Pós-graduação em Antropologia Social realiza aula inaugural no dia 15 de março

A aula inaugural do primeiro semestre letivo de 2017, do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal do Amazonas (PPGAS/Ufam) ocorre no dia 15 de março. Com o tema “Biodiversidad como educácion sexual: qué significa la ‘naturaleza’ para los Murui-Muina?”, a aula será ministrada pelo professor titular da Universidad Nacional de Colombia, Sede Amazônia, Juan Alvaro Echeverri.

O encontro acontece às 9h no Auditório Rio Alalaú da Faculdade de Educação (Faced), situada no Setor Norte do campus universitário.

Segundo o coordenador do PPGAS, professor Gilton Santos, o intercâmbio com cursos de Antropologia de outros países será uma marca do novo período que se inicia. “Estamos priorizando na agenda da nova gestão intensificar e ampliar nossas redes de convênio com os programas de Antropologia de países amazônicos, como Colômbia, Peru e Equador”, diz. O professor acrescenta, ainda, que já estão em andamento atividades de cooperação com universidades daquelas nações. Eventos acadêmicos, troca de publicações e mobilidade de docentes e alunos são algumas das ações previstas.

“O PPGAS está completando 10 anos; já é um programa consolidado, com linhas de pesquisa e políticas afirmativas sólidas. Estamos prontos para dar este salto no intercâmbio de conhecimento”, afirma o coordenador.

Sobre o convidado

Juan Alvaro Echeverri é PhD em Antropologia pela New School for Social Research, New York. Atua como professor titular da Universidad Nacional de Colombia, Sede Amazônia. Estuda os temas Etnologia Indígena, Etnolinguística e Etnobiologia.

Sobre o PPG

Criado em 2007, o PPGAS-Ufam conta com cursos de Mestrado e Doutorado em Antropologia Social. Entre os objetivos do PPGAS, estão: formar profissionais em antropologia, ampliando as oportunidades de reprodução de quadros de pesquisadores qualificados na região amazônica; contribuir para a formação de um marco conceitual para a proposição de programas e políticas sociais e culturais da Região Norte do Brasil; e desenvolver ações de articulação com centros de excelência em antropologia, nacionais e internacionais, buscando explorar temas de ponta da disciplina a partir da realidade panamazônica.