Curso de Administração do Icsez terá revista eletrônica de trabalhos científicos

Sede do curso, em ParintinsSede do curso, em Parintins

O curso de Administração do Instituto de Ciências Sociais, Educação e Zootecnia (ICSEZ), em Parintins lançará, até o fim do mês de dezembro, sua revista eletrônica intitulada Ciência e Desenvolvimento. 
 
O produto, resultado do projeto de extensão institucionalizado na Pró-Reitoria de Extensão e Interiorização, será um espaço para publicação de temas pertinentes não só à Administração, mas também à Economia, à Educação e ao Desenvolvimento Tecnológico, segundo informou o professor do curso, Clêuber Pimentel Barbosa, a quem caberá a editoria da publicação. 
 
“O colegiado de Administração foi o ambiente em que surgiu a ideia de investirmos nesse veículo. Com ele, acabamos por alimentar também o sonho de instituir, no futuro, um Programa de Pós-Graduação em nível de Mestrado na área de Desenvolvimento Econômico e a revista serviria de estimulo para publicação de trabalhos. Ao mesmo tempo, vislumbramos, o envolvimento da Pró-Reitoria de Tecnologia e Inovação (Protec) com o ICSEZ e a comunidade local, o que poderia ampliar ainda mais o horizonte relacionado com Desenvolvimento Socioeconômico e a Tecnologia no polo em que atuamos”, frisou o docente e pesquisador. 
 
A equipe responsável pela elaboração da revista é composta por um professor coordenador e três discentes do curso de Administração, sendo eles as professoras Andréia da Silva de Oliveira, Tayse Pereira Gonçalves e Vanessa Picanço Coelho, além de um técnico-administrativo da UFAM que já tem experiência em editoração de revista eletrônica.
 
A “Ciência e Desenvolvimento” receberá artigos científicos de até oito páginas para publicação. Além de artigos científicos, poderão ser publicados relatos de experiências em campo e resumos de artigos.
 
“Pesquisadores, professores e alunos de qualquer Instituição, desde que compreendidas as áreas temáticas da revista, podem publicar e o material será trabalhado pelos alunos, que terão a incumbência de enviar os artigos aos pareceristas, além da diagramação e manutenção dos cadastros. Eles serão assessorados pelo técnico-administrativo do ICSEZ quanto à parte técnica. A revista fará a publicação dos trabalhos anualmente”, explicou ele. “Dessa forma, além de possibilitar uma melhoria na qualidade dos trabalhos acadêmicos, os cursos poderão ser melhores avaliados pelo Ministério da Educação (MEC)”, concluiu.   
 
Para o lançamento da revista, a equipe aguarda apenas a liberação de espaço no portal para inserção em seu banco de dados. Tão logo este acesso esteja disponível o lançamento será feito oficialmente, com previsão para o mês de dezembro. 

PPGL divulga resultado de avaliação de projetos e entrevista - seleção 2014/2015

O Programa de Pós-graduação em Letras (PPGL) divulga resultado dos aprovados na 2ª etapa (Avaliação dos Projetos e Entrevista), seleção PPGL- 2014/2015. Acesse lista dos aprovados: 

Anexos:
Fazer download deste arquivo (Resultado da 2ª etapa - Avaliação dos Projetos e Entrevista - Seleção PPGL 2014 )Lista dos aprovados[ ]217 kB

Linha Boi Verde é a tônica de palestra no Café Cientifico

A palestra `Novos enfoques na nutrição de gado de corte e leite´  proferida pelo representante da empresa Tortuga Cia. Zootécnica Agrária-Nutrição, Marcelo Ribeiro, chama a atenção do público presente por tratar da questão `Linha Boi Verde´, no Café Cientifico. O evento ocorreu nessa terça-feira, 25, no auditório Paulo Burnheim, Setor Sul.

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Gestores da UFAM e UFPA falam sobre expansão do Ensino Superior durante Forgrad

Vice-reitor da Ufam e pró-reitora da  UFPA durante palestra Vice-reitor da Ufam e pró-reitora da UFPA durante palestra

O Fórum Brasileiro de Pró-Reitores de Graduação (Forgrad) recebeu, na tarde desta terça-feira, 25, representantes das Universidades Federais do Amazonas e do Pará com vistas a discutir a expansão da estrutura das instituições para o interior de seus respectivos em que estão instaladas. 
 
Organizado sob o aspecto do Plano Nacional de Educação e o Ensino Superior Brasileiro, o Forgrad vem reunindo, desde a última segunda-feira, pró-reitores de Ensino de Graduação, coordenadores acadêmicos e coordenadores de cursos das Universidades, Centros Universitários e Institutos de Educação, Ciência e Tecnologia públicas e privadas de toda a região Norte. 
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A apresentação sobre a temática começou com o vice-reitor, professor Hedinaldo Lima, o qual falou da estrutura da Universidade, quando da proposição de interiorização fora aprovado em conselho. Naquele momento, segundo o vice-reitor, embora houvesse um consenso acerca da necessidade e importância de estar em cidades-polo do interior, preocupavam os problemas advindos da iniciativa os que já existiam e desafiavam a Administração Superior.
 
“Quando discutimos essa ação, eu ainda não respondia como vice-reitor, mas me sentia, pessoalmente, instigado a levar o ensino superior para o interior do Estado junto com meus companheiros, principalmente, porque vim de cidade do interior. Atualmente, 52% da população encontram-se na capital e o restante, quando pensa em qualificação e continuação dos estudos, precisa migrar para a capital. Por fim, em menos de dois anos, cinco campi estavam estruturados”, disse.
 
O vice-reitor discorreu sobre alguns desafios que surgiram antes da instalação dos campi e, posteriormente, quando os polos já contavam com os cursos. Enumerou, entre alguns pontos, as obras inacabadas em virtude das empresas de construção civil não cumprirem contrato, faliram ou que tiveram dificuldades de dar prosseguimento às empreitadas, por falta de materiais que precisavam ser adquiridos na capital, Manaus; citou a questão de atrair e fixar docentes nos campi, já depois da estruturação dos polos e a baixa qualidade de internet para suprir as necessidades dos campi. 
 
"O plano de professores equivalentes foi uma solução e ajudou a ampliar a oferta de docentes. No interior, a maioria dos professores é de outros estados e ainda há casos daqueles, que se estabelecem nesses campi porque são naturalmente de lá e, depois de formados, retornam à cidade de origem e começam a trabalhar. Em alguns casos, como ocorre em Coari, há um maior número de doutores em cursos do interior – que também são oferecidos na capital – como o é da área de saúde. Quanto às obras, elas foram concluídas, com pouquíssimas exceções, que estamos resolvendo e a internet, embora precária, já chegou às unidades", revelou.
 
O vice-reitor demonstrou preocupação também com a permanência de estudantes nos cursos oferecidos nas cidades-polo. Para ele, embora exista interesse e boa vontade de ampliar ainda mais a oferta de graduações, as prefeituras não colaboram no que tange à mínima infraestrutura para instalação de novas unidades. 
 
"Estamos falando, também, do Índice de Desenvolvimento Humano, que é baixo, igualmente, preocupa-nos a limitação dos estudantes, que vêm de um Ensino Médio bastante deficitário. Perdemos muitos alunos em função da baixa renda e a capacidade deles, de continuarem frequentando as aulas. 
 
UFPA - A pró-reitora de Ensino de Graduação da Universidade Federal do Pará, Maria Lúcia Harada, apresentou a estrutura da Instituição que contabiliza, hoje, 124 cursos de graduação, 47 mil alunos cadastrados, 55 cursos na sede e 69 cursos no interior
23 mil estudantes no interior e 24 mil na capital. Do total de vagas disponibilizadas, ou seja, das 8 mil, há acesso especial à parte das vagas, direcionadas a indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência. 
 
"Nossas dificuldades se assemelham às da Federal do Amazonas, porque as distâncias da capital para os polos são igualmente grandes e o acesso se dá ou por avião ou por barco. As unidades de Soure e Breves são as que representam maiores desafios, porque é difícil fixar docentes nelas e os cursos de pós-graduação, que ajudariam a manter nesses campi, também os alunos de graduação que concluíram seus cursos, ainda não puderam ser, ainda, implementados", afirmou. 
 
Para ajudar a formular políticas voltadas à melhoria da Instituição, a pró-reitora informou que as decisões são tomadas sob uma gestão colegiada e participativa, em encontros que acontecem em Fóruns, de três a quatro vezes por ano, reunindo gestores, discentes e docentes.
 
"O que buscamos é o aumento de pessoal e a melhoria da logística de dados da internet e apoio à expansão da educação a distância", informou. 

Cine Museu Amazônico encerra mostra Lixo: Vida em questão com aterro

Em cartaz desde o dia 16 de outubro, a mostra de filmes intitulada “Lixo: Vida em Questão” encerra com a exibição do premiado “Aterro”, nesta quinta-feira, 27, às 19h, no Centro de Artes da Universidade Federal do Amazonas/CAUA, com entrada franca.

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Engenharia de Petróleo e Gás realiza sua terceira semana acadêmica

Alunos lotaram o Auditório Rio Javari para abertura da semanaAlunos lotaram o Auditório Rio Javari para abertura da semanaO recente curso de Engenharia de Petróleo e Gás, criado em 2010, iniciou a terceira edição da sua semana acadêmica com a significativa participação dos alunos. A abertura aconteceu na última terça (25) no auditório Rio Javari da Faculdade de Tecnologia.


Formando sua primeira turma de graduação, o curso de Engenharia de Petróleo e Gás chega à III Semana Acadêmica de Petróleo e Gás com objetivo de aproximar profissionais já estabelecidos na área e traçar um panorama atual do cenário de exploração nacional. A Ufam é instituição pioneira, sendo a única a ter criado o curso de graduação na área no Amazonas. O curso tem hoje 5 turmas e busca sua consolidação na formação de recursos humanos para o estado.

Segundo a professora Joeres Sima, coordenadora do evento, nessa edição a ideia é focar mais na formação dos alunos, já que o curso forma sua primeira turma ao final do período letivo: “Muitos desses alunos que estão se formando começaram a estagiar na Petrobrás e eles trouxeram muita experiência do que estão vivenciando dentro da empresa para o curso”.


O tema da Semana é “Exploração e produção de petróleo e gás no Amazonas”, a partir daí unir a experiência que os alunos estão obtendo dentro de empresas com o cenário de exploração nacional, mas sempre focado no Estado, que é o objetivo do curso: formar recursos humanos local e regionalmente para suprir essa demanda.


“Essa integração entre instituição de ensino e empresa é importante para conseguirmos estabelecer parcerias. Por ser um curso recente, o contato entre academia e mercado pode ser positivo no sentido de conseguirmos incentivos para estruturação de novos laboratórios, novas pesquisas, o que é bom tanto para o aluno quanto para os professores.”


A equipe de organização do evento é formada pelos alunos concluintes que se mostrou muito interessada em desenvolver a Semana e buscaram integrar também os alunos calouros. Os tecnólogos de outras instituições também participam da semana para se atualizar sobre as novidades da área.

Na palestra de abertura compuseram a mesa Marcelo Moura Melo (consultor técnico da Petrobrás e engenheiro de petróleo Sênior), Fábio Corregio (gerente setorial da engenharia de poço da Petrobrás/ Unidade Operacional do Amazonas), Vladimir Quéops (coordenador de operações Braserv), Raimundo Nonato (consultor na área de engenharia de petróleo), Flávio Simplicio (gerente de sonda da Queiroz Galvão) e a professora Joeires Simas (coordenadora do curso de Engenharia de Petróleo e da Semana de Petróleo e Gás e a idealizadora da semana acadêmica).

A III Semana Acadêmica de Petróleo e Gás segue até sexta (28) com palestras, minicursos e oficinas realizadas na Faculdade de Tecnologia, setor Norte do Campus Universitário.

Mesa-redonda “Alimentação e saúde” abre o segundo dia do V Congresso Internacional de Geografia

A mesa-redonda “Alimentação e saúde: contradições do nosso tempo” abriu o segundo dia do V Congresso Internacional de Geografia da Saúde: ambientes e sujeitos sociais no mundo globalizado, nesta terça-feira, 24, no auditório Rio Amazonas da Faculdade de Estudos Sociais com a apresentação de três palestrantes.

A mesa-redonda foi composta pela a antropóloga do Instituto Colombiano de Antropologia e História, Juana Camacho Segura, pela médica do Centro de Pesquisa Leônidas e Maria Deane (CPqlMD), da Fundação Osvaldo Cruz Amazônia, Maria Luiza Garnelo, pela professora da Universidade de Brasília (UNB), Gabriela  Bielefeld Nardoto e pela professora do curso de Geografia da Ufam, Tatiana Schor, que coordenou a mesa-redonda.

A primeira apresentação ficou a cargo da antropóloga Juana Camacho que proferiu a palestra “Comida, ambiente, corpo e Antropóloga Juana CamachoAntropóloga Juana Camachosaúde no Caribe colombiano”.  A pesquisadora focou na produção e na qualidade da alimentação. Também abordou a questão da contaminação dos alimentos e mostrou dados sobre a contaminação e seus efeitos na saúde da população. Alertou sobre os perigos da mudança de alimentação da população nos dias atuais e a suas consequências para a saúde das pessoas. “A diminuição da produção de alimentos naturais nos centros urbanos tem levado a população ao consumo de produtos industrializados. Essa mudança alimentar e o sedentarismo causa o aumento do número de doenças. A população necessita de políticas públicas voltadas para a melhoria da qualidade de vida, da produção e do controle mais rígido da contaminação dos alimentos. Os alimentos estão vindo pra nossas mesas contaminados e o consumo interfere na nossa saúde”, explicou Juana Camacho.

Já a médica Maria Luiza Garnelo proferiu a palestra sobre os hábitos alimentares da etnia Baniwa, do alto Rio Negro, e as mudanças culturais que vêm ocorrendo na comunidade. O povo Baniwa têm características culturais próprias e estão experimentando mudanças no seu modo de vida. Os novos hábitos se refletem no rito alimentar da etnia ocasionando alterações no sistema de circulação de alimentos dos nativos. “Pesquisamos as condições de saúde do povo Baniwa e encontramos um elevado índice de desnutrição. O modelo nativo de produção alimentar vem sendo substituído pela produção industrializada. A comunidade chega a se alimentar de frango produzido no sul do país. O Sistema Alimentar Baniwa tem íntima interação com a cosmologia, o poder frátrico e a gestão territorial. A preocupação sócio cosmológica com a alimentação tem expressão física na carência nutricional encontrada e refletem na desnutrição da comunidade”, disse a pesquisadora da Fiocruz, médica Maria Luiza Garnelo.

A última palestrante da manhã, a professora da UNB, Gabriela Nardoto, apresentou o tema “Alimentação e Saúde: mapeamento isotópico da dieta em algumas regiões brasileiras”. O conteúdo exposto focou na questão da composição química dos alimentos e seus efeitos nos aspectos alimentares da população. Quais as diferenças dos padrões alimentares do Amazonas com os grandes centros do sudeste do Brasil? Como o carbono se armazena nos alimentos e a possibilidade de rastrear o caminho da proteína no alimento e como age no corpo.   

 

    

Agricultura familiar: desafios e oportunidades para desenvolver o segmento no estado

Abertura do Seminário nesta terça (25)Abertura do Seminário nesta terça (25)A partir da elaboração de um arranjo interinstitucional, será possível efetivar propostas acerca da agricultura familiar no Amazonas e em nível regional, tendo em vista que o último senso agropecuário (2006) apontou a produção no segmento como 93% do total no estado. A UFAM sedia, até o próximo dia 27, o ‘Seminário de Agricultura Familiar no Amazonas: Desafios para Inovação e Sustentabilidade’, cujo ponto forte é unir conhecimentos e perspectivas no setor.

Programação do Seminário de Agricultura Familiar

O diretor da Faculdade de Ciências Agrárias, professor Neliton Silva, é o anfitrião do evento, cuja abertura ocorreu nesta terça (25), no auditório Samaúma/FCA. A ação é realizada pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), e tem a participação de agricultores e extrativistas, pesquisadores e estudantes do setor. Entre as instituições parceiras estão a Secretaria de Produção Rural do Amazonas (Sepror), o Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Amazonas (Idam), a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Amazonas (Faea) e a Organização das Cooperativas do Brasil (OCB-AM).

Entre os convidados, autoridades e pesquisadores do setor agropecuárioEntre os convidados, autoridades e pesquisadores do setor agropecuárioAo receber os participantes, o professor Neliton foi enfático ao destacar dois grandes objetivos do Seminário: “Precisamos repensar produção na agricultura familiar e geração de tecnologias inovadoras para incrementar o setor”. Na avaliação do diretor da FCA, é preciso, estreitar a relação entre a academia e o Setor Primário, por meio de agendas prioritárias de pesquisa para solucionar temas urgentes, tais como o quadro de eventos extremos (grandes cheias e secas). “Com certeza iremos terminar o evento com propostas concretas sobre muitas inquietudes”, disse, dentre as quais: “Que profissionais estamos formando para lidar com essa realidade?”.

 

Fortalecer o segmento

Sobre desafios para a agricultura familiar, a secretária de Desenvolvimento Sustentável do Amazonas, Camila Amaral, lembrou umas das vantagens do Estado: “Não temos conversão de floresta em pasto e monocultura. Nós precisamos, então, desenvolver produtos regionais”. Ela apontou a atuação do Idam como fundamental para a valorização de técnicas direcionadas à produção desses produtos, e citou a regionalização da merenda escolar como um avanço nas estratégias de fortalecimento da agricultura familiar.

Os extensionistas rurais do Idam Jorge Augusto Monteiro e João Duarte, que estavam expondo material de divulgação na área externa, disseram que o trabalho do Instituto obedece à aptidão de cada um dos 62 municípios amazonenses. “Realizamos cursos, treinamentos sobre metodologias inovadoras tanto na agricultura quanto na pecuária, numa perspectiva de educação e extensão”, expôs João Duarte. Jorge Augusto enumerou algumas das principais culturas do Amazonas: “Em Humaitá, a produção de grãos é destaque; em Maués, do guaraná; em Tefé, da farinha; em Codajás, do açaí; e em Rio Preto da Eva, da laranja. Graças a essa produção local em Rio Preto, o Estado está ficando autossuficiente quanto à laranja”.Produtos foram expostos na FCAProdutos foram expostos na FCA

 

Técnicas, processos e produtos

A diversificação de produtos e modos de produção são as bases da segurança alimentar e da geração de renda. Nesse processo, utilizar tecnologias inovadoras, capazes de atender à demanda local e aumentar a produção, a qualidade do produto e a renda familiar, é essencial. Um dos coordenadores do Seminário, o chefe de Transferência de Tecnologia da Embrapa na Amazônia Ocidental, Ricardo Lopes, destaca a atuação da empresa em vários segmentos na região, dentre os quais: piscicultura, ortaliças, plantas medicinais. Atuamos desenvolvendo técnicas de produtos e processos que possam gerar benefícios para o pequeno produtor.

Um exemplo de produto é o ‘despirfilhador da bananeira’, equipamento que será usado para aumentar a produtividade dos produtores, sendo direcionado para agricultura familiar. “Outra recente inovação será benéfica para o manejo de guaraná, mais direcionada para a produção regional”, explicou Ricardo Lopes.

A proposta do evento é aproximar as tecnologias - técnicas, processos, produtos e conhecimentos - da realidade do produtor local, através dos parceiros. “Os eventos coletivos para a formação de um arranjo interinstitucional é a nossa meta”, esclareceu Lindomar Silva, que é pesquisador na empresa organizadora do Seminário.

Professor Johnson Moura da FT recebe moção da Aleam no dia 3 de dezembro

O professor do curso de Engenharia Química da Faculdade de Tecnologia (FT), Johnson Pontes de Moura será homenageado por meio de uma moção de parabenização, no próximo dia 3 de dezembro, às 10h, durante sessão solene no plenário da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam).

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PPGL promove minicurso sobre Post-modernismo

professora Ana Paula Arnautprofessora Ana Paula Arnaut

O Programa de Pós-graduação em Letras promoveu, nesta tarde de segunda-feira, 24, o minicurso “José Saramago e Antônio Lobo Antunes: (Re) criações do real”, ministrado pela professora da Universidade de Coimbra, Ana Paula Arnaut. O minicurso ocorre no mini auditório da Faculdade de Estudos Sociais (FES), no setor Norte do campus, e vai até a sexta-feira, dia 28.

O minicurso faz parte da programação anual do Programa (área de Literatura) e é voltada para estudantes da graduação e da pós-graduação em Letras. A professora Ana Paula Arnaut analisa as obras de dois escritores portugueses mais conhecidos no Brasil para demonstrar o aspecto post-modernista em sua literatura.

José Saramago e Antônio Lobo Antunes são dois dos grandes escritores da literatura portuguesa contemporânea. A escolha deles foi em razão das questões teóricas relacionadas com o período literário em que pertencem esses escritores. Suas obras têm muitas características post-modernista e servem como referência para explicar este movimento literário.

O Post-modernismo é um conjunto de características que vão buscar movimentos e características de períodos literários anteriores e os submete a uma nova aplicação. Não é uma coisa nova, mas de uma maneira nova. É uma construção estética remontada com outras partes. O Post-modernismo português surge em 1968, com a publicação do romance do escritor José Cardoso Pires, Delfim. Oficialmente é a obra que originou o movimento em Portugal, mas não quer dizer que as características não possa ter aparecido em outras obras em momentos anteriores.

Neste primeiro dia a professora Ana Paula Arnaut fez uma explicação teórica sobre o tema. Ou seja, a parte teórica sobre as características do Post-modernismo. Em seguida, citou as obras dos autores que vai utilizar para identificar as características do movimento. Nos outros dias vai trabalhar a parte prática com os participantes.

“O Post-modernismo é uma ‘colcha de retalhos’. É um movimento construído com partes de outros momentos literários. Eu diria que a máxima do Post-modernismo é: ‘não é uma coisa nova, mas de uma maneira nova’. Este é um movimento contemporâneo, mas com aspectos de movimentos anteriores”, disse a professora Ana Paula.    

Interface entre Geografia & Saúde no contexto global é discutida na abertura do V CIGEOS

Parceiros participaram da abertura do eventoParceiros participaram da abertura do eventoA abertura oficial do V Congresso Internacional de Geografia da Saúde ocorreu na tarde desta segunda-feira (24), no auditório Rio Amazonas da Faculdade de Estudos Sociais. Para discutir o tema ‘Ambientes e Sujeitos Sociais no Mundo Globalizado’, a UFAM recebeu a professora Ana Paula Santana, doutora em Geografia Humana e catedrática da Universidade de Coimbra, cuja produção é mundialmente conhecida por aproximar os temas saúde, ambiente e globalização. Ao fim do evento, nesta sexta (28), será iniciada a elaboração de um livro sobre o tema.

Acesse o portal do V CIGEOS e confira a programação completa.

Ao representar a reitora, professora Márcia Perales, na solenidade de abertura, o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação (Propesp), professor Gilson Monteiro, ressaltou o importante papel da Universidade na promoção de diálogo e troca de conhecimentos, através do apoio a ações como o CIGEOS. “É uma oportunidade de ampliar o sentido de saúde, pensando do ponto de vista da prevenção. Aqui será realizado o efetivo processo de troca de conhecimento de que a Universidade precisa. Muito mais do que o excessivo tempo em sala de aula, é nosso dever sair das ‘zonas de conforto’, e a Geografia dá um passo importante quando se aproxima da Saúde”.

Coordenador do Congresso recebe os convidadosCoordenador do Congresso recebe os convidadosO coordenador do Congresso, professor José Ademir de Oliveira, alerta: “As doenças ocorrem num determinado espaço geográfico, numa relação com o ambiente. Hoje em dia, existe a globalização das doenças, assim como da economia, de bens e serviços”. Ao avaliar o papel do geógrafo, o professor enfatizou que esse é o profissional responsável pela análise da interface Geografia & Saúde, o qual interpreta e propõe os meios necessários para lidar com ela. Em se tratando de trabalhos nessa área, o professor aponta para a parceria entre o Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFAM (PPG-Geo/UFAM), a Universidade do Estado de São Paulo (UNESP) e a Universidade Federal de Uberlândia como fonte de resultados nesse campo, tais como um livro e pesquisas de mestrado e doutorado.

Participaram da abertura, além do professor Gilson Monteiro e do professor José Ademir de Oliveira, o vice-diretor da Fundação Oswaldo Cruz no Amazonas (Fiocruz), Felipe Naveca; o vice-diretor do Instituto de Ciências Humanas e Letras (ICHL), professor Nelcioney Araújo; o representante do Centro de Referencia em Saúde do Trabalhador (Cerest), Eduardo Toledo; o chefe do Departamento de Geografia/UFAM, professor Marcos Lima; e a coordenadora do PPG-Geo/UFAM, professora Amélia Nogueira.

 

Professora fala sobre globalização e saúdeProfessora fala sobre globalização e saúdeGlobalização, Geografia e Saúde

A professora Ana Paula Santana proferiu a palestra inicial, na qual apresentou um panorama da relação entre a globalização e suas consequências para a saúde em escala mundial. “Globalizar significa aniquilar virtualmente o tempo e o espaço; esse fenômeno causa impactos positivos e negativos, dentre os quais eu destaquei a iniquidade e a partilha do conhecimento, respectivamente”, disse a catedrática, que também é consultora da Organização Mundial de Saúde (OMS). Ao elencar as manifestações da globalização, ela apontou mobilidade global, comunicação, novas estruturas de governos, alterações climáticas, interações culturais e fluxos migratórios como algumas delas, as quais influenciam as políticas globais sobre saúde.

“A globalização da saúde reflete-se na elaboração dos objetivos do milênio, na criação de políticas internacionais sobre saúde e na homogeneização dos estilos de vida”, refletiu a professora. Como consequências deste último fenômeno, é possível pensar sobre as doenças crônicas: “Mesmo que não sejam transmissíveis, os comportamentos que as condicionam são compartilhados e reforçados pela propaganda e pelo marketing”.

 

Interinstitucional

O evento é uma realização do PPG-Geo/UFAM e coordenado pelo professor José Ademir de Oliveira, tendo ainda a colaboração da Fiocruz, Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS), Cerest, Núcleo de Estudos e Pesquisas das Cidades na Amazônia Brasileira (NEPECAB), Programa de Licenciatura Indígena e Projeto Cine & Vídeo Tarumã. Fundação de Amparo à Pesquisa do Amazonas (Fapeam) e Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) também fazem parte do rol de apoiadores do Congresso.

Colóquio Saberes e Ciência Plural inicia dialogando sobre pesquisas em antropologia

A partir da percepção da Amazônia como uma região rica em biodiversidade, portanto capaz de gerar diferentes modos de conhecimentos tradicionais e científicos, a Ufam, através do Programa de Pós-graduação em Antropologia Social- PPGAS, em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisa Brasil Plural - IBP realiza o Colóquio Saberes e Ciência Plural até o dia 26.

Pesquisadores do IBP compõe mesa de aberturaPesquisadores do IBP compõe mesa de aberturaEm sua segunda edição, o Colóquio do INCT Brasil Plural conta com apresentação de pesquisas feitas no âmbito do Instituto e promove debate com pesquisadores convidados nacionais e internacionais. A definição de realizar este Colóquio dos Saberes, em uma perspectiva de avançar no diálogo e articulação das redes que compõem o Brasil Plural foi um dos resultados do primeiro colóquio realizado em novembro de 2013 (Reflexões sobre Pesquisa Antropológica e Políticas Públicas no INCT Brasil Plural).

 

Durante seis anos de estudos e experiências realizadas no âmbito do IBP, integrado pela Ufam através do PPGAS, as reflexões provocadas pelas pesquisas desenvolvidas buscam construir uma ciência plural, tanto no seu modo de operar quanto no reconhecimento de outros modos de conhecimento e de ação no mundo, em uma perspectiva dialógica e simetrizante da pesquisa junto às diferentes populações.

 

Doutoranda Lígia Soares apresenta sua pesquisaDoutoranda Lígia Soares apresenta sua pesquisa

“A proposta desse seminário é articular diferentes temas de pesquisa desenvolvidos pelo IBP, tendo como fio condutor a problematização das atividades orientadas para a troca de saberes. Várias redes justificaram seus temas pela troca de saberes, seja com as populações estudadas ou com o Estado. Assim, estamos convidando para apresentar suas experiências em três temas: “Museu, memória e arte”,  “Socioambiente e cosmologias” e “Educação Intercultural””, destaca a professora Deise Lucy Montardo, coordenadora do IBP e docente do PPGAS. Além dos três temas, ainda será realizada uma mesa chamada “Saberes e diálogos entre comunidades e instituições”, com a presença de especialistas/representantes das comunidades (como indígenas, quilombolas, membros de comunidades urbanas).

 

Durante a abertura do colóquio, realizada na sede da Academia Amazonense de Letras, a profesora Maria Helena Ortolan apresentou as atividades e experiências do Museu Amazônico. Também contribuíram os pesquisadores Rafael Devos  (PPGAS/UFSC) que falou sobre o projeto Ver Peixe, que registra em forma de documentário a relação dos pescadores de tainha nas praias de Florianópolis (SC) e Lígia Soares, doutoranda do PPGAS/Ufam, pesquisa o sistema musical dos Ràmkôkamekrá/Canela que vivem na aldeia Escalvado, situada na TI Kanela, município de Fernando Falcão (MA). 

 

Sobre o Instituto

 

O Instituto Nacional de Pesquisa Brasil Plural é resultado de um esforço conjunto entre vários campos e especialidades da antropologia, para delinear e rediscutir uma outra imagem sociocultural e ambiental do Brasil. Além disso, o objetivo do Brasil Plural é fomentar a formação de recursos humanos, apoiando as atividades dos novos grupos de pesquisa e programas de pós-graduação tanto da região amazônica – como o programa de Pós-Graduação da Universidade Federal do Amazonas, as atividades do campus avançado que esta universidade mantém em Benjamin Constant. Sobretudo, desenvolver um programa articulado de pesquisas comparativas na região amazônica e no sul do Brasil, com foco no conhecimento de suas diferentes populações, favorecendo as trocas científicas tanto entre instituições e pesquisadores de diferentes regiões (UFSC, UDESC, UNIVALI, UFAM, FIOCRUZ/AM), quanto entre diversas temáticas e linhas de pesquisa.

UFAM e UFPA lançam edital para doutorado em Análise e Geometria

A Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e Universidade Federal do Pará (UFPA), por intermédio de suas Pró-Reitorias de Pesquisa e Pós-Graduação, tornam pública a abertura de inscrições para ingresso em 2015 no curso de Doutorado do Programa de Pós-Graduação em Matemática.

O processo seletivo oferta 12 (doze) vagas, sendo seis delas para a área de Análise, a ser cursada na UFPA e outras seis, para Geometria, a ser cursada na UFAM.

Os interessados deverão fazer suas inscrições na Secretaria do curso, nos dias úteis compreendidos entre 3 de novembro e 16 de dezembro de 2014, no horário de 9h às 12h e de 14h às 17h, com os documentos descritos em edital.

Para ter acesso a mais informações acerca do processo seletivo, tal qual à fica de inscrição, observar documentos em anexo. 

Bibliotecários da Ufam participaram de Seminário

Bibliotecários da UfamBibliotecários da Ufam

 

Servidores da Biblioteca Central da Ufam participaram do XVIII Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias 2014 “Bibliotecas universitárias e o acesso público à informação: articulando leis, tecnologias, práticas e gestão”, que ocorreu em Belo Horizonte, na semana passada, de 16 a 21. A participação deixa um saldo positivo na formação dos servidores, já que puderam interagir com outros profissionais de diversas instituições do país, pois agregou novas informações que resultam em bom atendimento nas bibliotecas setoriais da Ufam.  

Participaram 18 bibliotecários da Ufam, sendo 15 da capital e três do interior. Outras instituições do estado do Amazonas também participaram (Ifam e UEA) e demais gestores que participaram do Fórum de Dirigentes de Bibliotecas Universitárias do Amazonas. No total foram em torno de 30 bibliotecários do estado que estiveram presentes no Seminário. O evento foi promovido pelo Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal de Minas Gerais.

O Seminário apresentou reflexões sobre o novo papel das bibliotecas e dos profissionais da informação diante da produção contemporânea do conhecimento e do olhar da sociedade, destacando a importância da informação no contexto social em função da edição de vários dispositivos legais, dentre os quais a Lei de Acesso a Informação.Essa reflexão deixa um aspecto positivo no conhecimento dos profissionais que estiveram presentes e dissemina o conteúdo aos demais que não puderam participar do evento.

A diretora da Biblioteca Central, Célia Simonetti, ressaltou a participação dos bibliotecários da Ufam no evento. “Participar do evento foi importante Diretora da BC, Célia SimonettiDiretora da BC, Célia Simonettiporque os nossos bibliotecários interagiram com outros profissionais e observaram novas formas de atendimento. Permitiu vivenciar experiências em outras universidades e resultar na melhora do sistema de administração das nossas bibliotecas. Foi participando desses eventos que vimos como mudar todo o processo de aquisição de livros. Isso resultou na aquisição de novos títulos e no melhor atendimento aos usuários”, afirmou a diretora.

A Ufam vai sediar o Seminário em 2016, foi escolhida depois de vencer a Universidade Federal do Maranhão, e os preparativos já começam a partir de dezembro. “Fomos com o objetivo de sermos candidatos a sediar o próximo evento em 2016. Tivemos o apoio da reitoria da Ufam, da UEA e do Ifam e acabamos vencendo a eleição e já começamos a planejar o evento”, disse a diretora Célia Simonetti.

 

Cigeos inicia programação com palestras simultâneas

Aspectos que fazem a interface entre Geografia e Saúde serão discutidos no V Congresso Internacional de Geografia da Saúde (CIGEOS) iniciado às 9h, nesta segunda-feira, 24, nos auditórios do Instituto de Ciências Humanas e Letras (ICHL), da Faculdade de Educação (Faced) e da Faculdade de Estudos Sociais (FES), em quatro palestras simultâneas correlacionadas à temática `Geografia da Saúde: ambiente e sujeitos sociais no mundo globalizado´. O evento objetiva ampliar as discussões em torno da questão do ambiente e da saúde.

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Idioma sem Fronteiras inscreve para curso online de Francês. Acesse edital e critérios de seleção

O Programa Idioma sem Fronteiras, instituído por meio da Portaria Normativa 973, de 14 de novembro de 2014, do Governo Federal, está com inscrições abertas, às 12h (horário de Brasília) do dia 8 de dezembro, para o curso de Francês online. Saiba mais.

As cinco senhas, serão distribuídas pela coordenação do Idioma sem Fronteiras de acordo com os critérios estabelecidos em edital.

Podem se inscrever os candidatos que atendam aos seguintes critérios:

1. Alunos de graduação, de mestrado ou de doutorado, com matrícula ativa nas universidades federais, universidades estaduais e institutos federais credenciados ao Programa IsF;

2. Alunos que tenham concluído até 90% do total de créditos de seu curso;

3. A inscrição do candidato ao curso online ‘Français Sans Frontières’ implicará na concordância expressa e irretratável com o disposto na Portaria Normativa MEC nº 025, de 25 de novembro de 2013 e neste Edital.

 

De acordo com o Edital 33/2014, a UFAM foi contemplada com cinco senhas, dessa forma os alunos serão classificados de acordo com os critérios estabelecidos pelo Sistema do Programa, atendendo a seguinte ordem de prioridade:

1.  Sejam alunos de graduação de cursos elegíveis ao Programa Ciência sem Fronteiras (CsF);

2.  Tenham se submetido ao ENEM a partir de 2010 e que tenham obtido média igual ou superior a 600 pontos, incluindo a redação;

3.  Possuam maior índice de rendimento acadêmico, conforme parâmetros definidos pela própria universidade;

4. Sejam bolsistas ou ex-bolsistas do Programa Jovens Talentos para a Ciência de qualquer curso de graduação, com vínculo institucional e que atendam aos demais critérios de seleção; e

5. Para inscrições, informações e edital, acesse http://isf.mec.gov.br/frances/pt-br/

               

Sobre o Programa

O Programa Idiomas sem Fronteiras – Francês é desenvolvido pelo Ministério da Educação (MEC), por intermédio da Secretaria de Educação Superior (SESu) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) com a participação de especialistas de língua francesa das universidades federais. Seu principal objetivo é incentivar o aprendizado do idioma francês, além de propiciar uma mudança abrangente e estruturante no ensino de idiomas estrangeiros nas instituições de ensino superior do País.

O Programa Idiomas sem Fronteiras - Francês foi elaborado com o objetivo de auxiliar estudantes universitários brasileiros no aprendizado e aprimoramento do idioma francês para proporcionar oportunidades de acesso, por intermédio de programas de mobilidade estudantil como o Programa Ciências sem Fronteiras, às universidades de países onde a educação superior é conduzida em sua totalidade ou em parte por meio da língua francesa, promovendo assim a internacionalização das universidades brasileiras.

Para atender tal demanda, suas ações incluem a aplicação de testes de nivelamento, oferta de cursos a distância autoinstrucionais e cursos presenciais ofertados nas universidades credenciadas no Programa IsF.

Ufam sedia encontro da agricultura familiar e debate “Inovação de Sustentabilidade”

“Agricultura Familiar no Amazonas: Desafios para Inovação de Sustentabilidade” é tema do seminário que pretende definir, entre os dias 25 e 27 de novembro, uma agenda de prioridades para a ação conjunta de instituições de ensino, pesquisa, assistência técnica e extensão rural. A iniciativa, a qual contará com a participação de agricultores e extrativistas e que acontecerá no auditório Samaúma, Faculdade de Ciências Agrárias da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) é uma realização Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, tem o apoio da Ufam, Secretaria de Produção Rural do Amazonas (Sepror),  Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Amazonas (Idam),  Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Amazonas (Faea),  Organização das Cooperativas do Brasil (OCB-AM).
O presidente do comitê organizador do Seminário Agricultura familiar no Amazonas, chefe-adjunto de Transferência de Tecnologia da Embrapa Amazônia Ocidental, pesquisador Ricardo Lopes, destaca que o foco da inovação é aumentar a renda e melhorar a condição de vida dos agricultores familiares com base em sistemas de produção sustentáveis e adequados à diversidade desse segmento do setor primário.
O evento será uma oportunidade para construir uma agenda conjunta de trabalho das instituições de ensino, pesquisa, assistência técnica e extensão rural visando à geração e disponibilização de conhecimentos e tecnologias de produção e processos, apropriados para a agricultura familiar.
“Por isso, a participação dos agricultores familiares nessas discussões e definições de prioridades é fundamental, pois não podemos “impor” para o agricultor algo que ele não quer, ele tem que participar do processo para que as tecnologias de produção sejam efetivamente adotadas e a inovação de fato ocorra”, destaca Lopes.
No Amazonas, dos 66.784 estabelecimentos rurais do estado,  93% atendem o critério legal de agricultura familiar, o que corresponde a 61.843 propriedades rurais, segundo o censo agropecuário do IBGE.  A maioria dos alimentos produzidos no Amazonas, principalmente,  mandioca, banana, cupuaçu, frutas regionais, feijão-caupi e hortaliças, são provenientes da agricultura familiar.
Na programação do evento, os dias 25 e 26 serão destinados a apresentações das ações de instituições públicas e organizações sociais voltadas para agricultura familiar com espaço para discussão em plenárias. Na quinta-feira, dia 27, será realizada a “Oficina de concertação”, que pretende estabelecer compromissos com base na sustentabilidade e nas realidades locais e uma agenda integrada de atuação dos órgãos de Pesquisa, de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), de Ensino, e agentes públicos e organizações sociais que promovam a inovação tecnológica da agricultura familiar no Amazonas.
“Para implementar o desenvolvimento rural sustentável no Amazonas com base na inovação há o desafio de articular os diversos setores que atuam com agricultura familiar, envolvendo as instituições de Ensino, Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), as organizações dos agricultores e a sociedade”, afirma o pesquisador da Embrapa Amazônia Ocidental, sociólogo Lindomar de Jesus Silva. Por isso a necessidade de promover um amplo debate e definir compromissos de todos os envolvidos, explica ele. “Queremos fazer uma reflexão ampla da situação da agricultura familiar no Amazonas, definir prioridades e agendas conjuntas entre as diversas entidades e construir um instrumento de gestão para monitorar a execução dessas prioridades”, afirma o pesquisador.
Um dos resultados deste seminário será a elaboração de um documento definindo as ações necessárias para fortalecer a Agricultura Familiar no Amazonas, estabelecendo um Plano de Trabalho. As demandas, prioridades, agendas e grupo de gestão serão discutidas e legitimadas pelo público do evento. Este seminário é o início de um processo para fortalecimento da agricultura familiar no Amazonas. Após essa fase de definição da agenda serão buscadas formas para implementar ações que atendam essas prioridades, por meio de projetos integrados das diversas instituições, e chamadas públicas para financiamentos de ações pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA).
Durante o evento será mantida uma feira com estandes de instituições ensino, pesquisa, assistência técnica e extensão rural que farão exposição de suas ações para agricultura familiar, divulgação de tecnologias, venda ou distribuição de publicações, entre outros, e também estandes de organizações sociais e produtores que farão exposição e venda de produtos da Agricultura Familiar.
Estão sendo convidados gestores e lideranças da Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), da pesquisa agropecuária, das instituições de ensino, organizações dos agricultores familiares (associações, cooperativas e sindicatos das microrregiões do Amazonas), representantes de órgãos do Governo Federal, do Estado e Prefeituras, organizações econômicas, sociais, instituições financiadoras e outros  que tenham atuação no setor primário do estado. Será discutido um modelo de rede de gestão da inovação na agricultura familiar com a participação de diferentes representantes de instituições publicas e organizações sociais que deverá promover a desejada integração entre ensino, pesquisa e extensão rural para construção e compartilhamento de conhecimentos e tecnologias apropriadas à diversidade da Agricultura Familiar no Amazonas.

Pró-reitor de Pesquisa e Pós-graduação da Ufam (Propesp), Gilson Monteiro, é eleito membro titular do conselho fiscal do Fórum de Pró-reitores de Pesquisa.

Pró-reitor Gilson Monteiro eleito para o Conselho Fiscal  Pró-reitor Gilson Monteiro eleito para o Conselho Fiscal

O Pró-reitor de Pesquisa e Pós-graduação da Ufam (Propesp), professor Gilson Monteiro, foi eleito nesta quinta-feira, 20, como membro titular do Conselho Fiscal do Forprop ( Fórum de no XXX Encontro de Pró-reitores de Pesquisa das universidades brasileiras) para o ano de 2015. A eleição ocorreu durante o Encontro Nacional de ró-reitores de Pesquisa de Pós-graduação, em Águas de Lindóia, São Paulo, em que a escolha da diretoria foi um dos pontos de pauta do Encontro.

Antes da escolha da nova diretoria, conforme o Regimento do Fórum, foi escolhido o novo conselho fiscal. Dentre os presentes, são apresentadas as candidaturas. A Ufam foi escolhida como parte do Conselho Fiscal (são três titulares e três substitutos). O Pró-reitor foi escolhido para compor o Conselho como um dos três titulares, pela plenária. A posse ocorreu imediatamente à escolha.

O Pró-reitor Gilson Monteiro afirmou que o objetivo de participar do Encontro, além da discussão relacionada à pesquisa, foi ocupar espaço nas diretorias dos Fóruns e nos processos de tomada de decisão. "Ao aceitarmos o convite da professora Márcia Perales Mendes Silva para assumir a Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-graduação da Ufam recebemos algumas orientações. Dentre elas, a de que deveríamos ocupar espaços em todos os fóruns nacionais para, assim, firmarmos uma posição da Ufam nos fóruns. Portanto, é de importância estratégica que a Ufam esteja não só presente nos fóruns, mas também, nas diretorias e no processo de tomadas de decisão. A Universidade, com isso, afirma a sua importância no cenário da Pós-graduação do Brasil ao se fazer presente e respeitadas nas associações da área."

 

Ufam realiza Autoavaliação Institucional entre 1º e 20 dezembro

Conhecer a visão que a comunidade acadêmica tem de si mesma e da própria UFAM é um dos objetivos da autoavaliação institucional, que ocorrerá de 1º a 20 de dezembro. Professores, técnicos administrativos e estudantes poderão participar do processo por meio dos portais de cada público. Acadêmicos dos cursos voltados para populações indígenas e do Parfor (do interior do estado) participarão da avaliação em períodos específicos.

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Professor Willi Bolle fala das ‘Passagens’ de Walter Benjamin no Encontro de Ideias

Tradutor das obras do sociólogo, filósofo, crítico literário, ensaísta e escritor Walter Benjamin, que também foi um dos representantes da Teoria Crítica da Escola de Frankfurt, o professor Willi Bolle, da Universidade de São Paul (USP), realizou a palestra intitulada ‘Walter Benjamin: minha participação em sua difusão e recepção no Brasil’.

O evento ocorreu na quarta-feira (19), no bloco Mário Ypiranga Monteiro do Instituto de Ciências Humanas e Letras (ICHL), e reuniu estudantes, professores e pesquisadores de Ciências Sociais, Comunicação e áreas afins. Trata-se de uma realização do Grupo de Pesquisa Amazônia e Pensamento Contemporâneo do Núcleo de Estudos sobre a Teoria Crítica, sob a coordenação do professor Renan Freitas Pinto (PPGSCA).

Ao receber o professor Willi Bolle, cuja tese versou sobre a técnica narrativa de Guimarães Rosa (Grande Sertão Veredas) em aproximação com o procedimento de escrita constelacional de Walter Benjamin, o coordenador da atividade falou da relevância das traduções para a recepção do pensamento crítico de tradição marxista desenvolvido por Benjamin, assim como de outros expoentes da mesma Escola, como Theodor Adorno e Marx Horkheimer. “Quando começamos a ler esses autores, havia um atraso em relação a outros países, pois as obras não chegavam aqui. Líamos o Weber [Marx], por exemplo, pela tradução mexicana”, enfatizou.

 

Um pouco de Walter Benjamin

Diante de uma vasta obra distribuída entre ensaios, críticas literárias e de cunho sociológico, o professor Willi Bolle elegeu a obra ‘Passagens’, uma historiografia de Paris no início do século XX, para ser o tema desta palestra. O professor Bolle relembrou como surgiu a inquietação a respeito do conceito de crítica em Benjamin, traduzida na tese de livre docência intitulada ‘Tableaux berlinois. Walter Benjamin e a cultura da República de Weimar’. “Eu fui buscar a relação entre o lugar onde eu nasci - Berlim, e onde eu vivo - São Paulo. Nessa linha, eu publiquei a obra Fisionomia da Metrópole Moderna, no ano de 1984”, explicou o docente.

Ao falar sobre a obra ‘Passagens’, o palestrante situou Walter Benjamin como autor de uma das mais belas historiografias do século passado. A obra foi escrita entre 1927 e 1940, mas foi publicada apenas em 1982, na Alemanha. Com esse livro, Benjamin alcança o objetivo de apresentar a Paris do século XIX, a qual ele chama de ‘cidade de sonho’. “Segundo minha avaliação, a obra está entre uma das melhores historiografias já escritas”, ressaltou Bolle, expondo que através dela o autor se dispõe a expressar as motivações profundas do seu contemporâneo, inclusive fazendo uma crítica à própria classe, a burguesia, através do lugar que pode ser definido como “a capital do Capital”.

 

Continuação

Nesta sexta-feira, 21, às 9h, na sala 6, do bloco Mário Ypiranga Monteiro, no ICHL, ocorre a sengunda palestra do professor Willi Bolle, (aula de encerramento do evento) sobre o professor Dulcídio Jurandir (intérprete da Amazônia), intitulada “Uma abordagem à luz da Teoria Crítica”.

Evento “XII Encontro de Lideranças” reúne representantes de UCs na FCA

XIII Encontro de Lideranças na UfamXIII Encontro de Lideranças na Ufam

A Fundação Amazônia Sustentável realizou nesta quarta-feira, das 8h30 às 12h30, no auditório Samaúma, no setor Sul do campus, com o apoio da Faculdade de Ciências Agrárias da Ufam, o XIII Encontro de Lideranças de Associações das Unidades de Conservação do Programa Bolsa Floresta.

Estiveram presentes na mesa de abertura do evento o diretor da Faculdade de Ciências Agrárias, Néliton Marques, o superintendente geral da Fundação Amazônia Sustentável (FAS), Virgílio Viana, a secretária da SDS (Secretaria deEstado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas), Kamila Amaral, o superintendente técnico-científico da FAS, Eduardo Taveira, alguns representantes de comunidades do interior e a coordenadora geral do Programa Bolsa Floresta da FAS, Valcléia Solidade.

O objetivo do evento é avaliar e aprimorar a estratégia e a metodologia de implementação do Programa Bolsa Floresta (PBF), qualificando as lideranças das Associações representantes das Unidades de Conservação (UCs) beneficiadas.

Algumas das lideranças das várias unidades de conservação estiveram presentes, representando suas comunidades, para Lideranças de comunidades de Unidades de ConservaçãoLideranças de comunidades de Unidades de Conservaçãodiscutirem novas metas e estratégias para manutenção dessas unidades. Como também preservar a manutenção de algumas espécies que já se mostram impactadas pela intensa exploração comercial.

O XIII Encontro teve início na segunda-feira, dia 17, mas somente parte do evento foi realizada nesta manhã de quarta-feira, no auditório da FCA, na Ufam. O diretor da FCA, Néliton Marques, foi o coordenador do evento.

 

Clube da Madrugada homenageia Max Carphentier

Os 60 anos do Clube da Madrugada homenageou nesta quarta-feira (19), um dos maiores poetas amazonenses, Max Carphentier. Integrante da Academia Amazonense de Letras. Tendo lançado seu seu primeiro livro, "Quarta Esfera", em 1975 e premiado, nacionalmente, ele tem outros títulos de poesia, contos, romances e discursos acadêmicos, em cuja prosa faz poesia com sentimento espiritualista. 
 
Nascido em Manaus, no dia 29 de abril de 1945, Max Carphentier Luís da Costa, é dvogado por formação, bancário e escritor e membro, também, do Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas, da Academia Amazonense de Letras, do Clube da Madrugada e da União Brasileira de Escritores, do Amazonas. 
 
Durante sua conversa com o público, no auditório Rio Solimões, no ICHL, Carphentier, lembrou em conversa os alunos do curso de Letras, que a segunda metade do século XX foi um dos períodos mais produtivos da literatura que se produz no Amazonas. 
 
"O surgimento do Clube foi um divisor de águas, sobretudo por representar um esforço de renovação e atualização de nossas letras, fato que não escapou à percepção de Alencar e Silva: “Antes dessa data, a poesia que se praticava ou cultuava em Manaus era tudo igual ao que sempre se fizera ao longo de toda a nossa insipiente civilização, como se nada de mais importante fora feito pelos centros mais adiantados do País”, comentou. 
 
Pessoalmente, Max Carphentier Luís da Costa herdou naturalmente de Hemetério Cabrinha, seu avô, um dos autores a espera de estudos. 
 
"Lembro que minha relação mais próxima com meu avô se deu dois anos antes de ele falecer, coincidentemente, por meio de um pedido que fiz a ele, para que me ajudasse a desenvolver uma redação. Antes de partir, no entanto, não sei se ele pressentia, mas indicava que o meu caminho seria esse, o da escrita", contou. 

Professor da UFRR aborda o tráfico de mulheres no último dia do Emflor

Abordando o tráfico de mulheres nas fronteiras entre Brasil, Venezuela e Guianas, o professor da Universidade Federal de Roraima, Rafael da Silva Oliveira iniciou o último dia de atividades da IV edição do Encontro de Estudos de Mulheres da Floresta (Emflor), nesta quarta-feira, 19, no auditório Rio Solimões, do Instituto de Ciências Humanas e Letras (ICHL).

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Trabalho pioneiro de peritos do SIASS/UFAM é apresentado por vídeo conferência

Vídeo conferência teve participação de gestores dos Siass de todo PaísVídeo conferência teve participação de gestores dos Siass de todo País

A convite do coordenador geral de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalho do Servidor (CGSET), de Brasília, Carlos Batista, a equipe do Subsistema Integrado de Atenção a Saúde do Servidor (SIASS/Ufam) foi convidada a apresentar nesta quarta-feira, 19,  para outras unidades nacionais do SIASS, um trabalho de Exame Periódico Odontológico (EPO), pioneiro no Serviço Público Federal. A apresentação foi feita por meio de web conferência do SIG Saúde, da sede do Siass, no setor Sul da Instituição, para aproximadamente 25 gestores. 
 
Segundo a técnica de Enfermagem, Eneida Lobato Sampaio, o trabalho permitiu uma visão atual da situação da saúde bucal e geral do servidor, bem como pôde iniciar a implementação de programas de promoção e prevenção à saúde do servidor, a fim de melhorar as suas condições laborais. 
 
Da elaboração do trabalho participaram os peritos odontólogos Edna Cardoso, Rose Osborne, Ernesto Lourenço e Sâmia Tiradentes. A ideia é que seu conteúdo sirva de modelo a ser adotado em outras universidades federais. 
 
Embora os exames médicos periódicos façam parte da Política de Atenção à Saúde do Servidor e a sua realização esteja prevista no artigo 206-A da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, regulamentada pelo decreto lei Nº 6.856, de 25 de maio de 2009, os peritos oficiais em Odontologia da Ufam decidiram criar, por meio da portaria nº 6, de 2012, o Exame Periódico Odontológico para servidores ativos da Ufam. 

CCA lança vídeo Curupira II sobre popularização da ciência e conservação da flora

 

O mitológico Curupira, considerado protetor da floresta e transformado em guerreiro, é quem conduz o primeiro vídeo que pretende entender o porquê de os animais estarem presos no zoológico do Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS). Na segunda edição, as preocupações do Curupira se voltam para as matas da Universidade Federal do Amazonas.

Observando a entrada e saída de pessoas pelas trilhas da Universidade Federal do Amazonas, as coletas de plantas e sementes, descobriu-se o valor do trabalho dos botânicos na busca pelo conhecimento da biodiversidade florística e na preservação do terceiro maior fragmento florestal dentro de um espaço urbano, agora Área de Proteção Ambiental.

Além do vídeo “Curupira II: Popularização dos conhecimentos científicos sobre ecologia e conservação da flora do Campus Universitário Federal do Amazonas”, a equipe do Centro de Ciências do Ambiente também desenvolveu um vídeo documentário que destaca a importância botânica de algumas espécies de plantas que se encontram na área de proteção ambiental do Campus Universitário, bem como o papel do botânico na manutenção destas espécies. Em fase produção, com vistas às novas tecnologias estão um jogo interativo-educativo para smartphones e uma trilha mapeada por sistema QR Code, onde o aluno poderá caminhar e usar o seu smartphone para acessar informações sobre espécies botânicas presentes na trilha do campus.

Segundo a professora Ana Lúcia Gomes, coordenadora do Projeto Curupira, o objetivo é expandir a ideia: “A proposta do Projeto Curupira tomou corpo e aProfessora Ana Lúcia Gomes anunciou os planos de lançar o projeto IaraProfessora Ana Lúcia Gomes anunciou os planos de lançar o projeto Iara ideia é que ele se transforme em um programa, onde cada edição tratará de um tema atrelado a uma profissão, sempre trabalhando conceitos de educação ambiental, sustentabilidade e cidadania. Agora o Curupira vai conhecer uma coleguinha chamara Iara, a protetora das àguas e fará uma belíssima incursão pelo reino das águas amazônicas para conhecer a biodiversidade íctica que só o Amazonas tem. Esses são nossos planos”.

O projeto Curupira II contou com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Amazonas – Fapeam, através do Programa de Apoio à Popularização da Ciência e Tecnologia e Inovação, que tem por objetivo desenvolver ações de educomunicação dirigidas aos diferentes níveis de ensino e também em espaços informais que tratem da temática Educação Ambiental.

Sobre o eventoA diretora do CCA entrega a placa de homenagem ao professor Antonio WebberA diretora do CCA entrega a placa de homenagem ao professor Antonio Webber

O lançamento do Curupira II também homenageou o professor Antonio Carlos Webber, do Instituto de Ciências Biológicas, por sua contribuição no desenvolvimento da ciência e ensino da botânica, principalmente a favor da conservação da flora nativa da Amazônia e da Área de Proteção Ambiental da Ufam. O professor Webber recebeu da professora professora Therezinha Fraxe, diretora do CCA, uma placa em sua homenagem. Emocionado, o professor, que trabalha há 34 anos na UFAM, agradeceu a homenagem e declarou que continua com o mesmo entusiasmo do início da carreira para desenvolver suas atividades na UFAM. “Amo a docência, de ver o resultado do meu trabalho, ver meus alunos se formarem e crescerem profissionalmente. Já perdi as contas de quantos já se tornaram doutores. Só aqui nesta solenidade tem uns dez ex-alunos que orientei”, relatou ele.

Compuseram a mesa de abertura e fizeram suas considerações sobre a importância do projeto a professora Socorro Chaves (Protec), a professora Therezinha Fraxe (diretora do CCA), a professora Ana Lúcia Gomes (CCA), Moisés Coelho, (SECTI), a professora (Fapeam), professora Kátia Schweickardt (Semmas). 

 

Mesa de honra da cerimônia de lançamento do vídeo Curupira IIMesa de honra da cerimônia de lançamento do vídeo Curupira II

A pró-reitora de Inovação Tecnológica, professora Socorro Chaves, destacou que o vídeo é um convite para que as pessoas conheçam o Campus da Ufam de uma maneira diferente. “É um momento de emoção. As pessoas que verão esse vídeo terão suas vidas transformadas pelas mensagens que eles têm”.

A Secretária Municipal de meio Ambiente e docente da UFAM, Kátia Schweickardt, ressaltou a importância do projeto para o município. “Um vídeo desse tem muito impacto para a formação de nossos estudantes. Eu me orgulho muito de fazer parte dessa academia que tem o protagonismo como diferencial e que se preocupa em fazer interações e mostrar para a sociedade o que tem feito”, declarou a Secretária.

A diretora do Centro de Ciências do Ambiente, professora Therezinha Fraxe, parabenizou todos os envolvidos no Projeto Curupira e destacou a importância das parcerias institucionais para dar continuidade aos trabalhos. “O CCA se orgulha do trabalho do Projeto Curupira. O vídeo apresentado aqui mostra o quanto temos que somar com os outros Reinos para uma vida sustentável. A UFAM possui Recursos Humanos altamente capacitados. Para continuar esses trabalhos, precisamos do apoio da SECTI e da FAPEAM, pois agora já pensamos em investir no Projeto Iara, voltado a entender melhor nossas águas”.  

O professor Henrique Pereira destacou que o vídeo Curupira I tem diversas mensagens. “Em 17 minutos temos uma aula de botânica e vários enredos transversais cuidadosamente entrelaçados. O público-alvo são os estudantes do Ensino Médio, que estão no momento de decidir que carreira seguir. Esperamos que o recursos chame a atenção para a carreira de pesquisador, principalmente na área de Biologia e em Botânica”.

 

PPGL divulga data e local para entrevistas

O Programa de Pós-graduação em Letras (PPGL) publica data, local e horário das entrevistas para os candidatos inscritos no processo de seleção do PPG. Os candidatos da área de Estudos da Linguagem realizarão a próxima etapa da seleção dia 24 de novembro, na sala de Projetos do DLLP (2º andar), localizada no 3º Bloco Administrativo do Instituto de Ciências Humanas e Letras (ICHL), setor Norte do campus universitário.

Anexos:
Fazer download deste arquivo (Local Entrevista Linguagem e Literatura - Seleção PPGL 2014.2015.pdf)Entrevista PPGL[ ]125 kB

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Professor lança coletânea de pensamentos em sua segunda obra

“Mínimas: frases que não pretendem chegar a máximas”“Mínimas: frases que não pretendem chegar a máximas”Em noite de confraternização na última terça (18), o professor José Cyrino Júnior lançou seu segundo livro que reúne poesias, versos e frases autorais. Durante a cerimônia, a professora Bernadete Andrade, carinhosamente conhecida como Berna, foi homenageada pelo autor.

Poeta declama versos da  obra do autorPoeta declama versos da obra do autor

Reunidos no novo auditório da Escola de Enfermagem, professores, gestores da Universidade, familiares e amigos encontraram-se para prestigiar o lançamento do segundo livro do professor José Cyrino Júnior, Diretor Executivo da UFAM. “Mínimas: frases que não pretendem chegar a máximas” foi apresentado ao público em tom intimista com declamação de poemas da primeira obra do professor, lançada em 2011, pelo poeta e ator Antônio Carvalho.

Durante a apresentação da obra, o professor Cyrino falou sobre suas inquietações cotidianas, sobre como lhe vem com facilidade frases, versos e poesias que, guardados no fundo de uma gaveta, ansiavam por liberdade. Millôr Fernandes e recém-falecido poeta Manuel de Barros foram inspiração e responsáveis pelo engajamento literário do professor. "Demorei seis anos para compilar os textos e organizá-los sem pretensão. Algumas reflexões e expressões, no entanto, fazem críticas acerca da sociedade", revelou. 

Professor Cyrino autografa exemplares para amigosProfessor Cyrino autografa exemplares para amigos

“Uma voz ora ponderada ora exaltada que nos faz refletir sobre inúmeras questões, buscando defender princípios que acreditamos com tanta intransigência como a democracia, o direito de se fazer crescer. Esse poeta, que olha diferente para vida, nos proporciona no cotidiano uma convivência agradável e de muita aprendizagem. Esse livro retrata muito do que sabemos que ele é”, destacou a professora Márcia Perales.

Uma brincadeira despretensiosa com os fonemas, polissemias, grafemas e cacofonias. Estas são as formas que constroem o livro "Mínimas: Frases que não pretendem chegar a máximas". Com prefácio do poeta José Maria Pinto, que considera o livro "um ato de humor", abas do escritor Tenório Telles e a arte da capa da artista plástica Bernardete Andrade.

Um dos membros do Comitê do evento ‘All About Energy 2015’ é da UFAM

 

Ao ser convidado para fazer parte do Comitê do evento internacional sobre energia, intitulado  "All About Energy 2015", o professor Johson Pontes de Moura, docente do departamento de Engenharia Química da Faculdade de Tecnologia, aceitou representar a Universidade. O evento ocorre nos dias 10, 11 e 12 de junho, no estado do Ceará, e será uma Exposição e Conferência Internacional das Energias Alternativas e Renováveis.

O professor afirma que a participação trará um legado para a região norte, pois se trata do “maior evento de energias renováveis da América Latina”. Os temas que serão tratados durante o encontro internacional relacionam-se a estudos sobre biomassa, energia eólica, solar e hídrica, cujo desenvolvimento resulta nas energias renováveis. “Esse é o início do nosso legado, como UFAM, num evento dessa magnitude”, comemora o docente.

Como membro do Comitê desse evento, o professor Johnson terá entre as atribuições as descritas a seguir:

a) Divulgar o evento, através de newsletter, para todas as universidades, cursos relacionados e contatos seus que possam ter interesse no mesmo;

b) Estimular a participação de estudantes e pesquisadores no evento através da inscrição de trabalhos científicos e projetos de pesquisa;

c) Auxiliar na avaliação e seleção dos trabalhos científicos inscritos;

d) Colaborar com a coordenação logística da exposição dos trabalhos, quer sejam em pôster ou apresentações orais; interagir com os demais membros deste Comitê;

e) Apresentar sugestões para o aprimoramento da organização intelectual e acadêmica do evento, para elevarmos a grade Técnico-Científica, através da Rodada de Negócios, Programação Científica e ações afins.

 

Notícia relacionada: III Semana de Petróleo e Gás ocorre de 25 a 28 de novembro

CPPD disponibiliza padrão de Memorial e Relatório de Atividades

A Comissão Permanente de Pessoal Docente (CPPD) disponibiliza o padrão de Memorial Descritivo/Relatório das atividades realizadas durante o interstício para análise desta Comissão, conforme a Resolução nº 14/2008 do Conselho Universitário (CONSUNI).

O preenchimento do relatório é fundamental para esclarecer aos docentes quais os documentos necessários aos pedidos de progressão e de promoção, com o objetivo de sanar dúvidas que têm surgido acerca dessas questões.

Todas as Unidades precisam ficar cientes o quanto antes  das instruções desta Comissão, para ser possível dar continuidade aos trabalhos de apreciação e de aprovação dos pedidos dos professores.

Estão disponíveis também os formulários do Plano Individual de Trabalho (PIT) e do Relatório Individual de Trabalho (RIT), os quais compõem obrigatoriamente esses processos, bem como as leis e resoluções que embasam os pareceres da CPPD.

 

Informações:

CPPD – Email: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Local: 2º andar (3º piso) do Centro Administrativo da UFAM, Setor Norte

Telefone: (92) 3305-1181 – Ramal 2031

IV Emflor discute "Tráfico, Feminismos e Fronteira" até o dia 19, no ICHL

Plateia do EmflorPlateia do Emflor

"Aqui estão mestrandos, doutorandos, sociedade civil organizada pensando e discutindo a mulher como foco sob o ponto de vista humano, colocando cada agente sob um caráter intervencionista. Acredito que as forças da inteligência só têm efetividade quando estão ancoradas na sociedade civil e é isso que faz Emflor um evento de sucesso e de resultados", disse. 
 
A representante do Fórum Permanente de Manaus, Florismar Ferreira da Silva também se pronunciou. "Viemos participando desse processo desde sua primeira edição e na oportunidade, ratificamos que, enquanto houver violência contra a mulher, estaremos nas ruas, mobilizando-nos e lutando para que não sejamos vítimas de nenhum tipo de violência", falou. 
 
A coordenadora do evento, professora Iraildes Caldas Torres, afirmou que o Emflor nasceu da necessidade de divulgação das pesquisas que têm a mulher como eixo temático, aglutinando aqueles que pensam o tema e podem buscar soluções para minimizar e extinguir essa problemática. 
 
"O tema 'Tráfico, Feminismos e Fronteiras' está posto nas pautas nacional e internacional, inclusive na da Organização das Nações Unidas (ONU). Essa atividade criminosa degrada a mulher e a submete a todo tipo de atrocidade contra a qual buscamos lutar, para isso, contando com os poderes constituídos", salientou.  
 
A secretária executiva de Políticas para Mulheres, Ana Beatriz Moutinho Breval, afirmou que o Estado tem cada vez mais se preocupado em atender às necessidades e demandas recorrentes das mazelas que afligem a população feminina. 
 
"Eu mesma, quando assumi a tarefa de conduzir a secretaria, vesti-me de conhecimento e fui buscar informações que pudessem me ajudar a desenvolver um trabalho que estivesse à altura desse público", afirmou. 
 
A diretora do ICHL, professora Simone Eneida Baçal de Oliveira, mostrou-se feliz e entusiasmada com a movimentação e mobilização proporcionadas pela realização do Emflor. 
 
"Fico feliz em saber que esse Encontro ganha uma proporção cada vez maior, com convidados trazidos de outros estados e também países para um ambiente que precisa unificar pensamentos e anseios em prol de nossas mulheres. Há muito o que fazer, mas mantermos esse diálogo denota que estamos no caminho certo. É isso que a Universidade quer, crescer nessa dinâmica de teoria e prática", frisou. 
 
Conferencista falou da violência contra mulher na Europa - Ao fim das considerações dos componentes da mesa, a presidente da Comissão Própria de Avaliação, Valdete da Luz Carneiro, representando a reitora, professora Márcia Perales, deu como aberto o evento. 
 
"O desenvolvimento da ciência na universidade tem que se apropriar dessa realidade social que vivemos, na qual a dignidade das pessoas, principalmente a das mulheres, tema esse em voga, está cerceada, então precisamos repensar, discutir, propor e agir para que isso não mais corra, precisamos desatar os 'nós' e fazer com que essa sociedade democrática exista de fato e de direito", observou. 
 
Conferência Magna - Com o tema "Tráfico, Feminismos e Fronteira", a professora Mar Gallego discorreu não sobre conceitos acerca da violência contra a mulher, mas o ambiente vivenciado por quem está na condição de vítima da violência nos países europeus. Morando na Alemanha, a professora atua num serviço que ajuda mulheres sob condição de exploração. 
 
"Estou acompanhando um caso há cerca de um ano e meio que exprime bem a realidade de várias mulheres vítimas, que, estando na Europa, estão sujeitas à legislação de migração de seus respectivos países. Lá, eles afirmam que se a mulher quiser voltar para seu país, precisam deixar para trás os seus filhos ou o pouco que construíram. Uma das questões que colocamos sob discussão, é possibilitar o aprendizado do idioma por parte dessas migrantes, porque dessa forma, elas podem buscar socorro e externar suas necessidades e, ainda, lutar para modificar a legislação como forma de assegurar os direitos dela", disse.