Políticas Públicas e Artes Visuais na Amazônia: um debate necessário

Projeto ‘Escalas Amazônicas’ propõe avaliação de políticas públicas de fomento às artes visuais nos últimos dez anos. Manaus é a última parada

“Já passamos por Belém e por Rio Branco. Agora voltamos para debater o mapeamento das políticas públicas em Manaus e no Amazonas nos últimos dez anos. É preciso somar com atores sociais e artistas, compreender que o diálogo é necessário e criar um corpo reflexivo e atuante”, argumentou o proponente do ‘Escalas Amazônicas’, antropólogo Ricardo Agum, que encerra o ciclo de seminários na capital amazonense.

Ao receber a atividade na última sexta-feira, 16, o Centro de Artes da Ufam (Caua) busca ser cada vez mais um local de referência na promoção do diálogo entre os artistas, os produtores de arte e a sociedade amazonense. “Nós servimos a comunidade. Esse é apenas um dos projetos que utiliza o teatro do Caua para estabelecer essa comunicação de propostas no setor artístico”, afirmou o diretor do órgão suplementar, professor Paulo Simonetti.

Este ano, o Centro de Artes recebeu dois artistas nacionais, um de São Paulo e outro de Brasília, para execução de projetos fomentados pela Fundação Nacional de Artes (Funarte). O professor avalia que esses eventos incentivam os artistas locais a inscreverem seus projetos, participarem dos editais e entrarem no circuito regional e nacional de artes, participando da vida cultural do país. “Sabemos que não é tarefa fácil, por causa das dificuldades na elaboração de projetos e da concorrência com os principais centros culturais, mas nós temos possibilidades de crescer muito nesse setor”, disse ele.

Frank Wyllys, 22, é finalista de Filosofia da Ufam e membro do Centro Popular do Audiovisual (CPA), projeto financiado pelo edital Formação em Comunidades do Banco do Brasil (BB). “Nós estudamos e criamos projetos de audiovisual, não somente filmes, mas todo tipo de material. Este mês estamos fazendo curtas, e todos fazem desde roteiro, direção, fotografia e produção até atuação”, explicou. “Quero criar materiais sobre Filosofia que possam ser usados nas aulas, porque estou concluindo a Licenciatura e percebi a escassez de audiovisual sobre temas dessa disciplina”, esclareceu Wyllys.

Políticas Públicas

Docente da graduação e do mestrado em Ciências Políticas da Universidade Federal do Piauí (UFPI), a professora Monique Menezes lecionou: “As políticas públicas tiveram origem nas ciências políticas na década de 1950, nos Estados Unidos. Esse conceito de ‘governo em ação’, mais tarde, foi apropriado por outros países”. Segundo ela, os governos são responsáveis pela elaboração de políticas públicas, mas devem considerar o papel da sociedade civil.

A ministrante completou: “Há um ciclo necessário à efetivação de políticas públicas. Ele inicia com a aparição de um problema na sociedade; a criação de agenda e de alternativas; a decisão sobre as políticas públicas; a implementação; a avaliação e a possibilidade de continuidade ou extinção”. Na etapa de avaliação, ela frisa que os governos devem ouvir os receptores dessas políticas. “Não dá para a avaliação ser ‘encapsulada’, pois não terá imparcialidade alguma”, disparou.

Já o conselheiro municipal de cultura de Audiovisual (Manaus) e realizador audiovisual Paulo Cezar Freire concentrou a fala na questão local. Para ele, a ausência de uma Lei Municipal de Incentivo à Cultura é um tema importante nesse debate, porque Manaus é a única capital que ainda não tem essa legislação.

“Nós estamos falando de formação. Quando o Estado está ausente, quem se apropria dos bairros é a marginalidade, razão pela qual é preciso fomentar a produção cultural para que os artistas ocupem os espaços da cidade com cultura e arte”, disse ele. “Um dos maiores impedimentos é que nós estamos falando de um ‘impacto' de 2% no orçamento do município, e isso seria da ordem de 13 milhões de reais”, completou Freire.

Fomento

A atividade faz parte da 13ª edição do ‘Programa Rede Nacional Funarte de Artes Visuais’. O projeto Escalas Amazônicas passou pelas capitais Belém-PA, Rio Branco-AC e Manaus com debates sobre os investimentos governamentais em artes visuais na última década.

Concluídas as atividades presenciais, os conteúdos elaborados em parceria com os públicos dos seminários nas três capitais serão organizados em livro impresso e virtual com distribuição gratuita.

Pró-reitoria de Gestão de Pessoas comunica suspensão do atendimento externo.

A Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas - ProGesp - comunica que na segunda-feira, 19, não haverá atendimento externo, em virtude de atividade interna com os servidores.  

Pesquisa traça perfil motor de filhos de servidores com até um ano e meio. Traga seu dependente

O agendamento é feito pelo site www.fisioufam.com.br os atendimentos ocorrem sempre às sextas-feiras, pela manhã

O objetivo principal do trabalho é traçar um perfil dos dependentes de servidores da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) com idade de zero a 18 meses para, em seguida, relacionar os dados do desenvolvimento motor a fatores socioeconômicos.

A pesquisa será realizada pelo curso de Fisioterapia no Laboratório de Cinesioterapia do Bloco C da Faculdade de Educação Física e Fisioterapia (FEFF). As atividades do projeto são realizadas toda sexta-feira pela manhã, até o dia 27 de janeiro.

“Em linhas gerais, a avaliação do desenvolvimento motor de um bebê, sobretudo no período até os dois anos, auxilia na observação da tipicidade de seu desenvolvimento, isto é, permite observar se uma criança está se desenvolvendo bem, com habilidades motoras e controle motor adequado para sua idade cronológica”, explica a coordenadora do projeto, professora Ayrles Mendonça.

“A detecção precoce de um atraso no desenvolvimento motor permite inferir que a criança precisará de uma avaliação mais criteriosa e de um acompanhamento multiprofissional, visando a investigar as causas do atraso. A conclusão é esta: quanto mais cedo for detectado o atraso do desenvolvimento motor, mais fácil é o diagnóstico e as intervenções para reversão do quadro”, esclarece.

Ela explica que no caso de a criança apresentar alteração motora, a situação poderá estar relacionada a lesões neurológicas graves ou até à ausente ou incorreta estimulação recebida em seu ambiente familiar ou externo. 

O projeto pretende avaliar os filhos de servidores da Ufam para verificar se existe atraso e suas possíveis causas. Caso seja detectada alteração no desenvolvimento motor, o dependente deve ser encaminhado a serviços especializados de atendimento por pediatras e neuropediatras.

Amostragem

Segundo a coordenadora, para que os objetivos sejam realizados testes com o maior número possível de dependentes de servidores nessa faixa etária. “Essa pesquisa foi aprovada pelo comitê de ética em pesquisa da Universidade e esperamos colaborar para o delineamento do perfil motor desse grupo específico”, informa a docente. 

 

Mais informações: 

Orientadora: Ayrles Mendonça Fone: (92) 98116-8814
Orientanda: Michelle Alexandrina Fone: (92) 99412-0508 / (92) 98449-7903 wattsap

 
Ou pelo Fale conosco.
Anexos:
Fazer download deste arquivo (Chamada DI Fisioufam.pdf)Chamada DI Fisioufam[ ]671 kB

Núcleo do Projeto Rondon na Ufam inicia atividades

O Projeto Rondon, do Ministério da Defesa, começa a dar os primeiros passos para a consolidação de um núcleo na Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Na última quarta-feira (14), o professor do Departamento de Química e representante legal da Universidade junto ao Ministério, Rafael Salgado, palestrou sobre o projeto para professores e estudantes no Auditório Rio Negro, do Instituto de Ciências Humanas e Letras (ICHL).

Rafael conta que, atualmente, o objetivo é atrair voluntários para compor a núcleo dentro da Ufam. A expectativa é formar uma equipe para atuar na temporada de operações do Projeto em janeiro de 2018.

“O Projeto Rondon é o maior projeto de extensão do Brasil a título de universidade, então ele precisa ser conhecido dentro da Ufam”, declara o professor. “Trata-se de um projeto social, voluntário, sem fins lucrativos, voltado única e exclusivamente para elevar a qualidade de vida de comunidades carentes. Também busca consolidar no universitário uma noção de cidadania, justiça e direito social”.

O Projeto Rondon atua por meio de operações em comunidades vulneráveis de todo o país. São desenvolvidas ações educativas multidisciplinares para capacitar as populações menos favorecidas, ajudando-as no reconhecimento e resolução de seus problemas. Longe de ter um caráter assistencialista, o Projeto age em conjunto com os governos locais para formar multiplicadores, consolidando um processo de transformação da realidade das comunidades.

As ações do Projeto Rondon contemplam âmbitos como Educação, Cultura, Justiça, Saúde e Trabalho, entre outras.

 

Experiência voluntária

Rafael foi “rondonista” durante a graduação, participando da operação Rio dos Siris no sertão de Pernambuco, em janeiro de 2011. A experiência o marcou tanto que ele quis voltar, desta vez na condição de professor. “Eu me apaixonei pelo projeto. Lembro que no último dia de operação eu prometi a mim mesmo que iria voltar. O subtítulo do projeto é ‘uma lição de vida e cidadania’, por isso você entra achando que vai ensinar, mas a lição não é só para os comunitários. Quem mais aprende somos nós da universidade. O Projeto é a sala de aula aberta, a sala de aula no Brasil. O contato com a comunidade é maravilhoso. Levamos 23 quilos de bagagem de mão e retornamos com uma tonelada de conhecimento”, relata o docente.

A acadêmica do 6º período de Enfermagem, Luciene Oliveira da Cruz, foi atraída pela iniciativa e planeja participar das atividades do núcleo recém-formado. “A possibilidade de conhecer outras realidades e contribuir de alguma forma na melhor qualidade de vida das pessoas que vivem ali é uma ideia que me empolga. Dentro da área da saúde, nos deparamos com muita desinformação; considero que é nosso trabalho mudar isso. Uma informação a mais pode fazer toda a diferença para a vida das pessoas, e as ações do Projeto Rondon fazem justamente isso: mudam vidas. Pretendo participar ativamente do núcleo”, declarou a aluna.

 

Para participar

Estudantes de qualquer curso de graduação da Ufam podem se juntar ao núcleo. A iniciativa funcionará como um Programa institucional de Bolsas de Extensão (Pibex), desenvolvendo ações similares às das operações do Projeto, só que em menor escala na cidade de Manaus. Informações sobre o processo seletivo podem ser acessadas na fan page facebook.com/rondonnucleoufam ou pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. .

 

Conheça mais

Projeto Rondon > projetorondon.defesa.gov.br.

 
 

ARII atende o público em horário especial entre os dias 19 e 23 de dezembro

A Assessoria de Relações Internacionais e Interinstitucionais (ARII) informa que o horário de atendimento ao público externo será realizado das 8 às 12h durante o período de 19 a 23 de dezembro.

A redução deve-se à necessidade de atender demandas internas, como revisão de fluxos administrativos e registros e relatórios referentes às atividades da Assessoria em 2016.

Contato:

3305 1753 / O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Setores podem estabelecer escala de trabalho para a semana de 26 a 30 de dezembro

A Portaria nº 3.161/2016-GR autoriza que os setores da Universidade Federal do Amazonas estabeleçam uma escala de trabalho para os dias 26, 27, 28, 29 e 30 de dezembro.

A autorização é uma medida para reduzir gastos com a atividade administrativa, tendo em vista que o recesso acadêmico está compreendido nesse mesmo período e os feriados de Natal (25/12/2016) e de Ano Novo (1º/1/2017) serão no domingo.

As concessões estão condicionadas à respectiva compensação, conforme estabelecido no art. 44, II, da Lei nº 8.112/1990 (Estatuto dos Servidores Públicos Civis da União).

Anexos:
Fazer download deste arquivo (Portaria n 3.161-2016.jpg)Portaria n 3.161-2016[ ]188 kB

Ufam é destaque na área de Computação com alunos e professores premiados em 2016

Este ano a Universidade Federal do Amazonas teve pelo menos 15 premiações e destaques para professores e alunos da área de Informática em competições nacionais e internacionais, eventos sobre programação e desenvolvimento de aplicativos e programas de financiamento de projetos inovadores, como a Bolsa Google para a América Latina.

"Foi um ano muito proveitoso. Isso é fruto de muito trabalho. Não foi à toa que a Ufam  liderou a lista de Universidades Federais do Brasil com o melhor curso de Ciência da Computação no ano passado e o curso de Sistemas de Informação obteve nota 4 em sua primeira avaliação. Nós, servidores técnicos e professores, trabalhamos muito todos os dias para fazer o nosso melhor", disse o diretor do IComp, Ruiter Caldas.

Mateus Tymburiba, ex-aluno de mestrado do professor Eduardo Feitosa, ganhou menção honrosa no Concurso de Teses e dissertações do Simpósio Brasileiro em Segurança da Informação e de Sistemas Computacionais (SBSeg 2016).

No Simpósio Brasileiro de Engenharia de Sistemas Computacionais (SBESC), Eduardo Valentin, Rosiane De Freitas Rodrigues e Raimundo Barreto levaram o prêmio de melhor artigo da trilha de Sistemas de Tempo Real. O professor Raimundo Barreto também ganhou menção honrosa na Competição Intel de Desenvolvimento de Sistemas Embarcados, junto com a equipe composta pelos alunos de Engenharia da Computação Gabriel Alisson Costa Queiroz, João Victor Lima Lopes e Rosmael Colsoul de Miranda. Dos quase 300 projetos submetidos, apenas 45 foram classificados.

Em Uberlândia, alunos da unidade ganharam menção honrosa no concurso de aplicativos em informática na educação AppsEdu durante o Congresso Brasileiro de Informática da Educação. Rodrigo Pereira e Marcos Siqueira, graduandos em Ciência da Computação, e David Lima, doutorando do Programa de Pós Graduação em Informática (PPGI) foram os agraciados, todos sob a orientação da professora Thais Castro.

Já no Simpósio Brasileiro de Qualidade do Software (SBQS), as pesquisadoras Adriana Lopes, Natasha Valentim, Bruna Moraes, Renata Zilse e Tayana Conte receberam o prêmio de melhor artigo na categoria Relatos de Experiência. Ainda no SBQS, a tese do ex-aluno Davi Viana ganhou o segundo lugar no concurso de teses e dissertações, sob a orientação da Professora Tayana Conte.

Tayana também foi orientadora do artigo dos alunos Elizamary Nascimento e Williamson Silva no Simpósio Brasileiro de Engenharia de Software (SBES). Dos 84 artigos submetidos à banca científica do, apenas 15 foram aceitos. Desses 15, um foi do Instituto de Computação da Ufam.

O trabalho do aluno de doutorado do PPGI/Ufam, Bernardo Bentes Gatto, foi escolhido como melhor trabalho na “21st BMVA Computer Vision Summer School”, realizada em Swansea- Reino Unido. O estudante teve a orientação dos professores Eulanda dos Santos e Waldir Sabino.

O trabalho de Iniciação Científica (PIBIC) da aluna do curso de Ciência da Computação Victória Patrícia Aires, orientada pela professora Rosiane de Freitas, foi selecionado entre os dez melhores em Computação do Brasil em 2016, no Concurso de Trabalhos de Iniciação Científica (CTIC) do Congresso da Sociedade Brasileira de Computação (CSBC 2016), sendo publicado nos anais do evento.A pesquisa também figurou entre as quatro melhores do Brasil na área multidisciplinar de Pesquisa Operacional no Concurso de Projetos de Iniciação Científica (PIC) do Simpósio Brasileiro de Pesquisa Operacional (SBPO 2016).

O professor Altigran Soares, um dos membros do Instituto de Computação da Ufam (Icomp), também passou a fazer parte do Comitê de Área de Ciência da Computação do CNPq.

Maratona de Programação

A equipe do IComp-Ufam-POG ficou em primeiro lugar na 1ª fase da Maratona de Programação (ACM ICPC South America/Brazil), sede Manaus-AM, e se classificou para a final brasileira da competição. A equipe IComp-Ufam-POG era composta pelo aluno veterano Tyller Jor'El, e pelos calouros Eduardo Lopes, Rodrigo Otavio Leão, João Alberto Braga Jr., e tinha como coach  a professora Rosiane de Freitas.

Rosiane também recebeu um prêmio de fomento à pesquisa da Microsoft Research (EUA), referente à pesquisa multidisciplinar relacionada à "Otimização de processos envolvidos na estimativa da captura de carbono pela floresta amazônica", conduzida com alunos do IComp (doutorandos e mestrandos do PPGI e de iniciação científica- PIBIC), em colaboração com o Laboratório de Manejo e Dinâmica Florestal do INPA, liderado pelo pesquisador Niro Higuchi.

Bolsa de Pesquisa Google

Um Projeto da USP/São Carlos com o IComp/Ufam foi selecionado pelo Google e vai receber uma bolsa de pesquisa. O projeto passou a fazer parte do programa de Bolsas de Pesquisa Google para a América Latina. A empresa recebeu um total de 473 pedidos de financiamento, de 13 países, e selecionou apenas 24 propostas para financiar. 

Raíza Hanada é aluna egressa do IComp/Ufam e também fez parte do PET e o projeto selecionado tem colaboração direta do instituto. “Este projeto engloba o doutorado da Raíza e o mestrado do Fernando Anglada, do IComp. A colaboração envolve pesquisadores nas áreas de Interface Humano-Computador (professores Maria da Graça Pimentel da USP e Khai Truong, da Universidade de Toronto) e Aprendizagem de Máquina (Marco Cristo e Fernando Anglada, do IComp)”, explica o professor da Ufam, Marco Cristo.

 Conic

Finalmente, a aluna de Ciência da Computação Victoria Patrícia Silva Aires, sob a orientação da professora Rosiane de Freitas, levou o prêmio de Melhor trabalho de PIBIC da área de Ciências Exatas, da Terra e Engenharias do Congresso de Iniciação Científica (Conic) da Universidade Federal do Amazonas e o aluno Jackson Lucas Sales de Lima recebeu Menção honrosa da Computação junto com seu orientador, professor Horácio de Oliveira.

 

Fonte: ICOMP.

I Seminário de Formação da Rede Norte do Programa Saberes Indígenas na Escola discute Educação escolar indígena no Brasil

Apresentações culturais, oficinas e mostras pedagógicas integram a programação do evento que ocorre até a próxima quinta-feira, 15.

Coordenador Geral do Seminário, professor Gersem Luciano, durante pronunciamentoCoordenador Geral do Seminário, professor Gersem Luciano, durante pronunciamento

A ação “Saberes Indígenas na Escola” tem o propósito de fortalecer as políticas educacionais em prol dos povos indígenas, promovendo o aperfeiçoamento profissional de professores indígenas que atuam na educação básica. Na manhã desta segunda-feira, 12, ocorreu a abertura do I Seminário de Formação da Rede Norte do Programa Saberes Indígenas na Escola -SIE/UFAM, uma atividade promovida pela UFAM em parceria com o Instituto Federal do Amazonas, a Universidade do Estado do Pará, Secretarias Municipal e Estadual de Educação e organizações não-governamentais.

Durante a abertura do evento, o coordenador geral do Seminário, professor Gersem dos Santos Luciano, ressaltou que o encontro é uma oportunidade de conhecer as diferentes experiências e trabalhos que os núcleos dos Saberes Indígenas na Escola, coordenados pela UFAM, desenvolvem. “É a primeira vez que essa rede imensa do Amazonas e Pará está se reunindo. O seminário é uma oportunidade de informação, formação e intercâmbio de experiências sobre nossas atividades com 27 dos 64 povos no estado do Amazonas”, afirmou o coordenador.

Ele destacou ainda que a atividade é fundamental para viabilizar a Escola Indígena do futuro. “A Escola indígena do futuro é aquela que consegue fazer com que o aluno, cidadão indígena, consiga conservar sua tradição, cultura e língua com processos de alfabetização, letramento e numeramento específicos que atendam a essa dupla cidadania e, ao mesmo tempo, possibilite o acesso a tecnologias e conhecimentos universais da escola e da universidade”, declarou ele.

Resistência e protagonismo indígena

Professora Elciclei Faria, da Faculdade de Educação, foi a palestrante da abertura do eventoProfessora Elciclei Faria, da Faculdade de Educação, foi a palestrante da abertura do eventoA palestrante da abertura do evento, professora Elciclei Faria, abordou a trajetória histórica da Educação escolar indígena no país e destacou os avanços na área. “Ao trazer um pouco desse histórico do que foi a Educação Escolar indígena ou Escola para Índios no Brasil, observamos a tentativa de imposição de língua e cultura europeia, mas observamos também a resistência indígena a essas tentativas de apagamento. Além de permanecerem com suas línguas e costumes, os indígenas também se apropriaram dos conhecimentos das sociedades que tentavam subjugá-los. Conseguimos ver também avanços muito importantes como quando o movimento indígena assumiu a sua autonomia e levou à frente, num primeiro momento, a proposta de garantia de direitos e agora, na atualidade, luta pela efetiva implementação de tais políticas públicas. Eles são autores, propõem projetos, assumem espaços dentro das instituições federais, estaduais e municipais e fazem a diferença, ocupando posições que vão desde secretarias municipais a cargos no Ministério da Educação”, declarou a palestrante.

Maria Ângela Moura é um exemplo desse protagonismo indígena. Descendente do povo Tukano, ela integra o Fórum Nacional de Educação Escolar Indígena. “É preciso avançar de acordo com os direitos que reivindicamos e conquistamos ao longo do tempo. Este seminário é importante para nós porque a formação oferecida aqui está aliada aos nossos objetivos de aperfeiçoar as práticas pedagógicas em sala de aula e nós entendemos que uma boa formação nos faz mais unidos em torno de nossos objetivos”, afirmou a participante do seminário.

Programação

Participante do Seminário, Maria Ângela Moura integra o Fórum Nacional de Educação Escolar IndígenaParticipante do Seminário, Maria Ângela Moura integra o Fórum Nacional de Educação Escolar IndígenaO I Seminário de Formação da Rede Norte do Programa Saberes Indígenas na Escola ocorre até Legenda ocorre até o dia 15 de dezembro. Nesta terça, 13, às 9h, ocorre a oficina temática sobre a diferença entre alfabetização e letramento, com a instrutora Maria Socorro Pimentel, da Universidade Federal de Goiás. No dia 14, o professor Carlos Eduardo de Souza, do Instituto Federal do Amazonas (IFAM) realiza a oficina sobre numeramento.

 Seminário ocorre no auditório do Centro de Treinamento Padre Anchieta (CEPAN), Japiim II

 

 

Aluno da Ufam é premiado em Competição Internacional de Engenharia

Felipe Monteiro estuda Engenharia da Computação na UfamFelipe Monteiro estuda Engenharia da Computação na UfamAluno do curso de Engenharia de Computação da UFAM, Felipe Monteiro, é o primeiro brasileiro premiado no ACM Student Research Competition,  evento promovido pela International Symposium on Foundations of Software Engineering (FSE).

Sob orientação do professor Lucas Cordeiro, Felipe apresentou o trabalho  “Verificação de modelos limitados de sistemas digitais Estado-Espaço” que defende a aplicação de técnica conhecida como Bounded Model Checking na verificação de propriedades de controladores digitais de ponto fixo, componentes utilizados em vários tipos de sistemas, desde roteadores de internet até aviões e foguetes.

Felipe Monteiro chegou ao final da competição juntamente com dois alunos da Universidade de Washington (Seattle/EUA), orientados pelo renomado professor Lucas Cordeiro, que relata ser uma conquista notável e que deve ser comemorada com muito orgulho. 

“O FSE é um grande evento internacional que reúne os melhores nomes na área de engenharia de software e ficamos muito felizes de que nesta edição a Ufam tenha obtido tão inédita premiação”, comenta.

O aluno também explica que a ACM seleciona os trabalhos mais influentes em diferentes ramos da Computação para aplicar à competição e que a seleção se dá em várias fases, sendo que na última fase, os alunos fazem apresentação de 10 minutos sobre a pesquisa e o comitê seleciona os vencedores.

Equipe venceu competição internacional nos Estados UnidosEquipe venceu competição internacional nos Estados Unidos

O evento ocorreu de 13 e 18 de novembro de 2016, na cidade de Seattle, EUA.

 

Sobre o evento

Association for Computing Machinery é uma das organizações mais importantes para pesquisa na área.  Ela promove anualmente a ACM Student Research Competition, que é sediada, após uma seleção criteriosa, nas conferências mais influentes sobre Computação.

Os alunos interessados devem submeter artigo científico, que será revisado pelos organizadores da conferência. Após aprovação, os representantes dos artigos recebem US$ 500,00 para viajarem até o local de apresentação. Onde levam posters com o resumo do trabalho e são avaliados por um comitê especializado.

 

Fonte: Assessoria de Relações Internacionais e Interinstitucionais (ARII/Ufam).

Mitos em torno da surdez são desvendados em palestra sobre educação inclusiva

“O surdo é tão capaz quanto qualquer outra pessoa. A única diferença é que ele se comunica através de uma língua viso-espacial”, explica a professora Débora Arruda.

Língua de Sinais não é universal, como muitos pensamLíngua de Sinais não é universal, como muitos pensamA palestra revelou que ainda há mitos que envolvem a surdez, como a ideia de que há uma língua de sinais universal ou a de que não existem estruturas gramaticais próprias. A atividade ocorreu na tarde desta sexta, 9, no auditório Rio Alalaú da Faculdade de Educação (Faced) e faz parte do ‘Ciclo de Palestras e Debates sobre Inclusão no Contexto Amazônico’.

Trata-se de encontros mensais sobre temáticas de educação especial e inclusiva, cujo público de interesse são alunos de licenciaturas e pedagogia e professores da educação básica. “Iniciamos as atividades no início de 2016, mas ainda não se tinha falado nada sobre a surdez. Contemplamos o tema agora, convidando acadêmicos e profissionais a desmitificarem alguns conceitos do senso comum e a superá-los”, explica a coordenadora do Ciclo e mestranda em Educação da Faculdade de Educação (Faced/Ufam), Geyse Sadim.

Essa também é uma preocupação da graduanda do 8º período do curso de Pedagogia da Ufam, Juliana de Souza, 21, para quem, apesar da oferta de duas disciplinas sobre educação inclusiva de pessoas com deficiência na grade regular, a formação complementar é indispensável para preparar o profissional num contexto de escolas inclusivas, por exemplo.

“O professor tem que se reinventar, pesquisar, ter a colaboração de especialistas e criar novos métodos para lidar com a realidade da sala de aula”, propôs Juliana. Como acadêmica, avalia que o aluno deve se interessar pelos eventos, e o docente incentivar a participação da turma. “O acesso a metodologias inclusivas e conceitos de educação inclusivas passam pelo processo de desnaturalização de mitos, e isso é importante para os futuros pedagogos”, complementou.

Senso Comum

Servidora da Universidade desde 2011, a professora Débora Arruda vinculou-se ao curso de Licenciatura em Letras Libras tão logo iniciou a primeira turma, em 2014. O tema mitos em torno da surdez, segundo explicou, abriga uma série de questões pré-concebidas que o senso comum naturaliza ao longo dos anos. “Um dos mitos é falsa universalidade da Língua de Sinais. Isso é uma crença, mas isso não é verdade”, assegurou a palestrante.

“Não é um código secreto’ interpretado pelos surdos, e somente por eles compreendido. Esse mito perdura desde quando a maioria dos professores de surdos, em 1880, eram oralistas [não surdos]. No Congresso de Milão, as línguas de sinais ficaram proibidas, mas, para os surdos, o mais natural é sinalizar”, afirmou. “O ponto central desse mito é este: assim como as comunidades orais têm várias línguas, as línguas de sinais também variam”, destacou.

Um exemplo disso é o fato de que há sinais distintos para uma mesma palavra, como mãe; ou um mesmo sinal para a mesma palavra, como tartaruga e árvore, cujo sinal é igual na Língua Brasileira de Sinais (Libras) e na Língua Americana (ASL). “A origem da Língua de Sinais no Brasil é francesa, mas têm outras influências”, disse a professora Débora Arruda.

Educação inclusiva é o tema central do ciclo de palestras promovido pelo NEPPD em parceria com o PPGEEducação inclusiva é o tema central do ciclo de palestras promovido pelo NEPPD em parceria com o PPGE

Não é porque os surdos se comunicam através de experiências visuais que se deve considerar verdadeiro outro mito, o de que não existe organização gramatical nas línguas de sinais. Essa questão foi pacificada pela Lei nº2.436/2002, que conceituou a Libras e determinou que todos os alunos de licenciaturas devem tê-la como disciplina obrigatória. “A cientificidade que tem como fundamento a existência de uma gramática das línguas de sinais foi questionada até a década de 1970, quando foram criados os três primeiros parâmetros: configuração das mãos, ponto de articulação do sinal e movimento, com o objetivo de descrever os níveis fonológicos e morfológicos capazes de elaborar uma gramática própria”, esclareceu a palestrante.

Não é só isso. A expressão facial e os movimentos do corpo (não só das mãos) também têm uma carga de significado que diferencia os sinais interpretados, e eles são os equivalentes das palavras das línguas orais. Todos esses elementos formam a gramática própria que torna a Libras e a ASL (Estados Unidos) tão completas quanto a Língua Portuguesa ou a Inglesa.

Outros mitos citados pela professora são os de que os surdos vivem num silêncio absoluto. “Isso nunca foi verdade”, informa a professora, ao explicar que há graus de surdez que vão do leve ao profundo, passando pelo moderado. Da mesma forma, devem ser tidas como mito as questões sobre a existência de pensamentos ou sentimentos pela comunidade surda. “Claro que eles pensam e têm sentimentos, porque isso independe da oralidade”, concluiu.

NEPPD e PPGE

O Núcleo de Estudos e Pesquisas em Psicopedagogia Diferencial (NEPPD) é responsável por cinco atividades, dentre as quais a coordenação do Programa de Extensão Apoio Educacional Especializado (PAEE), responsável pelo Ciclo de Palestras, ministradas a cada mês.

Há projetos em parceria com escolas inclusivas e professores dessas instituições têm acesso a metodologias de educação inclusiva e formações oferecidas pelo PAEE por meio da extensão universitária, como os eventos e as Atividades Curriculares de Extensão (ACEs).

O atendimento às crianças deficientes da comunidade também é realizado no âmbito do NEPPD. O contato do Núcleo é somente pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. . Saiba mais sobre os eventos promovidos pelo NEPP na fan page facebook.com/eventosneppd.

“Outro objetivo  do Ciclo é trazer ao conhecimento público os temas de pesquisa tratados na Linha ‘Educação Especial e Inclusão no Contexto Amazônico’, da qual fazem parte dois docentes de Educação Física, dois de Educação e cerca de dez mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade”, esclarece a coordenadora. As pesquisas têm como principais temas acessibilidade, autismo, formação do professor de educação física e educação inclusiva, práticas pedagógicas e Educação a Distância inclusivas.

 

Nota de pesar - servidor Raimundo Rodrigues Ribeiro Filho

A Universidade Federal do Amazonas informa, com imenso pesar, o falecimento do servidor Raimundo Rodrigues Ribeiro Filho, técnico da Prefeitura do Campus Universitário na dia de ontem (08).

O velório foi realizado na funerária Canaã, localizada na Rua Major Gabriel, Centro de Manaus, e o sepultamento aconteceu hoje pela manhã no cemitério ParqueTarumã.

Proext realiza atendimento ao público das 8 às 12h entre os dias 12 de dezembro e 6 de janeiro

A Pró-Reitoria de Extensão informa que o atendimento ao público externo será feito em horário reduzido entre 12 de dezembro e 6 de janeiro, passando a ocorrer das 8 às 12h.

A alteração é necessária para que sejam cumpridas as demandas solicitadas à Proext, tais como registros e relatórios referentes ao ano de 2016.

Contatos

Informações solicitadas por email na aba “contatos” da página da Pró-Reitoria continuam sendo recebidas e atendidas com regularidade.

PPGH divulga resultado da 2ª etapa da seleção para mestrado

PPGH divulga resultado da 2ª etapa da seleção para mestrado

O Programa de Pós-Graduação em História (PPGH) divulga o resultado da 2ª etapa – Prova de Conhecimentos – do exame de seleção para ingresso no curso de mestrado 2017/1 do Edital 054/2016.

Candidatos aprovados (ordem alfabética)

  1. Ana do Nascimento Guerreiro
  2. Ana Meire Pereira Pedroza
  3. Caroline Almeida Gaspar
  4. Daniel Ayrton Santos Lima
  5. Daniel Lopes Comapa Cavalcante
  6. Davi Monteiro Abreu
  7. Hiana Rodrigues da Silva Magalhães
  8. Jorge de Oliveira Campos
  9. Josivaldo Bentes Lima Junior
  10. Laura Stellar Passador de Luiz Blanco
  11. Luziane Nair Lobato dos Santos
  12. Márcia Gabrielle Ribeiro da Silva
  13. Max Deulen Barauna Nogueira
  14. Rafael de Lima Ribeiro
  15. Raoni Araujo Lopes
  16. Sandro Lúcio Lima dos Santos
  17. Talita Gama de Magalhães

Confira em anexo o resultado.

XV SEMAGRO comemora 40 anos do curso de Agronomia

Egresso do curso de Agronomia, o vice-reitor, professor Hedinaldo Narciso Lima, presidiu a solenidade de abertura da XV SEMAGROEgresso do curso de Agronomia, o vice-reitor, professor Hedinaldo Narciso Lima, presidiu a solenidade de abertura da XV SEMAGROCom o tema "40 anos de Agronomia no Amazonas", a décima quinta edição da Semana de Agronomia da Universidade Federal do Amazonas (SEMAGRO) tem uma programação extensa que conta com palestras, cursos e apresentação de trabalhos.

Durante a solenidade de abertura, ocorrida na manhã desta segunda-feira, 05, no auditório Samaúma da Faculdade de Ciências Agrárias (FCA), o vice-reitor, professor Hedinaldo Narciso Lima, que também é egresso do curso de Agronomia, destacou que a SEMAGRO sempre foi um momento muito importante para os acadêmicos. “A formação de um engenheiro agrônomo não se restringe à sala de aula e acredito que coordenar e dirigir encontros científicos de nossa área torna consistente nosso processo de formação. Quando eu era estudante, realizávamos nossos trabalhos em apenas dois laboratórios e hoje os estudantes podem desfrutar de uma estrutura mais aprimorada, que conta com laboratórios para todas as áreas da Agronomia. As Ciências Agrárias, inclusive, com exceção de Coari, estão em todas as unidades da UFAM no Amazonas. Essa estrutura que se vê hoje é fruto do trabalho de todos nós que dedicamos nossas vidas à consolidação das Ciências Agrárias em nosso estado”, discursou o vice-reitor.

Representando a diretoria da Faculdade de Ciências Agrárias, a professora Maria Tereza Gomes Lopes, aproveitou para agradecer a todos os organizadores pela realização do evento. “É com alegria que a FCA anunciou  a realização da XV Semana de Agronomia. Quero agradecer o envolvimento estudantil e o envolvimento dos professores para que essa semana se realizasse. Tenho 15 anos na FCA e presencio nesses últimos oito anos que a FCA é outra em termos de infraestrutura, o que beneficia nossas pesquisas e contribui, por conseguinte,  com o desenvolvimento da região amazônica e do país”, comentou a gestora.

O coordenador do curso de Agronomia, professor Ernesto Oliveira, destacou os novos tempos do mercado de trabalho na área da Agronomia. "São muitas as mudanças no mercado de trabalho e nossos alunos tomam a frente dessa discussão para que adequemos nosso plano político pedagógicos a esses novos tempos”.

 Desenvolvimento rural

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Amazonas, Muni Lourenço, ressaltou a importância das Ciências Agrárias para o desenvolvimento econômico do Estado do Amazonas. “Os cursos voltados para a atividade rural vão cada vez mais adquirir importância no seio de desenvolvimento no Brasil, pois é esse setor que segura a estabilidade econômica de nosso país.

Thomaz Meireles foi o conferencista da abertura do eventoThomaz Meireles foi o conferencista da abertura do eventoO Amazonas precisa muito do empenho dos senhores e senhoras do curso de Agronomia, pois nosso estado não pode depender só da Zona Franca de Manaus, que trouxe concentração econômica para a capital. Precisamos fazer esse esforço de interiorizar a economia do Estado e vocês são o futuro da Agronomia e do empreendedorismo na área rural. Muitos estudantes de agronomia tem raízes rurais e não vejo porque não serem empreendedores na área, considerando que nesse momento, mais de um bilhão de seres humanos passam fome e o mundo precisa de comida. Quero finalizar meu discurso afirmando que a  Federação da Agricultura e Pecuária do Amazonas sempre estará à disposição do trabalho sério, ético e comprometido da Universidade Federal do Amazonas”, concluiu Muni Lourenço.

Cenário da Agricultura no Amazonas

A conferência de abertura foi proferida pelo representante da Companhia Nacional de Abastecimento - CONAB, Thomaz Meireles. Ele apresentou o cenário da Agricultura no Estado do Amazonas. “A realização dessa Semana Acadêmica torna a Agronomia um dos cursos mais importantes da Ufam, pois são 350 mil famílias no Amazonas que passam fome e Manaus é uma das capitais do Brasil com uma das cestas básicas mais caras do país. Esses números comprometem nossa soberania alimentar, pois significam que não temos produção no Amazonas de arroz, feijão, milho. Tudo vem de outros estados, mas acredito que as Ciências Agrárias possam reverter esse quadro adverso”, declarou o palestrante.

 

Estudantes do curso de Agronomia participamn do eventoEstudantes do curso de Agronomia participamn do eventoEstudante do quarto período do curso de Agronomia, Gabriel Leão Ferreira elogia a realização da Semana de Agronomia e fala sobre a expectativa em relação ao curso de Enxertia que será ministrado pelo pesquisador Everton Cordeiro.  “A SEMAGRA é suma importância para os futuros agrônomos pois proporciona uma ampla e vasta informação sobre a atual agricultura brasileira. Tenho muito interesse no curso de enxertia que será ministrado durante a SEMAGRA pelo pesquisador Ewerton Rabelo Cordeiro. Ele adota uma técnica bastante usada nos últimos tempos que cada vez mais vem crescendo e tendo um saldo positivo em relação ao controle e resistência a pragas e doenças dos Citrus. Minha expectativa para este curso é de que cada vez mais possamos aprender e usar esta técnica para que tenhamos uma agricultura avançada e melhorada”, disse o acadêmico.

Programação

A SEMAGRA segue até a próxima sexta-feira, 09, com palestras como “Manejo do cultivo de bananeira”, a ser proferida nesta terça-feira (06) pela pesquisadora Mirza Pereira, da EMBRAPA e a apresentação de trabalhos como “Uso de tecnologia na comercialização agrícola”, do acadêmico Macaulay Souza. 

Auditórios do ICHL entram em recesso de 19 a 30 de dezembro

O atendimento ao público nos auditórios do Instituto de Ciências Humanas e Letras (ICHL) será interrompido no período de 19 a 30 de dezembro para realização de atividades internas e manutenção nos Auditórios Rio Negro e Rio Solimões. Informamos também que o agendamento para 2017 pode ser feito a partir de 02 de janeiro. 

Comunicado Propesp

A Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação informa que no período de 5 a 31 de dezembro de 2016, funcionará em novo horário:

- 8h às 12h: recebimento de documentos e atendimento externo;

A mudança nos horários é devido ao aumento das demandas de serviços decorrente do final do exercício 2016, e ao número limitado de servidores técnico-administrativos da Propesp.

Informações: (92) 3305-1496 e 3305-1181 (ramais 2014 e 2015). 

Simpósio da SBPC & Jornada Farmacológica debatem saúde e ciência na região amazônica

Professor Adalberto Val, do INPA, falou sobre o atual cenário da ciência e tecnologia na AmazôniaProfessor Adalberto Val, do INPA, falou sobre o atual cenário da ciência e tecnologia na AmazôniaO 1º Simpósio Satélite da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e a 1ª Jornada Farmacológica do Amazonas tiveram início nesta quinta-feira (1). O simpósio segue até sexta-feira (2), no auditório Sumaúma da Faculdade de Ciências Agrárias (FCA), setor Sul do campus universitário.

Os eventos, realizados em conjunto, são uma iniciativa da Secretaria Regional da SBPC no Amazonas em parceria com o Programa de Educação, Saúde e Atenção ao Uso de Medicamentos (PRESA) da Pró-Reitoria de Extensão da Ufam (Proext).

O objetivo é divulgar as ações de ciência, tecnologia e informação para promover o desenvolvimento regional, proporcionando um espaço de debate sobre temas relacionados à saúde e o meio científico.

 

Secretário Regional da SBPC e coordenador do PRESA, professor José Wilson do Nascimento CorreaSecretário Regional da SBPC e coordenador do PRESA, professor José Wilson do Nascimento Correa

A palestra de abertura foi ministrada pelo secretário regional da SBPC no Amazonas e coordenador do ‘PRESA’, professor José Wilson do Nascimento Corrêa. O professor ressalta a atuação da entidade para o avanço nas diversas áreas do conhecimento. “Nosso objetivo é demonstrar que precisamos nos preocupar com o desenvolvimento da ciência, da tecnologia, da educação e da informação em nosso estado, mas sem perder a consciência de que esse crescimento tem que estar associado a um desenvolvimento sustentável, a uma economia verde que preserve o nosso ambiente”, explicou José Wilson.

O docente relembrou ainda a trajetória do Programa de Extensão, voltado para a educação dos usuários do sistema de saúde e a avaliação dos problemas relacionados aos medicamentos e à comunidade. “Trata-se de um trabalho bonito, que tem crescido e precisa ser comemorado”, declarou José Wilson. “Este é um momento para celebrar a ciência, o conhecimento e reconhecer os esforços de todos que trabalham conosco nessas iniciativas de extensão”.

Na programação da Jornada, destacou-se ainda a conferência “A importância da Ciência e Tecnologia para a Amazônia e a situação atual do Brasil”, com o professor do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Dr. Adalberto Vale. Conferências e oficinas estão incluídas na programação, que pode ser acessada no site do evento.

Professores e estudantes de Filosofia da UFAM, UEA e FSDB apresentam manifesto ao final de evento

No dias 23, 24 e 25 professores e alunos dos cursos de Filosofia da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e Faculdade Salesiana Dom Bosco (FSDB) participaram do 8º Seminário Interinstitucional de Filosofia, realizado no auditório da Faculdade (Acesse o site).

Ao final do evento, as instituições leram o seguinte manifesto:

Sobre o Desprezo aos Direitos Sociais e à Democracia no Brasil

Nós, estudantes, professores e professoras de filosofia, participantes do  8º Seminário Interinstitucional de Filosofia: Desafios da Democracia na Atualidade, realizado no período de 23 a 25 de novembro de 2016, na cidade de Manaus, na Faculdade Salesiana Dom Bosco (FSDB), promovido pelos Departamentos de Filosofia da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e FSDB, avaliamos com profundidade os desafios em curso no Brasil. Eles impedem as práticas democráticas e contribuem para a fragilidade e instabilidade da jovem democracia de nosso país.

Testemunhamos com revolta e indignação a retirada de direitos sociais, conquistados com duras lutas ao longo da nossa história, de modo especial a educação pública, gratuita e democrática.

Rejeitamos a forma autoritária como o governo federal vem tratando questões fundamentais para a vida das brasileiras e brasileiros, como por exemplo, a PEC 55 (antiga PEC 241), que congela os gastos com saúde, educação e assistência social por cerca de 20 anos. Destarte, nos últimos anos, apenas cerca de 3% do PIB anual foi destinado para a educação (pública e privada), o que já tem gerado um déficit incomensurável para a qualidade da educação.

Também repelimos a MP 746, que propõe a reforma do ensino médio de forma precipitada e autoritária, sem permitir qualquer debate com os diversos segmentos da sociedade, de modo especial a parcela da sociedade menos favorecida que depende unicamente da educação pública (a mais prejudicada com a reforma governista e entreguista da educação pública para a iniciativa privada).

Finalmente, repudiamos veementemente a repressão policial às diversas ocupações de escolas e órgão públicos por todo o país, uma vez que os jovens ocupantes destes espaços reivindicam de forma justa e legítima o direito a uma educação pública, gratuita, democrática e de qualidade, por isto, rejeitamos a proposta da PEC 55 e MP 746.

Conclamamos a mais pessoas, cidadãos e cidadãs, a somar forças em prol da promoção da vida digna e justa para todas e todos que almejam dias melhores.

Manaus, 25 de novembro de 2016.

 

O manifesto também está disponível em anexo: 

Notícia relacionada:

UFAM participa de 8º Seminário Interinstitucional de Filosofia

 

V Encontro de Estudantes de Geografia do Amazonas discute “Redes, Fluxos e Território”

O evento segue de 8h às 21h até a sexta-feira (02) com palestras, grupos de discussão e minicursos. Confira a programação completa no site do V EEGAM.

A palestra com o tema “Redes, Fluxos e Território” realizada nesta quarta-feira (30) como parte do V Encontro de Estudantes de Geografia do Amazonas (EEGAM) foi ministrada pelo professor Ricardo José Batista Nogueira que falou sobre redes materiais e imateriais existentes no mundo contemporâneo e sobre a importantância desse estudo para a compreensão da organização espacial da sociedade.

Realizado pelo Centro Acadêmico de Geografia (Cegeo) juntamente com o Departamento de Geografia (Degeo) da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), o V EEGAM iniciou nesta terca-feira (29) com a mesa-redonda "Geografia da Circulação e Perspectivas" que teve a presença da professora Amélia Regina Batista Nogueira e do professor Geraldo Alves.  

O evento tem por objetivo estimular o debate acerca dos estudos realizados dentro da análise do movimento utilizando o tema “Geografia da Circulação” que trata da locomoção no espaço por ocasião do crescimento urbano e desenvolvimento mundial, além dos seus efeitos e práticas nos territórios. 

De acordo com Yuji Santos, aluno do 4º período e presidente do centro acadêmico de geografia (Cageo), o tema foi escolhido juntamente com alunos e representantes da pós-graduação, pela sua relevância na sociedade atual.  “A mobilidade urbana seja no movimento de pessoas em fluxos migratórios, mercadorias ou informação é um tema que merece atenção e que tem ligação direta com vários aspectos da sociedade”, afirmou.

Para Valdenise Silva, aluna do 6º período de Geografia, abordar esse tema pode auxiliar os alunos a delimitarem suas áreas de estudo. “Como a geografia é uma área bem ampla, acredito que o evento seja interessante para lançar uma luz sobre esse enfoque tão importante para o desenvolvimento do pensamento geográfico”, concluiu.
 

UFAM recebe coordenadores do Programa Amazônia conectada

Gerenciado pelo Exército, o programa tem como objetivo levar internet de alta velocidade e, consequentemente, desenvolvimento aos municípios da região amazônica, utilizando os rios como canais de informação.

Coordenadores do Programa Amazônia Conectada buscam parceria com a UFAMCoordenadores do Programa Amazônia Conectada buscam parceria com a UFAMA reitora, professora Márcia Perales, acompanhada do vice-reitor, professor Hedinaldo Narciso Lima; do pró-reitor de Extensão, professor Frederico Arruda e da assessora de Comunicação, professora Inara Costa, recebeu na manhã desta terça-feira, 30, os coordenadores do Programa Amazônia Conectada, General de Brigada Decílio Sales e Coronel Marcelo Corrêa Horewicz.

Participaram ainda do encontro, na sala de reuniões do Gabinete da Reitoria, o Diretor do Instituto de Computação da UFAM, professor Ruiter Caldas, e o representante da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), professor Edson Júnior, o qual também administra o Ponto de Presença (Pop-AM), o distribuidor do sinal de Internet no Amazonas para atender as demandas das instituições de Ensino e Pesquisa.

Parceria efetiva

O general Decílio de Medeiros Sales declarou na reunião que busca a parceria da Universidade para fortalecer o Amazônia conectada, que obteve, no dia 10 de novembro, o Prêmio de melhor projeto para prestação de serviço digital no setor público de 2016. "Sempre, em nossas apresentações, a UFAM é apontada como fundamental para o Amazônia Conectada. Então, desejamos que ela passe de parceira potencial para parceira efetiva, afinal, a região amazônica merece os resultados desse trabalho em conjunto", destacou o coordenador do programa.

 A proposta de parceria foi bem recebida pelas autoridades universitárias. "Após avaliar de que forma podemos ajudar, temos interesse em formalizar essa parceria que vai ter um retorno não só acadêmico, mas social", ressaltou a reitora.

Oportunidade acadêmica

Para o pró-reitor de Extensão, professor Frederico Arruda, o projeto é um espaço propício para a formação dos alunos da UFAM. "O projeto acabará sendo um mega laboratório para nossos alunos, que terão a oportunidade de uma formação singular", afirmou ele.

 O apoio na formação técnica dos provedores de internet no interior do Amazonas foi apontado pelos professores Ruiter Caldas e Edson Júnior como uma das possibilidades de a UFAM contribuir com o Projeto O apoio na formação técnica dos provedores de internet no interior do Amazonas foi apontado pelos professores Ruiter Caldas e Edson Júnior como uma das possibilidades de a UFAM contribuir com o Projeto

Possibilidades de atuação

O diretor do ICOMP, professor Ruiter Caldas e o representante da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), professor Edson Júnior apontaram como a UFAM pode contribuir com o Amazônia Conectada. "O primeiro passo é formalizar nossa parceria. A partir daí, podemos oferecer cursos através do polo da Escola Superior de Redes/RNP na UFAM; cursos de graduação, mestrado e doutorado na área de computação; apoiar na formação técnica dos provedores de internet no interior; discutir as estratégias de gerenciamento de redes e sistemas computacionais, o desenvolvimento de startups e softwares de governança de TI (Tecnologia de Informação), enfim há espaço para uma parceria bem-sucedida”, afirmaram os docentes do ICOMP. 

Em breve, o  Projeto Amazônia Conectada será apresentado, durante um evento, à toda a comunidade universitária para que os interessados saibam como participar.

 

Reitora recebe representantes da USAID

Reunião no Gabinete da ReitoriaReunião no Gabinete da ReitoriaA reitora da Universidade Federal do Amazonas, professora Márcia Perales, acompanhada dos Assessores de Relações Internacionais e Interinstitucionais, professores Naziano Filizola e Ingo Wahnfried, e da Assessora de Comunicação, professora Inara Costa, receberam, na manhã desta terça-feira, 29, os representantes da Agência Americana para o Desenvolvimento Internacional (USAID).

É através desta Agência que o Grupo Mais Unidos - parceria entre empresas americanas estabelecidas no Brasil e a Embaixada dos Estados Unidos - busca estabelecer parcerias e facilitar a troca de experiências na área de investimento social privado em diversos países.

Laboratório de Língua Inglesa

O grupo tem uma parceria com o Ministério da Educação (MEC) em que a UFAM é diretamente beneficiada com um dos cinco laboratórios  de ensino de Língua Inglesa ofertados a Universidades Federais e que beneficiam aproximadamente 16000 estudantes.

Na UFAM, o laboratório de Línguas será instalado no pavimento Superior do Centro de Convivência do Setor Norte do Campus Universitário. A expectativa é que o Laboratório seja inaugurado entre Março e Abril. “Uma das prioridades da USAID é investir aqui na Amazônia na área da Educação, da Saúde e do Meio Ambiente e temos vários projetos aqui na Universidade em relação a essas temáticas. O laboratório de Línguas que vamos inaugurar é um exemplo desses investimentos e consiste em mais um espaço que nossos estudantes vão poder utilizar”, declarou a reitora.

O diretor da representação da USAID no Brasil, Michael Eddy, comenta com a Reitora sobre a parceria com o BrasilO diretor da representação da USAID no Brasil, Michael Eddy, comenta com a Reitora sobre a parceria com o BrasilSociobiodiversidade – investimento prioritário

O diretor da representação da USAID no Brasil, Michael Eddy, destacou os resultados positivos da parceria com o Brasil e a vontade de investir mais na região amazônica. “Priorizamos o desenvolvimento da sociobiodiversidade da Amazônia e trabalhamos para alavancar parcerias para esse fim. O modelo  criado pela Embaixada dos Estados Unidos no Brasil busca fomentar parcerias em prol do desenvolvimento da tecnologia  e da inovação na ciência e com parceiros como a UFAM, conseguimos esse objetivo”, comentou o diretor.

Mobilidade cidadã, responsabilidade social e ambiental

Durante a reunião, o professor do curso de Administração, Irineu Vitorino, aproveitou para convidar os representantes da Agência americana para apresentarem o portfólio da empresa durante o evento Mobilidade cidadã, responsabilidade social e ambiental que será realizado nos dias 25, 26 e 27 de janeiro de 2017.

A reunião ocorreu na sala de reuniões do Gabinete da Reitoria.

PROEG abre inscrições para seleção de tutores dos Programas de Educação Tutorial

A Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (Proeg) está com inscrições abertas para a seleção de tutores para o Programa de Educação Tutorial (PET). As vagas são para os PETs Design, Conexões de Saberes Urbanos e Conexões de Saberes Indígenas. O período de inscrições vai até o dia 2 de dezembro.

Para concorrer à Tutoria do PET, o docente deve pertencer ao quadro permanente da UFAM, sob contrato em regime de tempo integral e dedicação exclusiva. O formulário de inscrição deve ser entregue no Departamento de Apoio Acadêmico (DPA) da Proeg, situado no prédio da reitoria (setor Norte do campus), no horário de 9h às 12h e de 14h às 17h.

Os professores candidatos ao PET Design serão avaliados por comissão instituída pela Faculdade de Tecnologia (FT), unidade a qual o curso está vinculado. Já para os PET Conexões, o processo de seleção será acompanhado pelo Comitê Local de Avaliação e Acompanhamento dos Grupos PET (CLAA-PET).

Acesse o edital completo no site da Proeg: www.proeg.ufam.edu.br

Notas de Falecimento

 

A Universidade Federal do Amazonas informa, com imenso pesar, o falecimento dos seguintes servidores e aluno:

1. Aldo Gomes da Costa, professor aposentado da Faculdade de Educação, e ex-secretário de Educação do Estado do Amazonas. Data de falecimento: 25/11/16; 

2. Raquel Flores do Nascimento, Técnica em Enfermagem, servidora aposentada do Hospital Universitário Getúlio Vargas – HUGV. Data de falecimento: 26/11/16;

3. Antônio Stephan da Silva Braga, acadêmico do curso de Agronomia, do Instituto de Educação, Agricultura e Ambiente (IEAA), Câmpus Polo Vale do Rio Madeira. Data de falecimento: 26/11/2016.

Novas datas de entrega dos vouchers do curso Idiomas a Distância

A Assessoria de Relações Internacionais e Interinstitucionais – ARII informa aos candidatos selecionados por meio do Edital nº 006/2016 para o Programa de bolsas de Idiomas a Distância (inglês e espanhol) que a entrega dos códigos de acesso será feita nos dias 1 e 2 de dezembro, 2016, na agência do Banco Santander, localizada no setor norte do Campus Universitário, no horário das 9 às 18h, com intervalo para o almoço (12h30 às 13h30). Os códigos serão entregues somente mediante documento de identificação (RG, carteira de motorista, passaporte, carteira profissional ou carteira de trabalho) ou por Procuração reconhecida em Cartório. Os candidatos que não puderem comparecer no prazo estabelecido têm até o dia 9 de dezembro para retirar seu código.

Após o recebimento do código de acesso, os alunos bolsistas têm até o dia 1º de janeiro de 2017 para iniciar o curso. De acordo com o edital, os vouchers são pessoais e intransferíveis (uso irregular acarretará em cancelamento de acesso ao curso) e mesmo em caso de perda ou roubo, não serão substituídos. O prazo máximo para término do curso é até 31 de dezembro de 2017.

Informações por meio do telefone (92) 3305-1753 ou pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

(Acesse lista dos selecionados em anexo)

Sobre o Programa

O Programa de Bolsas de Ensino a Distância dos idiomas inglês e espanhol é executado no escopo do Programa Amazônia 2020, em ambiente virtual por meio de endereço eletrônico, com acesso mediante login e senha, facultando aos candidatos receberem certificado ao final do curso.

Para saber mais sobre os Programas de Mobilidade Santander, clique aqui

Notícia relacionada:

ARII divulga datas de entrega dos vouchers para curso de Idiomas a Distância

UFAM em Humaitá comemora aniversário com uma extensa programação científica e cultural

Durante os dias 22 e 23 de novembro, o Instituto de Educação, Agricultura e Ambiente (IEAA-UFAM) comemorou seus 10 anos de implantação no município de Humaitá, com uma extensa programação de atividades voltadas para a população.

Logo cedo, às 8h do dia 22, ocorreu o Momento Cívico, realizado no primeiro prédio do Instituto, onde hoje funciona Centro de Pós-graduação e Pesquisa "Prof. Valdemir de Araújo Câmara".Ao som do hino nacional, tocado pela banda de música do 54º Batalhão de Infantaria de Selva em Humaitá (54º BIS), a cerimônia de hasteamento das bandeiras do Brasil, do Amazonas, e da UFAM contou com a presença da magnífica reitora, professora Márcia Perales Mendes Silva; do vice-reitor, professor Hedinaldo Narciso Lima; do prefeito do Campus Universitário, professor Atlas Augusto Bacellar; da diretora do IEAA, professora Elizabeth Tavares Pimentel; do comandante do 54º Batalhão de Infantaria de Selva em Humaitá (54º BIS), tenente-coronel Alexandre Rabelo da Fonseca; além de professores, técnico-administrativos em educação e estudantes.

Após a cerimônia, todos participaram de uma carreata pelas principais ruas do município, convidando a população para prestigiar os 10 anos, por meio de uma programação rica em atividades acadêmico-científicas e culturais, nos novos prédios do IEAA.

Exposição fotográfica e memorial

Quem chegava ao Instituto logo se deparava com um espaço histórico: pela primeira vez o IEAA reuniu em um só local parte do seu acervo de fotos e objetos antigos. A exposição faz parte de um projeto que tem como objetivo resgatar e preservar os 10 anos de implantação do Instituto em Humaitá (2006 a 2016).Exposição Fotográfica e MemorialExposição Fotográfica e Memorial

“Temos fotos de laboratórios, eventos científicos, atividades de extensão, de pesquisa. Além da exposição fotográfica, estamos inaugurando uma espécie de Memorial Histórico, onde reunimos alguns objetos como placas, publicações científicas. A ideia, através desse Memorial, é de fato ter um espaço físico aqui dentro, para criar o Museu do IEAA”, explica o professor de Filosofia Valmir Flores, um dos coordenadores da exposição.

Extensão

Seis cursos de graduação do IEAA (Agronomia, Engenharia Ambiental, Licenciatura em Ciências: Biologia e Química, Licenciatura em Ciências: Matemática e Física, Licenciatura em Letras: Português e Inglês, e Licenciatura em Pedagogia) prepararam uma série de eventos com o objetivo de mostrar para a população parte das atividades de ensino, pesquisa e extensão, desenvolvidas diariamente por professores e alunos, dentro e fora da sala de aula.

O curso de Pedagogia, por exemplo, reuniu em uma só tarde mais de 90 crianças, entre 3 e 5 anos, para desenvolver ações pedagógicas diversas com o público infantil. “Essa atividade faz parte da disciplina Estágio Supervisionado do curso de Pedagogia, onde os alunos trouxeram crianças, da faixa etária de 3 a 5 anos, para o Instituto, e assim trabalhar com elas manifestações culturais, jogos, brincadeiras e artes. Após isso, faremos uma série de avaliações”, disse Maria Isabel, professora de Pedagogia.  

Já o curso de Engenharia Ambiental disponibilizou por meio de banners o histórico da graduação, projetos de extensão e de pesquisa. Umas das atrações foi a Mini Estação de Tratamento de Água (ETA), que desempenha na prática as mesmas funcionalidades que uma Estação em escala maior: captação de água de rios e depois sua purificação para torná-la pronta para o consumo humano. A mini ETA foi montada pela primeira turma do curso, sendo que alguns estudantes da época hoje são professores do IEAA.

“Essa mini Estação foi montada pela primeira turma de Engenharia Ambiental da UFAM, e resolvemos apresentá-la porque é uma estação viável para o consumo humano, e que deveríamos ter hoje na cidade, mas não temos. Ela foi montada com matérias recicláveis e o objetivo é passar para o público todo um conhecimento sobre como deveria ser nossa água para o consumo humano”, ressalta Janaína Costa, acadêmica do curso de Engenharia Ambiental.

Público infantil lotou as salas de aula do Instituto. À direta, a mini Estação de Tratamento de ÁguaPúblico infantil lotou as salas de aula do Instituto. À direta, a mini Estação de Tratamento de Água

 

Lançamento da Campanha “UFAM, eu cuido”

Ainda como parte da programação dos 10 anos do IEAA, foi lançada na manhã do dia 22 a Campanha Institucional “UFAM, eu cuido”, ação que tem como objetivo sensibilizar e propor mudanças de atitudes na comunidade universitária em relação ao Combate e Desperdício de Água e Energia Elétrica, Conservação do Patrimônio Público, Cuidado com os Animais Silvestres e Combate ao Abandono de Animais Domésticos no IEAA, e Descarte Correto dos Resíduos Sólidos.

Professores Benone Otávio, Moises Santos, Hedinaldo Lima, Márcia Perales, Elizabeth Pimentel e Alisson PintoProfessores Benone Otávio, Moises Santos, Hedinaldo Lima, Márcia Perales, Elizabeth Pimentel e Alisson PintoNo lançamento estavam presentes a magnífica reitora da UFAM, professora Márcia Perales; o vice-reitor, professor Hedinaldo Lima; o prefeito do Campus Universitário, professor Atlas Bacellar; e a diretora do IEAA, professora Elizabeth Pimentel. Para essa primeira edição da campanha no Instituto, quatro eixos serão desenvolvidos pelos seguintes professores: Vera Lúcia Reis da Silva (Patrimônio Público), Alisson Pinto Batista (Energia Elétrica), Moises Santos de Souza (Água), e Benone Otávio Souza de Oliveira (Resíduos Sólidos).

Para Emile Lopes, a linha de atuação da campanha “UFAM, eu cuido” vai além do Instituto: “O lançamento dessa Campanha foi de grande importância pois trata de temas que não só valem para o IEAA, como também para os moradores do município de Humaitá aplicarem em suas casas”. 

Desporto e lazer

Fechando a programação de aniversário, servidores e alunos do Instituto participaram na tarde do dia 23 de novembro da primeira edição do “IEAA em Movimento”, evento que reuniu corrida, caminhada e ciclismo pelas principais ruas de Humaitá. Após a chegada, atrações musicais animaram a comunidade universitária em uma noite cultural. 

Notícia relacionada:

Instituto de Educação, Agricultura e Ambiente completa 10 anos de implantação em Humaitá