveira

 

Maria Ivone Lopes da Silva

 

Maria Linda Flora de Novaes Benetton

 

Maria Olívia de Albuquerque Ribeiro Simão

 

Maria Rosalba da Costa Bilby

 

Mario da Silva Nunes

 

Mirlane Guimarães de Melo Cardoso

 

Moises de Lima Bezerra

 

Nádia Gomes Batista dos Santos

 

Oscar Tadeu Ferreira da Costa

 

Pablo Costa Cortez

 

Pedro Manuel Ribeiro Simões dos Santos

 

Philip Dalbert da Silva Castro

 

Quelly Christina França Alves Schiave

 

Rafael de Oliveira Alvim

 

Raimundo Barbosa de Souza

 

Raimundo Felipe Cruz Filho

 

Raquel de Santana Pontes

 

Renato Guimarães Nascimento

 

Rita Bentes Rodrigues

 

Rogério Monteiro Rocha

 

Rogério Olmedija de Araújo

 

Ronis Da Silveira

 

Rosany Piccolotto Carvalho

 

Rosilene Ribeiro Campos

 

Rozana de Medeiros Sousa Galvão

 

Rubens Silva Conceição

 

Ruth Maria Alencar Peixoto

 

Saulo Cézar Seiffert Santos

 

Sérgio Henrique Borges

 

Sergio Luis Gianizella

 

Sergio Luiz Rodrigues da Silva

 

Silo Soares da Silva

 

Silvânia da Conceição Furtado

 

 Sônia Maria da Silva Carvalho 

 

 Spartaco Astolfi Filho 

 

 Suellen Cristina Barbosa Nunes 

 

 Takeshi Matsuura

 

 Tereza Cristina Torres dos Santos Barbosa

 

 Thais Billalba Carvalho

 

 Thierry Ray Jehlen Gasnier

 

 Tomas Hrbek

 

 Valdir Pavanelo Junior

 

 Vanda da Costa Serrão

 

 Veridiana Vizoni Scudeller

 

 Waldemar Loureiro Belota Filho

 

 Wallice Luiz Paxiúba Duncan

 

 Welton Yudi Oda

 

 Yeda Maria Boaventura Correa Arruda

 

 

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