Faculdade de Medicina realiza curso de Fundoscopia para médicos e acadêmicos

 

 

O Departamento de Clínica Cirúrgica, da Faculdade de Medicina da Ufam, promove no período de 17 a 21 de janeiro, o curso de Fundoscopia (Fundo de Olho), no Auditório Doutor Zerbini, localizado na Avenida Afonso Pena, 1053, bairro Praça 14 de Janeiro. Podem participar Médicos Generalistas, Clínicos, Cardiologistas, Neurologistas, Urgentistas, Nefrologistas e acadêmicos de Medicina do último período.

O curso está dividido em aulas teóricas (19h às 21h) e práticas (8h às 12h), com carga horária de 20 horas. As inscrições podem ser realizadas no Departamento de Clinica Cirúrgica, da Faculdade de Medicina, ou na Gerência de Ensino e Pesquisa, do Hospital Universitário Getúlio Vargas (Hugv). Telefone: (92) 3305-4708.  

Produtores da Agroufam comentam sobre as expectativas para 2017

Professora Jozane Santiago - coordenadora da AGROUFAMProfessora Jozane Santiago - coordenadora da AGROUFAMBeiju, tapioca, farinha, tucumã. De tudo se encontra na Agroufam. Ao longo de 33 edições, a feira agroecológica da Universidade Federal do Amazonas se consolida como espaço de interlocução entre cientistas e produtores rurais. Segundo a coordenadora da Feira, professora Jozane Santiago, esse é o terceiro ano que a Agroufam acontece. “Ao longo de 33 edições consolidamos esse espaço com os produtores rurais e artesãos. Iniciamos com 50 produtores  e agora trabalhamos com 120. A feira só se expande por isso solicitamos outros espaços na Universidade, como o ICHL,. O grupo que atua na AgroUFAM vem se qualificando para oferecer mais produtos e também para planejar a produção para atender a demanda cada vez maior”, afirmou a coordenadora.

Ela também anunciou que a partir desse ano, a Agroufam será um programa institucional da Universidade. “A AgroUFAM iniciou como um projeto de Extensão do Parque Científico e Tecnológico da Pró-Reitoria de Inovação Tecnológica (PCTIS – PROTEC) e agora em 2017 se tornou um programa na PROEXT, com o contínuo apoio da PROTEC”, declarou a coordenadora da AgroUFAM.

Dona Valdiza Gonçalves na barraca de queijo. “Temos queijo pasteurizado; de manteiga; temperado com orégano e calabresa; minas frescal e coalho comum. Tudo da melhor qualidade para nossos clientes”Dona Valdiza Gonçalves na barraca de queijo. “Temos queijo pasteurizado; de manteiga; temperado com orégano e calabresa; minas frescal e coalho comum. Tudo da melhor qualidade para nossos clientes”

AgroUFAM 2017 - Produtores animados

Valdiza Gonçalves da Trindade tem um estande na feira. Ela vende queijos e açaí produzidos pelo tio na Comunidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, no Careiro da Várzea. "Participamos da AgroUFAM desde o início dela. Fomos convidados a participar durante uma Expoagro e, desde então, temos sido acolhidos por uma excelente  organização da Universidade. Os pesquisadores e técnicos que nos acompanham se preocupam conosco e com o escoamento da nossa produção. Ganhamos não só um espaço para vender nossa produção, como também uma grande família. Nossa maior expectativa para 2017 é em relação à construção de um espaço permanente para a nossa AgroUFAM”, comentou a vendedora.

Bom vendedor

Recordista na venda de pé-moleque na AGROUFAM, Igor Galvão atribui sucesso ao pé-de-moleque diferenciado que produz.Recordista na venda de pé-moleque na AGROUFAM, Igor Galvão atribui sucesso ao pé-de-moleque diferenciado que produz.Na barraca ao lado trabalha Igor de Souza Galvão, o recordista da AgroUFAM em venda de pé-de-moleque. “Minha produção é do Rio Preto da Eva.Trabalho em dez feiras em Manaus, entre elas, a do  Cassam, a do Asa, a do Sumaúma e a do Petrópolis. Na AgroUFAM, sempre vendo toda a minha produção  de pé-de-moleque rapidamente. São 750 pés-de-moleque vendidos, a seis reais cada um, em dois dias de feira.Comecei vendendo 400 em dois dias, agora são 750. Espero que essa demanda continue aumentando. Sou o primeiro a chegar à feira, mas também sou o primeiro a vender tudo. Meu pé-de-moleque é  diferenciado, talvez por isso eu seja campeão de vendas. Minha expectativa é que em 2017 meus colegas vendam mais verduras e nossa Agroufam fique cada vez mais fortalecida”, afirmou o vendedor.

Amanda Normando  vende os arranjos produzidos pela sogra na AgroUFAMAmanda Normando vende os arranjos produzidos pela sogra na AgroUFAM

 

Decoração regional

Quando o assunto é ornamentação com flores regionais, a solução pode ser encontrada no estande da Tucandeira Flores Tropicais da Amazônia, que tem produção sediada no quilômetro 33 da BR 174. Amanda Normando é quem vende os arranjos produzidos pela sogra na AgroUFAM. "Os arranjos são de acordo com o que o cliente deseja. Temos buquê a partir de vinte reais e podemos fazer combinações com bastão imperador vermelho, catão imperador porcelana, tudo de acordo com a vontade do cliente", comenta ela, mostrando o catálogo com as opções de flores tropicais.

 

 
 

Acadêmicas de Administração da Ufam são premiadas em congresso nacional

Artigo sobre a Síndrome de Burnout em profissionais de saúde foi eleito o melhor trabalho na área de Comportamento Humano nas Organizações do Congresso de Administração, Sociedade e Inovação (Casi)

As estudantes de Administração Maria Gabriela e Fabíola Oliveira com a orientadora, professora Maria da Glória GuimarãesAs estudantes de Administração Maria Gabriela e Fabíola Oliveira com a orientadora, professora Maria da Glória GuimarãesDe autoria das estudantes do curso de Administração da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Fabíola Lima de Oliveira e Maria Gabriela Chagas de Freitas, o trabalho intitulado “Os efeitos da Síndrome de Burnout na vida de trabalhadores que atuam na linha de frente em hospitais públicos na Cidade de Manaus/BR” é uma análise sobre os efeitos do estresse crônico nos profissionais de saúde.

O distúrbio, também conhecido como síndrome do esgotamento profissional, caracteriza-se pela tensão emocional e pelo estresse crônico que são causados por condições de trabalho físicas, emocionais e psicológicas desgastantes. A sensação de esgotamento é refletida em atitudes negativas como agressividade, mudanças bruscas de humor, irritabilidade, ansiedade e depressão, por exemplo.

“Todo profissional cujo trabalho exige contato direto e intenso com as pessoas pode apresentar a síndrome, por causa do estresse que essa interação causa”, conta Fabíola Oliveira, do 8º período de Administração. “Um enfermeiro, por exemplo, atende várias pessoas por dia, em diferentes estados físicos e emocionais. Isso vai acumulando para o profissional, que também é um ser humano, submetendo-o a um alto nível de estresse”, ilustra a aluna.

Maria Gabriela, que está no 6º período do curso, completa: “Tanto estresse afeta o desempenho do profissional, o que pode resultar em um atendimento ruim para os pacientes, afetando toda a organização. Como futuras administradoras, quisemos entender como o estresse impacta o comportamento dos trabalhadores e, consequentemente, a gestão de um hospital público”.

As alunas fizeram uma pesquisa tendo como sujeitos recepcionistas, técnicos de enfermagem, enfermeiros e médicos de quatro hospitais públicos da capital amazonense. Segundo o levantamento, praticamente 100% desses profissionais apresentaram sintomas da Síndrome de Burnout.Artigo foi premiado durante o Casi em dezembro de 2016; trabalho era o único de alunos de graduação entre os concorrentesArtigo foi premiado durante o Casi em dezembro de 2016; trabalho era o único de alunos de graduação entre os concorrentes

Premiação

A orientadora do trabalho, professora doutora Maria da Glória Vitório Guimarães, acredita que a premiação se deve à boa revisão bibliográfica do artigo e a relevância do tema na atualidade. “Trata-se de um assunto que está sendo bastante discutido no mundo científico. Profissionais de várias áreas tentam entender melhor como funciona a síndrome, o que a desencadeia e os efeitos dela. As pessoas que apresentam essa síndrome precisam de cuidados especiais para continuar trabalhando”, explica a professora.

O artigo foi apresentado na área temática “Comportamento Humano nas Organizações” durante a última edição do Casi, em dezembro de 2016. O congresso de Administração, que propicia um espaço de diálogo entre universidades, sociedade e organizações, é um dos mais importantes do país. O trabalho era o único de alunos de graduação entre os concorrentes.

“Foi uma surpresa ter nosso artigo indicado e tão bem recebido, principalmente porque estávamos competindo com trabalhos de pós-graduação”, conta Fabíola. “Como esse foi o primeiro congresso a que submetemos um trabalho, estamos bastante felizes com o reconhecimento”, finaliza.

Matemática, Ciência da Computação e Medicina com inscrições abertas para o Programa de educação Tutorial

Confira o edital completo com condições e procedimentos para cada PET no site da PROEG

A Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (PROEG) da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) torna público o edital para realização do Processo Seletivo de Bolsistas para o Programa de Educação Tutorial (PET) 2016-2. São quinze vagas para o PET-Matemática, seis vagas para o PET-Ciência da Computação e seis vagas para o PET-Medicina.

As inscrições podem ser feitas até 13 de janeiro, através do formulário anexado ao edital 082/2016 disponível no site da PROEG. Serão selecionados bolsistas e voluntários para o programa. A distribuição das bolsas ocorrerá de acordo com a disponibilidade e classificação geral na seleção.

Além do formulário preenchido é necessário que os candidatos entreguem os documentos especificados no edital no horário de 8h às 12h e das 14h às 17h, nos locais indicados para cada PET:

- Grupo PET-Ciência da Computação: na Secretaria do ICOMP;

- Grupos PET-Matemática e PET-Medicina: no Departamento de Programas Acadêmicos da PROEG.


Programa de Educação Tutorial (PET)

O PET é composto por grupos tutoriais de aprendizagem sob a orientação de um professor, os quais realizam atividades extracurriculares para complementar a formação acadêmica.

O objetivo é garantir aos alunos oportunidades de vivenciar experiências diversificadas, visando tanto à integração no mercado profissional quanto o desenvolvimento de estudos em programas de pós-graduação, além de contribuir para a sociedade onde atuam.

Mais informações pelo telefone do Departamento de Programas Acadêmicos da PROEG: (92) 3305-1481 ou 1482.

 

HUGV lança 26 vagas em programa de residência multiprofissional e área profissional em saúde

Estão abertas, entre os dias 3 e 27 de janeiro, as inscrições para 26 vagas no Programa de Residência Multiprofissional e de Área Profissional em Saúde do Hospital Universitário Getúlio Vargas da Universidade Federal do Amazonas (HUGV-Ufam). As oportunidades são para as áreas de formação em Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Nutrição, Psicologia, Serviço Social, Odontologia.

A duração da especialização é de 2 (dois) anos e as vagas oferecidas estão distribuídas nos seguintes programas: Atenção Integral na Saúde Funcional em Doenças Neurológicas (6 vagas); Atenção ao Paciente Adulto Neurocirúrgico em UTI (6 vagas); Enfermagem Obstétrica (6 vagas); Patologia Oral e Maxilo Facial (2 vagas); Fisioterapia em Terapia Intensiva Neonatal (6 vagas).

As inscrições devem ser feitas na secretaria da Comissão de Residência Multiprofissional e Área Profissional em Saúde (Coremu), que funciona na Faculdade de Medicina da Ufam (Rua Afonso Pena, 1053, Praça 14 de Janeiro – telefone (92) 3305-4712), em dois horários: 08h às 12h (manhã) e 14h às 17h (tarde).  

A taxa de inscrição é de R$ 300,00 e os editais estão disponíveis no link: http://www.propesp.ufam.edu.br/editais-de-pos-graduacao.

UFAM ITACOATIARA - ICET divulga resultado dos projetos aprovados pelo COMEXI

O Instituto de Ciências Exatas e Tecnologia de Itacoatiara (ICET) divulga a lista dos 22 projetos de pesquisa aprovados pelo Comitê de Extensão e Interiorização (COMEXI) nas modalidades Programa Atividade Curricular de Extensão (PACE) e Programa Institucional de Bolsa de Extensão (PIBEX). Confira os projetos aprovados em anexo.

 

 

 

 

 

 

 

Anexos:
Fazer download deste arquivo (Projetos ICET.pdf)PROJETOS ICET[ ]63 kB

ICSEZ divulga balanço da campanha institucional “Ufam, eu cuido!”

A campanha institucional “Ufam, eu cuido!” foi lançada no dia 28 de novembro no Instituto de Ciências Sociais Educação e Zootecnia (ICSEZ). Com duração de duas semanas, foi coordenada pela comissão de meio ambiente do ICSEZ em Parintins, liderada pelo professor Paulo Henrique Oliveira.

O lançamento foi realizado na área de convivência do instituto com uma apresentação musical dos alunos dos cursos de Zootecnia, Administração e Comunicação, além da exposição do vídeo da campanha e material de divulgação dos eixos água e energia, patrimônio público, animais no campus e resíduos sólidos.

Durante a campanha foram realizados sorteios de brindes (squeeze, camisetas, canetas e ecobags) e uma ação de coleta de resíduos sólidos “Cuidando da Ufam” na área externa do campus com a comunidade acadêmica (professores, alunos e técnicos).

Também foram ministradas as palestras “Déficit hídrico e efeitos climáticos nos corpos hídricos”, com o professor Cledenilson Souza e “Água e vida”, com o professor Francisco Picanço; bem como a conscientização sobre cuidado e posse responsável de animais domésticos em parceria com a ONG “Patinhas unidas”.

Ao final da campanha foi realizado um concurso para escolha da logomarca para comissão do meio ambiente do ICSEZ, o vencedor foi o jovem Igor Jorge Viana Pinheiro da escola “Liceu de Artes Instituto Irapam”.

Ufam participa de projeto para o monitoramento da Amazônia

Instituto de Computação, setor norte do CampusInstituto de Computação, setor norte do CampusPesquisadores do Brasil, Austrália e Espanha reuniram-se na semana passada para traçar os primeiros passos do projeto Providence, um sistema de monitoramento revolucionário criado para rastrear espécies da biodiversidade da selva amazônica por meio de imagem, som e transmissão remota de dados.

A Universidade Federal do Amazonas, por meio do Instituto de Computação (IComp/Ufam) faz parte da equipe de cientistas, que conta com pesquisadores da Universidade Técnica da Catalunha, Espanha e CSIRO Data61, Austrália. O projeto é coordenado pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, em Tefé, e terá aproximadamente US$ 1,5 milhões para realizar a primeira fase dessa pesquisa, por meio da Fundação Gordon e Betty Moore, um organismo filantrópico de financiamento de capital de risco estabelecido por Gordon Moore - o fundador da Intel.

O professor Reginaldo Carvalho, do IComp/Ufam, disse que o Providence oferece uma oportunidade única de aplicar tecnologias de ponta para promover a conservação da floresta amazônica. “Estamos muito animados em fazer parte desta equipe para construir uma solução para monitoramento em tempo real que ajudará a entender o impacto do desmatamento e das alterações climáticas. O Providence é um projeto inovador que contribuirá para preservar o planeta para as futuras gerações ,e o Icomp vai contribuir com métodos de identificação automática de espécies por visão computacional e aprendizado de máquina", afirmou.

Emiliano Ramalho, pesquisador e coordenador de monitoramento do Instituto Mamirauá no Brasil, além do líder geral do Projeto Providence, disse que a área de estudo inicial do Providence está localizada no extremo sul da Reserva Mamirauá, entre os rios Amazonas e Japurá.

Uma das principais preocupações dos cientistas de todo o mundo é a extinção acelerada de espécies. “Ter uma avaliação adequada da biodiversidade de uma área como a Amazônia é essencial porque pode nos informar sobre o impacto das atividades humanas neste importante ecossistema. O Projeto Providence irá utilizar sensores acústicos e câmeras para identificar diversas espécies de animais da região Amazônica, e um sistema sofisticado de comunicação para enviar estas informações de forma remota. Entre os animais que serão focos da primeira etapa do projeto estão espécies carismáticas e ameaçadas como a onça-pintada, o macaco uacari, o peixe-boi, o boto cor de rosa, o jacaré-açu e o mutum”, disse Emiliano Ramalho.

Fases

Na primeira fase da Providence serão testados dez dispositivos de monitoramento na Amazônia para criar uma rede sem fio de sensores. Na fase dois serão usados cem sensores e na terceira fase serão instalados até 1 mil dispositivos no meio da floresta.

Formação de professores do campo é novo curso de pós-graduação lato sensu ofertado pela Ufam

O entendimento da Educação do Campo considera o percurso histórico e o protagonismo dos sujeitos pelas matrizes terra, trabalho, cultura e memória

Durante abertura, professora Arminda Mourão reafirmou sua crença na iniciativa: "Temos certeza de que este curso vale a pena e é uma forma de levar outra visão de educação para Manaus e outros municípios", declarou.Durante abertura, professora Arminda Mourão reafirmou sua crença na iniciativa: "Temos certeza de que este curso vale a pena e é uma forma de levar outra visão de educação para Manaus e outros municípios", declarou.Reunindo profissionais da educação que atuam no estado do Amazonas, o Curso de Especialização em Educação do Campo – Práticas Pedagógicas realizou sua aula inaugural nesta segunda-feira (19), no auditório Rio Alalaú da Faculdade de Educação (Faced). A especialização faz parte do Programa Escola da Terra, cujo objetivo é implantar políticas públicas para a formação de professores do campo.

A especialização contribuirá para o aprofundamento dos conhecimentos teóricos e metodológicos dos professores vinculado ao Programa, centrado em práticas pedagógicas interdisciplinares e transdisciplinares, ajudando a integrar os saberes tradicionais aos científicos do mundo do trabalho do campo.

A mesa de abertura do curso teve a presença da diretora da Faced, professora Selma Baçal; da representante da Secretaria Municipal de Educação (Semed), professora Valdileia Pereira; da representante da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), professora Rainalda Serra; e da coordenadora do Programa Escola da Terra, professora Arminda Mourão.

Em sua fala, Selma Baçal deu as boas vindas aos professores formadores e ressaltou o papel da Faced na especialização. “A Faced vem trabalhando paulatinamente para ampliar a sua inserção onde seus educadores consideram ser fundamental. O campo é um desses lugares. Temos o esforço de muitos professores dedicados, com o olhar voltado às necessidades da população. Ficamos felizes pela parceria com a Seduc e com a Semed. É motivo de muita alegria recebê-los aqui hoje”, declarou a diretora.

A coordenadora do Programa, professora Arminda Mourão, destacou os esforços para a realização do curso e reafirmou sua crença na iniciativa. “Em que pese todas as dificuldades, nós conseguimos aprovar a especialização. É com o apoio do corpo docente desta e de outras unidades que ministraremos as aulas. Temos certeza de que este curso vale a pena e é uma forma de levar outra visão de educação para Manaus e outros municípios”, disse a professora.

Durante aula, professoras resgataram conceitos fundamentais para o entendimento da educação do campoDurante aula, professoras resgataram conceitos fundamentais para o entendimento da educação do campo

No Amazonas

A aula inaugural da especialização trouxe como tema a Educação do Campo no Amazonas. A palestra teve a participação da professora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas (Ifam), Graça Passos; da professora da Escola Normal Superior da Universidade do Estado do Amazonas (ENS/UEA), Lucinete Gadelha; e da professora da Faced, Heloísa Borges. O encontro foi mediado pela professora da Faced, Fabiane Garcia.

“A ideia é que a especialização seja uma continuidade de ações já desenvolvidas pelo Programa Escola da Terra. Esperamos que seja um espaço de profunda reflexão e de práticas educativas que configurem momentos novos para a educação do campo”, afirmou a professora Fabiane Garcia.

Graça Passos resgatou conceitos chave para o entendimento da Educação do Campo, como o percurso histórico e o protagonismo dos sujeitos do campo e suas matrizes de formação: terra, trabalho, cultura e memória.

A professora da UEA, Lucinete Gadelha, apresentou os processos de estudo naquela instituição, demonstrando o esforço coletivo e colaborativo por trás do movimento de Educação do Campo.

Ao todo, 100 profissionais da educação participarão do curso, que durará 30 mesesAo todo, 100 profissionais da educação participarão do curso, que durará 30 meses

O curso

A professora Heloísa Borges apresentou a programação pedagógica do curso, com objetivos, referenciais teóricos e estrutura de funcionamento.

O Curso de Especialização em Educação do Campo – Práticas Pedagógicas, faz parte do Programa Escola da Terra da Faced por meio da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufam (Propesp). O programa é conveniado, ainda, ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e à Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação (MEC/Secadi), em parceria com a Seduc e Secretarias Municipais de Educação.

A especialização terá duração de 30 meses, com carga horária de 520h divididas em teoria e prática. O curso reunirá 100 professores vinculados à Seduc e à Semed, além de formadores da Ufam. 

Prevenção, vivência e atuação profissional em relação ao HIV/AIDS são debatidas em simpósio de Psicologia

O I Simpósio sobre HIV/AIDS, organizado por acadêmicos da graduação e pós-graduação da Faculdade de Psicologia da Ufam (Fapsi), reuniu estudantes e profissionais para uma discussão de temáticas em torno do vírus. O encontro aconteceu na quinta-feira, dia 15, no auditório da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF).

A programação do simpósio iniciou com a exibição de curtas-metragens relacionados ao tema. Em seguida, formou-se a mesa-redonda, composta pela psicóloga do Centro de Testagem e Acolhimento da Fundação de Medicina Tropical/AM (CTA), Sara Fernandes; pelos psicólogos residentes do CTA, Sara Zanh e Davi Prado; pela infectologista e pesquisadora da Fundação de Medicina Tropical, Romina Oliveira; e pelo representante da Rede Nacional de Jovens vivendo com HIV do Amazonas, Rafael Arcanjo. O debate foi mediado pela psicóloga Tirze Almeida, do Projeto Jovens Lideranças, do Ministério da Saúde.

O papel do psicólogo

Sara Zanh trouxe dados epidemiológicos do vírus no Brasil e no mundo. Ao todo, cerca de 35 milhões de pessoas vivem com HIV; África do Sul e Nigéria encabeçam a lista de países mais afetados. Já no Brasil, até junho de 2015, 798 666 casos haviam sido registrados. O Amazonas é o segundo estado com maior taxa de detecção do HIV no país.

Ante esse cenário, Sara atenta para a importância da atuação do psicólogo no acompanhamento do paciente com HIV/AIDS. “É preciso ampliar nossas compreensões a respeito do tema. Há alguns anos, receber o diagnóstico de HIV era uma sentença de morte. Infelizmente, essa percepção não é passado, o que pode dificultar a adesão ao tratamento. Se a pessoa não tiver uma rede de apoio, ela não vai aderir ao tratamento. É importante que nós, psicólogos, passemos a mensagem de que é possível ser soropositivo e ter qualidade de vida”, afirmou Sara.

Na exposição, também foi destacado o papel do profissional de Psicologia para que o HIV positivo aprenda a lidar com as várias emoções que acompanham o diagnóstico, como medo, vergonha e aceitação.

 

Prevenção

“Hoje, não existem mais grupos de risco, existem comportamentos de risco”, afirma a psicóloga do CTA, Sara Fernandes. Jovens na faixa etária de 15 a 24 anos são os mais atingidos pelo HIV, independente de gênero, classe econômica ou orientação sexual. Neste sentido, o trabalho para a prevenção é essencial na luta contra o vírus.

A infectologista Romina Oliveira apresentou uma das novas estratégias de prevenção: a prevenção combinada. Trata-se “combinar fatores de prevenção de acordo com o que for melhor para você e seus parceiros, com mais opções para se ter uma vida sexual segura e saudável”. Esses fatores incluem o uso de preservativo feminino e masculino e testagem regular de HIV, por exemplo.

“Se eu me testo, eu me conheço, conheço ao meu corpo e minha saúde. Testar também é prevenção”, enfatiza a infectologista.

Outras tecnologias abordadas foram a Profilaxia Pós-Exposição (PEP), que é utilização da medicação antirretroviral após qualquer situação em que exista o risco de contato com o vírus HIV; e a Profilaxia Pré-Exposição (PreP), o uso do medicamento antirretroviral por indivíduos não infectados pelo HIV, mas que se encontram em situação de elevado risco de infecção.

Vivendo com o HIV

Outro destaque do simpósio foi a participação do representante da Rede Nacional de Jovens vivendo com HIV do Amazonas, Rafael Arcanjo. Rafael fez um relato sobre a vivência do soropositivo, ao lidar com o estigma e o preconceito que ainda cercam a temática.

Negação, dúvidas e autopreconceito foram algumas das questões faladas. “Dentro do movimento soropositivo, há uma fala: antes, nós nos escondíamos para morrer. Hoje, nos nós mostramos para viver”, contou Rafael, que reforçou a importância dos portadores do vírus de assumir um lugar de fala, disseminando a mensagem de que é possível levar uma vida saudável tendo o HIV.

Engajamento social

A comissão organizadora do I Simpósio é formada por Cyntia Loiola, Eduardo Menezes, Felipe Carvalho Gondim, Liziane Lemos, Ricardo Pereira e Yamile Alves, estudantes da Graduação em Psicologia/UFAM; e Cássio Péres, mestrando do Programa de Pós-Graduação do Curso de Psicologia/UFAM.

Sobre a iniciativa para a realização do evento, Cássio conta a ideia surgiu a partir da vontade dos alunos de se mobilizarem em causas sociais, “ajudando a tirar as pessoas que têm HIV do isolamento, trazendo para o convívio social e dando a visibilidade e o protagonismo que elas têm direito”.

“Nos preocupamos em trazer profissionais que atuam em diferentes áreas do HIV/AIDS, para garantir a interdisciplinaridade”, acrescentou o mestrando. “Queremos inserir o estudante da psicologia em um debate maior e pular os muros da sala de aula”.

A diretora da Fapsi, professora Iolete Ribeiro da Silva, parabenizou a iniciativa dos alunos e declarou o apoio da instituição. “Sabemos que num ambiente universitário, as ações de educação em saúde são de suma importância. Esse tipo de evento é um esforço dessa natureza”, afirmou a diretora. “Discutir conhecimentos aprofundados sobre a temática é uma ferramenta de proteção das pessoas, ainda mais em relação a HIV/AIDS. A primeira medida é sempre a prevenção”, finalizou.

Políticas Públicas e Artes Visuais na Amazônia: um debate necessário

Projeto ‘Escalas Amazônicas’ propõe avaliação de políticas públicas de fomento às artes visuais nos últimos dez anos. Manaus é a última parada

“Já passamos por Belém e por Rio Branco. Agora voltamos para debater o mapeamento das políticas públicas em Manaus e no Amazonas nos últimos dez anos. É preciso somar com atores sociais e artistas, compreender que o diálogo é necessário e criar um corpo reflexivo e atuante”, argumentou o proponente do ‘Escalas Amazônicas’, antropólogo Ricardo Agum, que encerra o ciclo de seminários na capital amazonense.

Ao receber a atividade na última sexta-feira, 16, o Centro de Artes da Ufam (Caua) busca ser cada vez mais um local de referência na promoção do diálogo entre os artistas, os produtores de arte e a sociedade amazonense. “Nós servimos a comunidade. Esse é apenas um dos projetos que utiliza o teatro do Caua para estabelecer essa comunicação de propostas no setor artístico”, afirmou o diretor do órgão suplementar, professor Paulo Simonetti.

Este ano, o Centro de Artes recebeu dois artistas nacionais, um de São Paulo e outro de Brasília, para execução de projetos fomentados pela Fundação Nacional de Artes (Funarte). O professor avalia que esses eventos incentivam os artistas locais a inscreverem seus projetos, participarem dos editais e entrarem no circuito regional e nacional de artes, participando da vida cultural do país. “Sabemos que não é tarefa fácil, por causa das dificuldades na elaboração de projetos e da concorrência com os principais centros culturais, mas nós temos possibilidades de crescer muito nesse setor”, disse ele.

Frank Wyllys, 22, é finalista de Filosofia da Ufam e membro do Centro Popular do Audiovisual (CPA), projeto financiado pelo edital Formação em Comunidades do Banco do Brasil (BB). “Nós estudamos e criamos projetos de audiovisual, não somente filmes, mas todo tipo de material. Este mês estamos fazendo curtas, e todos fazem desde roteiro, direção, fotografia e produção até atuação”, explicou. “Quero criar materiais sobre Filosofia que possam ser usados nas aulas, porque estou concluindo a Licenciatura e percebi a escassez de audiovisual sobre temas dessa disciplina”, esclareceu Wyllys.

Políticas Públicas

Docente da graduação e do mestrado em Ciências Políticas da Universidade Federal do Piauí (UFPI), a professora Monique Menezes lecionou: “As políticas públicas tiveram origem nas ciências políticas na década de 1950, nos Estados Unidos. Esse conceito de ‘governo em ação’, mais tarde, foi apropriado por outros países”. Segundo ela, os governos são responsáveis pela elaboração de políticas públicas, mas devem considerar o papel da sociedade civil.

A ministrante completou: “Há um ciclo necessário à efetivação de políticas públicas. Ele inicia com a aparição de um problema na sociedade; a criação de agenda e de alternativas; a decisão sobre as políticas públicas; a implementação; a avaliação e a possibilidade de continuidade ou extinção”. Na etapa de avaliação, ela frisa que os governos devem ouvir os receptores dessas políticas. “Não dá para a avaliação ser ‘encapsulada’, pois não terá imparcialidade alguma”, disparou.

Já o conselheiro municipal de cultura de Audiovisual (Manaus) e realizador audiovisual Paulo Cezar Freire concentrou a fala na questão local. Para ele, a ausência de uma Lei Municipal de Incentivo à Cultura é um tema importante nesse debate, porque Manaus é a única capital que ainda não tem essa legislação.

“Nós estamos falando de formação. Quando o Estado está ausente, quem se apropria dos bairros é a marginalidade, razão pela qual é preciso fomentar a produção cultural para que os artistas ocupem os espaços da cidade com cultura e arte”, disse ele. “Um dos maiores impedimentos é que nós estamos falando de um ‘impacto' de 2% no orçamento do município, e isso seria da ordem de 13 milhões de reais”, completou Freire.

Fomento

A atividade faz parte da 13ª edição do ‘Programa Rede Nacional Funarte de Artes Visuais’. O projeto Escalas Amazônicas passou pelas capitais Belém-PA, Rio Branco-AC e Manaus com debates sobre os investimentos governamentais em artes visuais na última década.

Concluídas as atividades presenciais, os conteúdos elaborados em parceria com os públicos dos seminários nas três capitais serão organizados em livro impresso e virtual com distribuição gratuita.

Pró-reitoria de Gestão de Pessoas comunica suspensão do atendimento externo.

A Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas - ProGesp - comunica que na segunda-feira, 19, não haverá atendimento externo, em virtude de atividade interna com os servidores.  

Pesquisa traça perfil motor de filhos de servidores com até um ano e meio. Traga seu dependente

O agendamento é feito pelo site www.fisioufam.com.br os atendimentos ocorrem sempre às sextas-feiras, pela manhã

O objetivo principal do trabalho é traçar um perfil dos dependentes de servidores da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) com idade de zero a 18 meses para, em seguida, relacionar os dados do desenvolvimento motor a fatores socioeconômicos.

A pesquisa será realizada pelo curso de Fisioterapia no Laboratório de Cinesioterapia do Bloco C da Faculdade de Educação Física e Fisioterapia (FEFF). As atividades do projeto são realizadas toda sexta-feira pela manhã, até o dia 27 de janeiro.

“Em linhas gerais, a avaliação do desenvolvimento motor de um bebê, sobretudo no período até os dois anos, auxilia na observação da tipicidade de seu desenvolvimento, isto é, permite observar se uma criança está se desenvolvendo bem, com habilidades motoras e controle motor adequado para sua idade cronológica”, explica a coordenadora do projeto, professora Ayrles Mendonça.

“A detecção precoce de um atraso no desenvolvimento motor permite inferir que a criança precisará de uma avaliação mais criteriosa e de um acompanhamento multiprofissional, visando a investigar as causas do atraso. A conclusão é esta: quanto mais cedo for detectado o atraso do desenvolvimento motor, mais fácil é o diagnóstico e as intervenções para reversão do quadro”, esclarece.

Ela explica que no caso de a criança apresentar alteração motora, a situação poderá estar relacionada a lesões neurológicas graves ou até à ausente ou incorreta estimulação recebida em seu ambiente familiar ou externo. 

O projeto pretende avaliar os filhos de servidores da Ufam para verificar se existe atraso e suas possíveis causas. Caso seja detectada alteração no desenvolvimento motor, o dependente deve ser encaminhado a serviços especializados de atendimento por pediatras e neuropediatras.

Amostragem

Segundo a coordenadora, para que os objetivos sejam realizados testes com o maior número possível de dependentes de servidores nessa faixa etária. “Essa pesquisa foi aprovada pelo comitê de ética em pesquisa da Universidade e esperamos colaborar para o delineamento do perfil motor desse grupo específico”, informa a docente. 

 

Mais informações: 

Orientadora: Ayrles Mendonça Fone: (92) 98116-8814
Orientanda: Michelle Alexandrina Fone: (92) 99412-0508 / (92) 98449-7903 wattsap

 
Ou pelo Fale conosco.
Anexos:
Fazer download deste arquivo (Chamada DI Fisioufam.pdf)Chamada DI Fisioufam[ ]671 kB

Núcleo do Projeto Rondon na Ufam inicia atividades

O Projeto Rondon, do Ministério da Defesa, começa a dar os primeiros passos para a consolidação de um núcleo na Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Na última quarta-feira (14), o professor do Departamento de Química e representante legal da Universidade junto ao Ministério, Rafael Salgado, palestrou sobre o projeto para professores e estudantes no Auditório Rio Negro, do Instituto de Ciências Humanas e Letras (ICHL).

Rafael conta que, atualmente, o objetivo é atrair voluntários para compor a núcleo dentro da Ufam. A expectativa é formar uma equipe para atuar na temporada de operações do Projeto em janeiro de 2018.

“O Projeto Rondon é o maior projeto de extensão do Brasil a título de universidade, então ele precisa ser conhecido dentro da Ufam”, declara o professor. “Trata-se de um projeto social, voluntário, sem fins lucrativos, voltado única e exclusivamente para elevar a qualidade de vida de comunidades carentes. Também busca consolidar no universitário uma noção de cidadania, justiça e direito social”.

O Projeto Rondon atua por meio de operações em comunidades vulneráveis de todo o país. São desenvolvidas ações educativas multidisciplinares para capacitar as populações menos favorecidas, ajudando-as no reconhecimento e resolução de seus problemas. Longe de ter um caráter assistencialista, o Projeto age em conjunto com os governos locais para formar multiplicadores, consolidando um processo de transformação da realidade das comunidades.

As ações do Projeto Rondon contemplam âmbitos como Educação, Cultura, Justiça, Saúde e Trabalho, entre outras.

 

Experiência voluntária

Rafael foi “rondonista” durante a graduação, participando da operação Rio dos Siris no sertão de Pernambuco, em janeiro de 2011. A experiência o marcou tanto que ele quis voltar, desta vez na condição de professor. “Eu me apaixonei pelo projeto. Lembro que no último dia de operação eu prometi a mim mesmo que iria voltar. O subtítulo do projeto é ‘uma lição de vida e cidadania’, por isso você entra achando que vai ensinar, mas a lição não é só para os comunitários. Quem mais aprende somos nós da universidade. O Projeto é a sala de aula aberta, a sala de aula no Brasil. O contato com a comunidade é maravilhoso. Levamos 23 quilos de bagagem de mão e retornamos com uma tonelada de conhecimento”, relata o docente.

A acadêmica do 6º período de Enfermagem, Luciene Oliveira da Cruz, foi atraída pela iniciativa e planeja participar das atividades do núcleo recém-formado. “A possibilidade de conhecer outras realidades e contribuir de alguma forma na melhor qualidade de vida das pessoas que vivem ali é uma ideia que me empolga. Dentro da área da saúde, nos deparamos com muita desinformação; considero que é nosso trabalho mudar isso. Uma informação a mais pode fazer toda a diferença para a vida das pessoas, e as ações do Projeto Rondon fazem justamente isso: mudam vidas. Pretendo participar ativamente do núcleo”, declarou a aluna.

 

Para participar

Estudantes de qualquer curso de graduação da Ufam podem se juntar ao núcleo. A iniciativa funcionará como um Programa institucional de Bolsas de Extensão (Pibex), desenvolvendo ações similares às das operações do Projeto, só que em menor escala na cidade de Manaus. Informações sobre o processo seletivo podem ser acessadas na fan page facebook.com/rondonnucleoufam ou pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. .

 

Conheça mais

Projeto Rondon > projetorondon.defesa.gov.br.

 
 

ARII atende o público em horário especial entre os dias 19 e 23 de dezembro

A Assessoria de Relações Internacionais e Interinstitucionais (ARII) informa que o horário de atendimento ao público externo será realizado das 8 às 12h durante o período de 19 a 23 de dezembro.

A redução deve-se à necessidade de atender demandas internas, como revisão de fluxos administrativos e registros e relatórios referentes às atividades da Assessoria em 2016.

Contato:

3305 1753 / O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Setores podem estabelecer escala de trabalho para a semana de 26 a 30 de dezembro

A Portaria nº 3.161/2016-GR autoriza que os setores da Universidade Federal do Amazonas estabeleçam uma escala de trabalho para os dias 26, 27, 28, 29 e 30 de dezembro.

A autorização é uma medida para reduzir gastos com a atividade administrativa, tendo em vista que o recesso acadêmico está compreendido nesse mesmo período e os feriados de Natal (25/12/2016) e de Ano Novo (1º/1/2017) serão no domingo.

As concessões estão condicionadas à respectiva compensação, conforme estabelecido no art. 44, II, da Lei nº 8.112/1990 (Estatuto dos Servidores Públicos Civis da União).

Anexos:
Fazer download deste arquivo (Portaria n 3.161-2016.jpg)Portaria n 3.161-2016[ ]188 kB

Ufam é destaque na área de Computação com alunos e professores premiados em 2016

Este ano a Universidade Federal do Amazonas teve pelo menos 15 premiações e destaques para professores e alunos da área de Informática em competições nacionais e internacionais, eventos sobre programação e desenvolvimento de aplicativos e programas de financiamento de projetos inovadores, como a Bolsa Google para a América Latina.

"Foi um ano muito proveitoso. Isso é fruto de muito trabalho. Não foi à toa que a Ufam  liderou a lista de Universidades Federais do Brasil com o melhor curso de Ciência da Computação no ano passado e o curso de Sistemas de Informação obteve nota 4 em sua primeira avaliação. Nós, servidores técnicos e professores, trabalhamos muito todos os dias para fazer o nosso melhor", disse o diretor do IComp, Ruiter Caldas.

Mateus Tymburiba, ex-aluno de mestrado do professor Eduardo Feitosa, ganhou menção honrosa no Concurso de Teses e dissertações do Simpósio Brasileiro em Segurança da Informação e de Sistemas Computacionais (SBSeg 2016).

No Simpósio Brasileiro de Engenharia de Sistemas Computacionais (SBESC), Eduardo Valentin, Rosiane De Freitas Rodrigues e Raimundo Barreto levaram o prêmio de melhor artigo da trilha de Sistemas de Tempo Real. O professor Raimundo Barreto também ganhou menção honrosa na Competição Intel de Desenvolvimento de Sistemas Embarcados, junto com a equipe composta pelos alunos de Engenharia da Computação Gabriel Alisson Costa Queiroz, João Victor Lima Lopes e Rosmael Colsoul de Miranda. Dos quase 300 projetos submetidos, apenas 45 foram classificados.

Em Uberlândia, alunos da unidade ganharam menção honrosa no concurso de aplicativos em informática na educação AppsEdu durante o Congresso Brasileiro de Informática da Educação. Rodrigo Pereira e Marcos Siqueira, graduandos em Ciência da Computação, e David Lima, doutorando do Programa de Pós Graduação em Informática (PPGI) foram os agraciados, todos sob a orientação da professora Thais Castro.

Já no Simpósio Brasileiro de Qualidade do Software (SBQS), as pesquisadoras Adriana Lopes, Natasha Valentim, Bruna Moraes, Renata Zilse e Tayana Conte receberam o prêmio de melhor artigo na categoria Relatos de Experiência. Ainda no SBQS, a tese do ex-aluno Davi Viana ganhou o segundo lugar no concurso de teses e dissertações, sob a orientação da Professora Tayana Conte.

Tayana também foi orientadora do artigo dos alunos Elizamary Nascimento e Williamson Silva no Simpósio Brasileiro de Engenharia de Software (SBES). Dos 84 artigos submetidos à banca científica do, apenas 15 foram aceitos. Desses 15, um foi do Instituto de Computação da Ufam.

O trabalho do aluno de doutorado do PPGI/Ufam, Bernardo Bentes Gatto, foi escolhido como melhor trabalho na “21st BMVA Computer Vision Summer School”, realizada em Swansea- Reino Unido. O estudante teve a orientação dos professores Eulanda dos Santos e Waldir Sabino.

O trabalho de Iniciação Científica (PIBIC) da aluna do curso de Ciência da Computação Victória Patrícia Aires, orientada pela professora Rosiane de Freitas, foi selecionado entre os dez melhores em Computação do Brasil em 2016, no Concurso de Trabalhos de Iniciação Científica (CTIC) do Congresso da Sociedade Brasileira de Computação (CSBC 2016), sendo publicado nos anais do evento.A pesquisa também figurou entre as quatro melhores do Brasil na área multidisciplinar de Pesquisa Operacional no Concurso de Projetos de Iniciação Científica (PIC) do Simpósio Brasileiro de Pesquisa Operacional (SBPO 2016).

O professor Altigran Soares, um dos membros do Instituto de Computação da Ufam (Icomp), também passou a fazer parte do Comitê de Área de Ciência da Computação do CNPq.

Maratona de Programação

A equipe do IComp-Ufam-POG ficou em primeiro lugar na 1ª fase da Maratona de Programação (ACM ICPC South America/Brazil), sede Manaus-AM, e se classificou para a final brasileira da competição. A equipe IComp-Ufam-POG era composta pelo aluno veterano Tyller Jor'El, e pelos calouros Eduardo Lopes, Rodrigo Otavio Leão, João Alberto Braga Jr., e tinha como coach  a professora Rosiane de Freitas.

Rosiane também recebeu um prêmio de fomento à pesquisa da Microsoft Research (EUA), referente à pesquisa multidisciplinar relacionada à "Otimização de processos envolvidos na estimativa da captura de carbono pela floresta amazônica", conduzida com alunos do IComp (doutorandos e mestrandos do PPGI e de iniciação científica- PIBIC), em colaboração com o Laboratório de Manejo e Dinâmica Florestal do INPA, liderado pelo pesquisador Niro Higuchi.

Bolsa de Pesquisa Google

Um Projeto da USP/São Carlos com o IComp/Ufam foi selecionado pelo Google e vai receber uma bolsa de pesquisa. O projeto passou a fazer parte do programa de Bolsas de Pesquisa Google para a América Latina. A empresa recebeu um total de 473 pedidos de financiamento, de 13 países, e selecionou apenas 24 propostas para financiar. 

Raíza Hanada é aluna egressa do IComp/Ufam e também fez parte do PET e o projeto selecionado tem colaboração direta do instituto. “Este projeto engloba o doutorado da Raíza e o mestrado do Fernando Anglada, do IComp. A colaboração envolve pesquisadores nas áreas de Interface Humano-Computador (professores Maria da Graça Pimentel da USP e Khai Truong, da Universidade de Toronto) e Aprendizagem de Máquina (Marco Cristo e Fernando Anglada, do IComp)”, explica o professor da Ufam, Marco Cristo.

 Conic

Finalmente, a aluna de Ciência da Computação Victoria Patrícia Silva Aires, sob a orientação da professora Rosiane de Freitas, levou o prêmio de Melhor trabalho de PIBIC da área de Ciências Exatas, da Terra e Engenharias do Congresso de Iniciação Científica (Conic) da Universidade Federal do Amazonas e o aluno Jackson Lucas Sales de Lima recebeu Menção honrosa da Computação junto com seu orientador, professor Horácio de Oliveira.

 

Fonte: ICOMP.

I Seminário de Formação da Rede Norte do Programa Saberes Indígenas na Escola discute Educação escolar indígena no Brasil

Apresentações culturais, oficinas e mostras pedagógicas integram a programação do evento que ocorre até a próxima quinta-feira, 15.

Coordenador Geral do Seminário, professor Gersem Luciano, durante pronunciamentoCoordenador Geral do Seminário, professor Gersem Luciano, durante pronunciamento

A ação “Saberes Indígenas na Escola” tem o propósito de fortalecer as políticas educacionais em prol dos povos indígenas, promovendo o aperfeiçoamento profissional de professores indígenas que atuam na educação básica. Na manhã desta segunda-feira, 12, ocorreu a abertura do I Seminário de Formação da Rede Norte do Programa Saberes Indígenas na Escola -SIE/UFAM, uma atividade promovida pela UFAM em parceria com o Instituto Federal do Amazonas, a Universidade do Estado do Pará, Secretarias Municipal e Estadual de Educação e organizações não-governamentais.

Durante a abertura do evento, o coordenador geral do Seminário, professor Gersem dos Santos Luciano, ressaltou que o encontro é uma oportunidade de conhecer as diferentes experiências e trabalhos que os núcleos dos Saberes Indígenas na Escola, coordenados pela UFAM, desenvolvem. “É a primeira vez que essa rede imensa do Amazonas e Pará está se reunindo. O seminário é uma oportunidade de informação, formação e intercâmbio de experiências sobre nossas atividades com 27 dos 64 povos no estado do Amazonas”, afirmou o coordenador.

Ele destacou ainda que a atividade é fundamental para viabilizar a Escola Indígena do futuro. “A Escola indígena do futuro é aquela que consegue fazer com que o aluno, cidadão indígena, consiga conservar sua tradição, cultura e língua com processos de alfabetização, letramento e numeramento específicos que atendam a essa dupla cidadania e, ao mesmo tempo, possibilite o acesso a tecnologias e conhecimentos universais da escola e da universidade”, declarou ele.

Resistência e protagonismo indígena

Professora Elciclei Faria, da Faculdade de Educação, foi a palestrante da abertura do eventoProfessora Elciclei Faria, da Faculdade de Educação, foi a palestrante da abertura do eventoA palestrante da abertura do evento, professora Elciclei Faria, abordou a trajetória histórica da Educação escolar indígena no país e destacou os avanços na área. “Ao trazer um pouco desse histórico do que foi a Educação Escolar indígena ou Escola para Índios no Brasil, observamos a tentativa de imposição de língua e cultura europeia, mas observamos também a resistência indígena a essas tentativas de apagamento. Além de permanecerem com suas línguas e costumes, os indígenas também se apropriaram dos conhecimentos das sociedades que tentavam subjugá-los. Conseguimos ver também avanços muito importantes como quando o movimento indígena assumiu a sua autonomia e levou à frente, num primeiro momento, a proposta de garantia de direitos e agora, na atualidade, luta pela efetiva implementação de tais políticas públicas. Eles são autores, propõem projetos, assumem espaços dentro das instituições federais, estaduais e municipais e fazem a diferença, ocupando posições que vão desde secretarias municipais a cargos no Ministério da Educação”, declarou a palestrante.

Maria Ângela Moura é um exemplo desse protagonismo indígena. Descendente do povo Tukano, ela integra o Fórum Nacional de Educação Escolar Indígena. “É preciso avançar de acordo com os direitos que reivindicamos e conquistamos ao longo do tempo. Este seminário é importante para nós porque a formação oferecida aqui está aliada aos nossos objetivos de aperfeiçoar as práticas pedagógicas em sala de aula e nós entendemos que uma boa formação nos faz mais unidos em torno de nossos objetivos”, afirmou a participante do seminário.

Programação

Participante do Seminário, Maria Ângela Moura integra o Fórum Nacional de Educação Escolar IndígenaParticipante do Seminário, Maria Ângela Moura integra o Fórum Nacional de Educação Escolar IndígenaO I Seminário de Formação da Rede Norte do Programa Saberes Indígenas na Escola ocorre até Legenda ocorre até o dia 15 de dezembro. Nesta terça, 13, às 9h, ocorre a oficina temática sobre a diferença entre alfabetização e letramento, com a instrutora Maria Socorro Pimentel, da Universidade Federal de Goiás. No dia 14, o professor Carlos Eduardo de Souza, do Instituto Federal do Amazonas (IFAM) realiza a oficina sobre numeramento.

 Seminário ocorre no auditório do Centro de Treinamento Padre Anchieta (CEPAN), Japiim II

 

 

Aluno da Ufam é premiado em Competição Internacional de Engenharia

Felipe Monteiro estuda Engenharia da Computação na UfamFelipe Monteiro estuda Engenharia da Computação na UfamAluno do curso de Engenharia de Computação da UFAM, Felipe Monteiro, é o primeiro brasileiro premiado no ACM Student Research Competition,  evento promovido pela International Symposium on Foundations of Software Engineering (FSE).

Sob orientação do professor Lucas Cordeiro, Felipe apresentou o trabalho  “Verificação de modelos limitados de sistemas digitais Estado-Espaço” que defende a aplicação de técnica conhecida como Bounded Model Checking na verificação de propriedades de controladores digitais de ponto fixo, componentes utilizados em vários tipos de sistemas, desde roteadores de internet até aviões e foguetes.

Felipe Monteiro chegou ao final da competição juntamente com dois alunos da Universidade de Washington (Seattle/EUA), orientados pelo renomado professor Lucas Cordeiro, que relata ser uma conquista notável e que deve ser comemorada com muito orgulho. 

“O FSE é um grande evento internacional que reúne os melhores nomes na área de engenharia de software e ficamos muito felizes de que nesta edição a Ufam tenha obtido tão inédita premiação”, comenta.

O aluno também explica que a ACM seleciona os trabalhos mais influentes em diferentes ramos da Computação para aplicar à competição e que a seleção se dá em várias fases, sendo que na última fase, os alunos fazem apresentação de 10 minutos sobre a pesquisa e o comitê seleciona os vencedores.

Equipe venceu competição internacional nos Estados UnidosEquipe venceu competição internacional nos Estados Unidos

O evento ocorreu de 13 e 18 de novembro de 2016, na cidade de Seattle, EUA.

 

Sobre o evento

Association for Computing Machinery é uma das organizações mais importantes para pesquisa na área.  Ela promove anualmente a ACM Student Research Competition, que é sediada, após uma seleção criteriosa, nas conferências mais influentes sobre Computação.

Os alunos interessados devem submeter artigo científico, que será revisado pelos organizadores da conferência. Após aprovação, os representantes dos artigos recebem US$ 500,00 para viajarem até o local de apresentação. Onde levam posters com o resumo do trabalho e são avaliados por um comitê especializado.

 

Fonte: Assessoria de Relações Internacionais e Interinstitucionais (ARII/Ufam).

Mitos em torno da surdez são desvendados em palestra sobre educação inclusiva

“O surdo é tão capaz quanto qualquer outra pessoa. A única diferença é que ele se comunica através de uma língua viso-espacial”, explica a professora Débora Arruda.

Língua de Sinais não é universal, como muitos pensamLíngua de Sinais não é universal, como muitos pensamA palestra revelou que ainda há mitos que envolvem a surdez, como a ideia de que há uma língua de sinais universal ou a de que não existem estruturas gramaticais próprias. A atividade ocorreu na tarde desta sexta, 9, no auditório Rio Alalaú da Faculdade de Educação (Faced) e faz parte do ‘Ciclo de Palestras e Debates sobre Inclusão no Contexto Amazônico’.

Trata-se de encontros mensais sobre temáticas de educação especial e inclusiva, cujo público de interesse são alunos de licenciaturas e pedagogia e professores da educação básica. “Iniciamos as atividades no início de 2016, mas ainda não se tinha falado nada sobre a surdez. Contemplamos o tema agora, convidando acadêmicos e profissionais a desmitificarem alguns conceitos do senso comum e a superá-los”, explica a coordenadora do Ciclo e mestranda em Educação da Faculdade de Educação (Faced/Ufam), Geyse Sadim.

Essa também é uma preocupação da graduanda do 8º período do curso de Pedagogia da Ufam, Juliana de Souza, 21, para quem, apesar da oferta de duas disciplinas sobre educação inclusiva de pessoas com deficiência na grade regular, a formação complementar é indispensável para preparar o profissional num contexto de escolas inclusivas, por exemplo.

“O professor tem que se reinventar, pesquisar, ter a colaboração de especialistas e criar novos métodos para lidar com a realidade da sala de aula”, propôs Juliana. Como acadêmica, avalia que o aluno deve se interessar pelos eventos, e o docente incentivar a participação da turma. “O acesso a metodologias inclusivas e conceitos de educação inclusivas passam pelo processo de desnaturalização de mitos, e isso é importante para os futuros pedagogos”, complementou.

Senso Comum

Servidora da Universidade desde 2011, a professora Débora Arruda vinculou-se ao curso de Licenciatura em Letras Libras tão logo iniciou a primeira turma, em 2014. O tema mitos em torno da surdez, segundo explicou, abriga uma série de questões pré-concebidas que o senso comum naturaliza ao longo dos anos. “Um dos mitos é falsa universalidade da Língua de Sinais. Isso é uma crença, mas isso não é verdade”, assegurou a palestrante.

“Não é um código secreto’ interpretado pelos surdos, e somente por eles compreendido. Esse mito perdura desde quando a maioria dos professores de surdos, em 1880, eram oralistas [não surdos]. No Congresso de Milão, as línguas de sinais ficaram proibidas, mas, para os surdos, o mais natural é sinalizar”, afirmou. “O ponto central desse mito é este: assim como as comunidades orais têm várias línguas, as línguas de sinais também variam”, destacou.

Um exemplo disso é o fato de que há sinais distintos para uma mesma palavra, como mãe; ou um mesmo sinal para a mesma palavra, como tartaruga e árvore, cujo sinal é igual na Língua Brasileira de Sinais (Libras) e na Língua Americana (ASL). “A origem da Língua de Sinais no Brasil é francesa, mas têm outras influências”, disse a professora Débora Arruda.

Educação inclusiva é o tema central do ciclo de palestras promovido pelo NEPPD em parceria com o PPGEEducação inclusiva é o tema central do ciclo de palestras promovido pelo NEPPD em parceria com o PPGE

Não é porque os surdos se comunicam através de experiências visuais que se deve considerar verdadeiro outro mito, o de que não existe organização gramatical nas línguas de sinais. Essa questão foi pacificada pela Lei nº2.436/2002, que conceituou a Libras e determinou que todos os alunos de licenciaturas devem tê-la como disciplina obrigatória. “A cientificidade que tem como fundamento a existência de uma gramática das línguas de sinais foi questionada até a década de 1970, quando foram criados os três primeiros parâmetros: configuração das mãos, ponto de articulação do sinal e movimento, com o objetivo de descrever os níveis fonológicos e morfológicos capazes de elaborar uma gramática própria”, esclareceu a palestrante.

Não é só isso. A expressão facial e os movimentos do corpo (não só das mãos) também têm uma carga de significado que diferencia os sinais interpretados, e eles são os equivalentes das palavras das línguas orais. Todos esses elementos formam a gramática própria que torna a Libras e a ASL (Estados Unidos) tão completas quanto a Língua Portuguesa ou a Inglesa.

Outros mitos citados pela professora são os de que os surdos vivem num silêncio absoluto. “Isso nunca foi verdade”, informa a professora, ao explicar que há graus de surdez que vão do leve ao profundo, passando pelo moderado. Da mesma forma, devem ser tidas como mito as questões sobre a existência de pensamentos ou sentimentos pela comunidade surda. “Claro que eles pensam e têm sentimentos, porque isso independe da oralidade”, concluiu.

NEPPD e PPGE

O Núcleo de Estudos e Pesquisas em Psicopedagogia Diferencial (NEPPD) é responsável por cinco atividades, dentre as quais a coordenação do Programa de Extensão Apoio Educacional Especializado (PAEE), responsável pelo Ciclo de Palestras, ministradas a cada mês.

Há projetos em parceria com escolas inclusivas e professores dessas instituições têm acesso a metodologias de educação inclusiva e formações oferecidas pelo PAEE por meio da extensão universitária, como os eventos e as Atividades Curriculares de Extensão (ACEs).

O atendimento às crianças deficientes da comunidade também é realizado no âmbito do NEPPD. O contato do Núcleo é somente pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. . Saiba mais sobre os eventos promovidos pelo NEPP na fan page facebook.com/eventosneppd.

“Outro objetivo  do Ciclo é trazer ao conhecimento público os temas de pesquisa tratados na Linha ‘Educação Especial e Inclusão no Contexto Amazônico’, da qual fazem parte dois docentes de Educação Física, dois de Educação e cerca de dez mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade”, esclarece a coordenadora. As pesquisas têm como principais temas acessibilidade, autismo, formação do professor de educação física e educação inclusiva, práticas pedagógicas e Educação a Distância inclusivas.

 

Nota de pesar - servidor Raimundo Rodrigues Ribeiro Filho

A Universidade Federal do Amazonas informa, com imenso pesar, o falecimento do servidor Raimundo Rodrigues Ribeiro Filho, técnico da Prefeitura do Campus Universitário na dia de ontem (08).

O velório foi realizado na funerária Canaã, localizada na Rua Major Gabriel, Centro de Manaus, e o sepultamento aconteceu hoje pela manhã no cemitério ParqueTarumã.

Proext realiza atendimento ao público das 8 às 12h entre os dias 12 de dezembro e 6 de janeiro

A Pró-Reitoria de Extensão informa que o atendimento ao público externo será feito em horário reduzido entre 12 de dezembro e 6 de janeiro, passando a ocorrer das 8 às 12h.

A alteração é necessária para que sejam cumpridas as demandas solicitadas à Proext, tais como registros e relatórios referentes ao ano de 2016.

Contatos

Informações solicitadas por email na aba “contatos” da página da Pró-Reitoria continuam sendo recebidas e atendidas com regularidade.

PPGH divulga resultado da 2ª etapa da seleção para mestrado

PPGH divulga resultado da 2ª etapa da seleção para mestrado

O Programa de Pós-Graduação em História (PPGH) divulga o resultado da 2ª etapa – Prova de Conhecimentos – do exame de seleção para ingresso no curso de mestrado 2017/1 do Edital 054/2016.

Candidatos aprovados (ordem alfabética)

  1. Ana do Nascimento Guerreiro
  2. Ana Meire Pereira Pedroza
  3. Caroline Almeida Gaspar
  4. Daniel Ayrton Santos Lima
  5. Daniel Lopes Comapa Cavalcante
  6. Davi Monteiro Abreu
  7. Hiana Rodrigues da Silva Magalhães
  8. Jorge de Oliveira Campos
  9. Josivaldo Bentes Lima Junior
  10. Laura Stellar Passador de Luiz Blanco
  11. Luziane Nair Lobato dos Santos
  12. Márcia Gabrielle Ribeiro da Silva
  13. Max Deulen Barauna Nogueira
  14. Rafael de Lima Ribeiro
  15. Raoni Araujo Lopes
  16. Sandro Lúcio Lima dos Santos
  17. Talita Gama de Magalhães

Confira em anexo o resultado.

XV SEMAGRO comemora 40 anos do curso de Agronomia

Egresso do curso de Agronomia, o vice-reitor, professor Hedinaldo Narciso Lima, presidiu a solenidade de abertura da XV SEMAGROEgresso do curso de Agronomia, o vice-reitor, professor Hedinaldo Narciso Lima, presidiu a solenidade de abertura da XV SEMAGROCom o tema "40 anos de Agronomia no Amazonas", a décima quinta edição da Semana de Agronomia da Universidade Federal do Amazonas (SEMAGRO) tem uma programação extensa que conta com palestras, cursos e apresentação de trabalhos.

Durante a solenidade de abertura, ocorrida na manhã desta segunda-feira, 05, no auditório Samaúma da Faculdade de Ciências Agrárias (FCA), o vice-reitor, professor Hedinaldo Narciso Lima, que também é egresso do curso de Agronomia, destacou que a SEMAGRO sempre foi um momento muito importante para os acadêmicos. “A formação de um engenheiro agrônomo não se restringe à sala de aula e acredito que coordenar e dirigir encontros científicos de nossa área torna consistente nosso processo de formação. Quando eu era estudante, realizávamos nossos trabalhos em apenas dois laboratórios e hoje os estudantes podem desfrutar de uma estrutura mais aprimorada, que conta com laboratórios para todas as áreas da Agronomia. As Ciências Agrárias, inclusive, com exceção de Coari, estão em todas as unidades da UFAM no Amazonas. Essa estrutura que se vê hoje é fruto do trabalho de todos nós que dedicamos nossas vidas à consolidação das Ciências Agrárias em nosso estado”, discursou o vice-reitor.

Representando a diretoria da Faculdade de Ciências Agrárias, a professora Maria Tereza Gomes Lopes, aproveitou para agradecer a todos os organizadores pela realização do evento. “É com alegria que a FCA anunciou  a realização da XV Semana de Agronomia. Quero agradecer o envolvimento estudantil e o envolvimento dos professores para que essa semana se realizasse. Tenho 15 anos na FCA e presencio nesses últimos oito anos que a FCA é outra em termos de infraestrutura, o que beneficia nossas pesquisas e contribui, por conseguinte,  com o desenvolvimento da região amazônica e do país”, comentou a gestora.

O coordenador do curso de Agronomia, professor Ernesto Oliveira, destacou os novos tempos do mercado de trabalho na área da Agronomia. "São muitas as mudanças no mercado de trabalho e nossos alunos tomam a frente dessa discussão para que adequemos nosso plano político pedagógicos a esses novos tempos”.

 Desenvolvimento rural

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Amazonas, Muni Lourenço, ressaltou a importância das Ciências Agrárias para o desenvolvimento econômico do Estado do Amazonas. “Os cursos voltados para a atividade rural vão cada vez mais adquirir importância no seio de desenvolvimento no Brasil, pois é esse setor que segura a estabilidade econômica de nosso país.

Thomaz Meireles foi o conferencista da abertura do eventoThomaz Meireles foi o conferencista da abertura do eventoO Amazonas precisa muito do empenho dos senhores e senhoras do curso de Agronomia, pois nosso estado não pode depender só da Zona Franca de Manaus, que trouxe concentração econômica para a capital. Precisamos fazer esse esforço de interiorizar a economia do Estado e vocês são o futuro da Agronomia e do empreendedorismo na área rural. Muitos estudantes de agronomia tem raízes rurais e não vejo porque não serem empreendedores na área, considerando que nesse momento, mais de um bilhão de seres humanos passam fome e o mundo precisa de comida. Quero finalizar meu discurso afirmando que a  Federação da Agricultura e Pecuária do Amazonas sempre estará à disposição do trabalho sério, ético e comprometido da Universidade Federal do Amazonas”, concluiu Muni Lourenço.

Cenário da Agricultura no Amazonas

A conferência de abertura foi proferida pelo representante da Companhia Nacional de Abastecimento - CONAB, Thomaz Meireles. Ele apresentou o cenário da Agricultura no Estado do Amazonas. “A realização dessa Semana Acadêmica torna a Agronomia um dos cursos mais importantes da Ufam, pois são 350 mil famílias no Amazonas que passam fome e Manaus é uma das capitais do Brasil com uma das cestas básicas mais caras do país. Esses números comprometem nossa soberania alimentar, pois significam que não temos produção no Amazonas de arroz, feijão, milho. Tudo vem de outros estados, mas acredito que as Ciências Agrárias possam reverter esse quadro adverso”, declarou o palestrante.

 

Estudantes do curso de Agronomia participamn do eventoEstudantes do curso de Agronomia participamn do eventoEstudante do quarto período do curso de Agronomia, Gabriel Leão Ferreira elogia a realização da Semana de Agronomia e fala sobre a expectativa em relação ao curso de Enxertia que será ministrado pelo pesquisador Everton Cordeiro.  “A SEMAGRA é suma importância para os futuros agrônomos pois proporciona uma ampla e vasta informação sobre a atual agricultura brasileira. Tenho muito interesse no curso de enxertia que será ministrado durante a SEMAGRA pelo pesquisador Ewerton Rabelo Cordeiro. Ele adota uma técnica bastante usada nos últimos tempos que cada vez mais vem crescendo e tendo um saldo positivo em relação ao controle e resistência a pragas e doenças dos Citrus. Minha expectativa para este curso é de que cada vez mais possamos aprender e usar esta técnica para que tenhamos uma agricultura avançada e melhorada”, disse o acadêmico.

Programação

A SEMAGRA segue até a próxima sexta-feira, 09, com palestras como “Manejo do cultivo de bananeira”, a ser proferida nesta terça-feira (06) pela pesquisadora Mirza Pereira, da EMBRAPA e a apresentação de trabalhos como “Uso de tecnologia na comercialização agrícola”, do acadêmico Macaulay Souza. 

Auditórios do ICHL entram em recesso de 19 a 30 de dezembro

O atendimento ao público nos auditórios do Instituto de Ciências Humanas e Letras (ICHL) será interrompido no período de 19 a 30 de dezembro para realização de atividades internas e manutenção nos Auditórios Rio Negro e Rio Solimões. Informamos também que o agendamento para 2017 pode ser feito a partir de 02 de janeiro. 

Mais artigos...

  1. Comunicado Propesp